O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Proteção de dados para assuntos penais irá restringir apurações, diz relatório da PGR

13 de dezembro de 2020 Política
Compartilhar
Auxiliares de Aras opinaram sobre LGPD Penal (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Por Marcelo Rocha, da Folhapress

BRASÍLIA – Preparado por uma comissão de juristas criada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o texto do anteprojeto da Lei Geral de Proteção de Dados para assuntos penais, a chamada LGPD Penal, restringirá o compartilhamento de informações entre investigadores e “afetará seriamente” atividades do Ministério Público Federal.

A conclusão é de auxiliares do procurador-geral da República, Augusto Aras, em nota técnica enviada ao chefe do MPF no fim de novembro. A Folha teve acesso ao conteúdo do documento.

“Em vez de estabelecer balizas para o intercâmbio de dados entre as autoridades competentes, o anteprojeto estabeleceu restrições desproporcionais e distantes da realidade”, afirmaram os procuradores da República Pablo Coutinho Barreto e Paulo Rubens Carvalho Marques, ambos da Sppea (Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise da PGR).

A comissão de juristas entregou a minuta da LGPD Penal ao presidente da Câmara no início de novembro. Para que o texto possa tramitar como projeto de lei, é preciso que um deputado seja indicado como relator da matéria.

A mudança no comando da Câmara não deve afetar o andamento da proposta. Apoiadores do anteprojeto no Congresso prometem fazer lobby para que o assunto seja retomado tão logo seja definida a nova configuração da Mesa Diretora. Por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), Maia está fora da disputa.

Em setembro, entrou em vigor no país a LGPD, com regras para o uso, a proteção e a transferência de dados pessoais.

A norma afeta diferentes setores e serviços, de empresas públicas a privadas. Para manter em sua base de dados informações sobre os cidadãos, as empresas devem observar alguns procedimentos.

A lei não tratou de informações para fins de segurança pública, defesa nacional, segurança de Estado e atividades de investigação e repressão a crimes. Definiu, no entanto, que uma norma à parte deve ser aprovada para abordar assuntos penais.

No estudo de 110 páginas enviado a Aras, os procuradores Barreto e Marques detalharam pontos que avaliam ser prejudiciais a quem conduz investigações.

“Caso aprovado, [o texto] afetará seriamente as atividades do Ministério Público Federal e, de resto, de todos os demais órgãos envolvidos, direta ou indiretamente, na investigação criminal, repressão penal e/ou segurança pública”, dizem os integrantes da PGR.

A Sppea desempenha funções importantes de apoio a investigações da PGR, como a Operação Lava Jato. É o setor que armazena e processa dados obtidos pela Procuradoria após a quebra de sigilos bancário e fiscal de investigados.

Barreto e Marques lembram que o texto enviado ao presidente da Câmara, como os próprios integrantes da comissão de juristas fizeram questão de frisar, buscou inspiração em diretrizes sobre o tema estabelecidas pelo Parlamento Europeu.

Os autores do estudo preparado na Procuradoria, no entanto, afirmam que a leitura comparativa entre o texto apresentado pela comissão de juristas ao Congresso e normas europeias sobre o tema evidencia “inegável descompasso”.

A análise da PGR destaca ainda passagens do anteprojeto encomendado por Maia que preveem restrições “desproporcionais e distantes da realidade”. Ilustra tal situação com trecho da minuta que, segundo os integrantes da PGR, cria empecilhos para o acesso a dados sigilosos atualmente obtidos por meio de requisição do Ministério Público e das polícias, por exemplo dados cadastrais telefônicos.

“Pode inviabilizar, também, a atuação do Coaf [Conselho de Controle das Atividades Financeiras] no recebimento e comunicação de informações de inteligência”, dizem.
Destinatário do estudo, o procurador-geral da República tem entre suas funções a de propor ações diretas de inconstitucionalidade ao STF.

No início deste mês, participantes do encontro anual da Enccla (Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro), foro que reúne autoridades e especialistas na discussão de mecanismos contra a corrupção e a lavagem de capitais, discutiram o assunto e manifestaram preocupação com o texto do anteprojeto.

“Reconhecemos que o tratamento de dados pessoais deve, sim, obedecer a regras, níveis de segurança”, disse o procurador regional da República José Robalinho, representante da ANPR (Associação Nacional de Procuradores da República). “Não se discorda. Mas isso não pode, por outro lado, impor retrocessos ao controle de ilícitos.”

Sócia do Lefosse Advogados, Ludmila Groch, especialista em combate ao crime de colarinho branco, práticas anticorrupção, compliance e regulação de investigações, disse à Folha que entende a irresignação do Ministério Público e considera que, de fato, a aprovação da LGPD Penal tende a dificultar a vida de investigadores.

“Mas o que se viu na Lava Jato, para citar um exemplo, foram investigadores de diferentes países trocando dados sigilosos pelo WhatsApp”, afirmou Groch.

“O conceito de direito à segurança não pode se sobrepor a outros direitos fundamentais, entre eles a privacidade do cidadão.”

A advogada disse ainda que a comissão de juristas, sob a coordenação do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Nefi Cordeiro, preparou um texto “mais protetivo, mais garantista” e que, agora, caberá ao Congresso calibrá-lo.

Notícias relacionadas

Líder do PT pede investigação de sócia da produtora do filme sobre Jair Bolsonaro

Conselho de Ética suspende deputado Marcos Pollon por ofensas a Hugo Motta

Relator defende isentar governador de ser responsabilizado por uso de fundo estadual

Flávio Bolsonaro promete, se eleito, suspender por um ano a reforma tributária

Familiares de condenados por atos golpistas cobram aplicação da Lei da Dosimetria

Assuntos corrupção, Investigações, MPF, PGR
Redação 13 de dezembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Profissionais do programa Mais Médicos: MPF investiga cursos de medicina em todo o país (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Dia a Dia

MPF aciona Justiça para obrigar Hospital Albert Einstein a cumprir lei de cotas

8 de junho de 2026
Tenente-coronel Mauro Cid
Política

Alexandre de Moraes pede que PGR opine sobre o cumprimento de pena por Mauro Cid

8 de junho de 2026
Bruno Pereira e Dom Phillips
Dia a Dia

MPF lança página especial sobre os 4 anos do caso Bruno e Dom

5 de junho de 2026
Polícia prendeu suspeito de homicídio do próprio irmão horas depois do ataque (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Violência e corrupção são as maiores preocupações dos brasileiros

3 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?