O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Dívida pública bate recorde e termina 2020 em 89,1% do PIB, diz BC

29 de janeiro de 2021 Economia
Compartilhar
banco central do brasil
BC informa que o PIB fechou 2020 com 89,3% do PIB (Foto: Divulgação)
Por Larissa Garcia, da Folhapress

BRASÍLIA – A pandemia da Covid-19 levou o endividamento público ao maior nível da história. Em dezembro, segundo divulgado pelo Banco Central nesta sexta-feira, 29, a dívida pública alcançou 89,3% do PIB (Produto Interno Bruto), aumento de 0,6 ponto percentual em relação ao mês anterior e de 15 pontos no ano.

Embora esteja no maior patamar da história, o número é menor que o esperado – a equipe econômica projetava que a dívida terminaria o ano acima de 90%.

A dívida, que ficou em R$ 6,6 trilhões em dezembro, registra crescimentos expressivos por mês desde o início da pandemia, mas já vinha em trajetória de alta antes da crise. Depois da chegada do vírus ao país, o governo teve de gastar mais em programas emergenciais, como o auxílio aos mais pobres e linhas de crédito para empresas.

O BC chegou a divulgar que a dívida teria superado 90% do PIB em setembro e em outubro, mas os dados foram revisados para baixo com os valores atualizados da atividade econômica.

Em dezembro, o crescimento do endividamento foi ocasionado principalmente pela incorporação de juros ao montante, que representou 0,5 ponto e pelo aumento nas emissões de títulos públicos para financiar os gastos (0,4 ponto).

O crescimento nominal do PIB nominal (em reais) no período e a queda de 2,5% do dólar seguraram o crescimento da dívida, puxando em 0,4 ponto percentual para baixo.

A dívida líquida, que desconta os ativos do governo, também foi afetada e cresceu e ficou em 63% do PIB em dezembro, alta de 1,3 ponto percentual em relação a novembro.

A queda do dólar contribuiu com alta de 0,5 ponto percentual na dívida líquida. Quando há valorização da moeda americana, há redução do valor da dívida líquida em reais porque são descontadas as reservas internacionais, mensuradas em dólar.

Apesar disso, a alta do PIB nominal segurou o crescimento da dívida, puxando em 0,1 ponto para baixo.

Em dezembro, o rombo nas contas públicas ficou em R$ 703 bilhões, o equivalente a 9,49% do PIB. Em 2019, antes da pandemia, o déficit primário estava em R$ 61,9 bilhões.

O resultado primário indica a capacidade do governo de pagar as contas, exceto os encargos da dívida pública. Se as receitas são maiores que as despesas, há superávit. Caso contrário, há déficit.

Desde o início da crise sanitária, além de gastar mais, o governo tem arrecadado menos em razão da queda da atividade e das medidas de restrição, o que também contribui para o aumento no rombo das contas públicas.

Com a flexibilização do isolamento, no entanto, a arrecadação aumentou e alguns impostos que foram postergados por causa da pandemia começaram a ser pagos.

Apenas em dezembro, o déficit foi de R$ 51,8 bilhões.

Notícias relacionadas

Governo espera que subsídio ao diesel reduza o preço ao consumidor

Suframa e Receita farão cooperação para implementar a reforma tributária

Governo retira hidrovia do Tapajós da lista de concessões para 2027

Na propaganda eleitoral, Flávio exalta apoios e Lula cita riscos do adversário

Juro alto é maior entrave de acesso ao crédito para 76% da indústria

Assuntos banco central, dívida pública, pib
Redação 29 de janeiro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Primeira parcela do 13º salário é paga sem descontos de taxas e impostos (Foto: Reprodução)
Economia

BC cria indicador para acompanhar reajustes salariais negociados

6 de outubro de 2026
Economia

Pix Automático poderá ser usado em conta-salário a partir de 2027

5 de outubro de 2026
Economia

Usuário do Pix pode pedir ao banco valor maior para pagamento

1 de outubro de 2026
Economia

Número de transações com Pix caem 10% após proibição de bets

29 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?