O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Bolsonaro diz que não quer ser cobrado por efeitos colaterais de vacina

3 de dezembro de 2020 Política
Compartilhar
Pesquisador da Fiocruz analisa resultados de testes: vacina quase liberada (Foto: Erasmo Salomão/MS)
Por Ricardo Della Coletta, da Folhapress

BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quarta-feira, 2, que ele não deve ser cobrado por eventuais efeitos colaterais de uma vacina contra a Covid-19.

A fala do mandatário vai na contramão de contrato assinado pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) para o desenvolvimento da vacina da Universidade de Oxford (Inglaterra).

No documento, a instituição vinculada ao Ministério da Saúde se compromete a arcar com todos os eventuais danos decorrentes do uso e da administração do imunizante no Brasil. O laboratório AstraZeneca, responsável por produzir a vacina, ficará isento de responsabilidades, ainda segundo o contrato.

Ao chegar ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro não se referiu especificamente ao documento assinado pela Fiocruz, mas questionou seus simpatizantes que estavam no local.

“Vamos supor que [num contrato sobre fornecimento de vacina] está escrito o seguinte: ‘[as empresas] nos desobrigamos de qualquer ressarcimento ou responsabilidade com possíveis efeitos colaterais imediatos ou futuros’. E daí, vocês vão tomar essa vacina?”, disse.

“Eu vou mostrar todo o contrato para vocês. Quem tomar vai saber o que está tomando e as consequências. Se tiver um efeito colateral ou problema qualquer já sabem que não vão cobrar de mim. Vou ser bem claro, a vacina é essa”, complementou.

A Folha de S.Paulo mostrou em novembro que as condições acerca das sanções e indenizações da empresa foram impostas pelo laboratório para a assinatura do contrato com a Fiocruz. A informação consta de parecer da Procuradoria Federal junto à Fiocruz sobre o acordo feito com a fundação pública do governo federal.

Em setembro, a Fiocruz assinou contrato que prevê a produção de 100,4 milhões de doses da vacina e transferência de tecnologia para a produção em território nacional.

O acordo da vacina também estabelece uma espécie de teto de indenização por parte da empresa, caso o contrato seja descumprido ou em caso de qualquer outra reclamação decorrente de culpa baseada no contrato. Esse montante não poderá exceder os valores pagos pela Fiocruz à AstraZeneca. O governo federal abriu crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão para viabilizar a produção e a aquisição das doses da vacina pela Fiocruz.

A chefe da procuradoria da fundação, Deolinda Vieira Costa, afirmou, no documento do dia 5 de setembro, que a discussão das cláusulas foi “o ponto mais controverso e intenso da negociação”. No entanto, era a “única opção possível para a Fiocruz”.

Segundo o parecer, a proposta inicial da Fiocruz previa reciprocidade quanto aos direitos e deveres das partes, mas a AstraZeneca não aceitou. Mesmo assim, o contrato foi assinado em 9 de setembro.

Apesar da discordância sobre a redação final do contrato, o órgão brasileiro teria aceitado os termos “tendo em vista o interesse público envolvido no acesso a tão importante produto para a saúde da população”.

“Dadas as circunstâncias fáticas, afigura-se que a negociação tenha chegado a um ponto intransponível e que a aceitação da imposição tenha sido a única opção possível para a Fiocruz”, escreveu Costa.

A vacina desenvolvida em Oxford ainda não tem eficácia comprovada, mas é considerada uma das mais promissoras e a principal aposta do presidente Jair Bolsonaro para a imunização no Brasil.

Notícias relacionadas

Flávio Bolsonaro evoca ‘guerra espiritual’ como cabo eleitoral

Flávio Bolsonaro pede ao STF suspeição de Moraes para julgar processos do Banco Master

‘Não sai nada dali’, diz Luiz Fux, sobre o Congresso empurrar decisões para o STF

Projeto equipara misoginia a racismo e institui pena de 2 a 5 anos de prisão

Ciro Nogueira pediu para ficar por mais tempo no apartamento de Vorcaro, apurou a PF

Assuntos Fiocruz, Jair Bolsonaro, vacina contra a Covid-19
Cleber Oliveira 3 de dezembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Flávio Bolsonaro
Expressão

Flávio Bolsonaro evoca ‘guerra espiritual’ como cabo eleitoral

5 de junho de 2026
Política

Operação WI-FI faz buscas em produtora do filme Dark Horse, sobre Bolsonaro

1 de junho de 2026
Kassio Nunes Marques
Política

Nunes Marques dá 20 dias para PGR opinar sobre revisão da condenação de Bolsonaro

27 de maio de 2026
Golpistas em ataque às sedes dos Três Poderes no dia 8/1/2023: réu é absolvido (Foto: Joedson Alves/ABr)
Política

AGU defende no STF que Lei da Dosimetria, que reduz penas de golpistas, é inconstitucional

19 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?