O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Augusto Barreto Rocha

Os perigos da complacência inativa

9 de março de 2020 Augusto Barreto Rocha
Compartilhar


Por uma série de razões históricas, adquirimos como sociedade um hábito de complacência inativa. A “disposição habitual para corresponder aos desejos ou gostos de outrem com a intenção de ser-lhe agradável” é um comportamento tipicamente adotado em nossa região, desligando-nos de interesses coletivos. Assim, a maior parte de nós cuida de suas próprias preocupações, sem a alocação ativa de tempo para cuidar de interesses maiores. Deixamos para que “outros” tomem conta dos interesses coletivos.

Por quais razões este comportamento não muda? Porque os comandantes de plantão assim preferem. Quando temos uma sociedade ativa, tentando modificar a realidade? Quando (1) existir um incômodo com a condição apresentada e (2) credo na possibilidade de mudança a partir do ato de cada um. O que temos de maneira geral é um pequeno incômodo, aqui e acolá. Não há grandes incômodos. E, quem está com grandes incômodos e necessidades não acredita na possibilidade de mudança, pelo excesso de poder do outro. Conclusão: quem tem o (1) não tem o (2) e vice-versa.

Modificar esta dinâmica é uma responsabilidade de todos. Não há uma pessoa específica com este papel. A sociedade como um todo é responsável. Entretanto, a complacência nos persegue, porque ela é rentável para quem está nos topos das cadeias de comando. Existe uma perigosa dependência do Polo Industrial de Manaus. Alguém duvida disso? Não. Assim, tapamos os olhos e ouvidos para qualquer alternativa a ele e declaramos como inimigos quem ousa questionar esta dependência. Até quando manteremos esta prática?

Será que o Ciclo da Borracha se repetirá? Ou será que abraçaremos a grande e enorme oportunidade que se abre com a globalização em risco, por meio de um risco de pandemia e uma moeda que desvaloriza? Abre-se novamente uma enorme oportunidade para o desenvolvimento da indústria nacional, neste novo patamar cambial. Prever câmbio futuro é uma quase-impossibilidade…

Dias atrás a revista Conjuntura Econômica falava em uma relação de R$ 3,60 / US$ 1 e nesta segunda-feira a relação é R$ 4,63 / US$ 1. Esta enorme desvalorização demonstra uma grande possibilidade para o desenvolvimento da indústria nacional. A economia se move rapidamente. A redução das operações de movimentações de cargas da China para o mundo trará uma nova oportunidade para a nossa indústria. Será um perigo não aproveitar.


Augusto César Barreto Rocha é doutor em Engenharia de Transportes (COPPE/UFRJ), professor da UFAM (Universidade Federal do Amazonas), diretor adjunto da FIEAM, onde é responsável pelas Coordenadorias de Infraestrutura, Transporte e Logística.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Biotecnologia na Amazônia: sem articulação, o potencial não vira poder

Amazônia em pauta: o medo do desenvolvimento

Sem soberania econômica, a Amazônia continuará sendo explorada

A ação da Fiesp e o desafio de uma política industrial menos concentrada

Amazônia: potencial desperdiçado também no setor aéreo

Assuntos Augusto Barreto Rocha, Complacência
Cleber Oliveira 9 de março de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Augusto Rocha e o livro sobre bioeconomia: atividade com potencial de mercado no Amazonas (Foto: Divulgação)
Economia

Bioeconomia no AM esbarra no descaso com o conhecimento regional

28 de outubro de 2024
Augusto Barreto Rocha
Augusto Barreto Rocha

O Inpa e o futuro da Amazônia

26 de setembro de 2022
Entrevista com o professor Augusto Rocha
Economia

‘Se a estupidez prevalecer, a Zona Franca não sobrevive’, diz professor da Ufam

18 de maio de 2022
Augusto Barreto Rocha
Augusto Barreto Rocha

200 anos de independência, ano 0 sem o Thiago de Mello

17 de janeiro de 2022

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?