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Economia

Bioeconomia no AM esbarra no descaso com o conhecimento regional

28 de outubro de 2024 Economia
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Augusto Rocha e o livro sobre bioeconomia: atividade com potencial de mercado no Amazonas (Foto: Divulgação)
Augusto Rocha e o livro sobre bioeconomia: atividade com potencial de mercado no Amazonas (Foto: Divulgação)
Do ATUAL

MANAUS – A Bioeconomia é o futuro da Amazônia, mas há dificuldades no caminho para alcançá-la porque o conhecimento regional não é aproveitado, afirma Augusto Barreto Rocha, especialista em logística e professor da Ufam (Universidade Federal do Amazonas). Augusto Rocha é um dos autores do livro “Estudos da Bioeconomia no Amazonas”, que será lançado quarta-feira no Cieam (Centro das Indústrias do Amazonas), em Manaus, a partir das 18h.

“Não existe bioeconomia sem juntar o conhecimento científico com o conhecimento tradicional dos ribeirinhos, dos povos originários da região. A bioeconomia precisa juntá-los. Além disso, precisamos da ajuda de uma ação empreendedora”, diz Rocha.

Para o professor, a junção dos conhecimentos exige investimento público e privado. “Só a participação da universidade e das comunidades não é suficiente, vamos precisar de investimentos, de capital privado. E no Amazonas temos poucas empresas dispostas a investir em biotecnologia”, diz.

Para que a bioeconomia seja uma realidade, segundo Augusto Rocha, o primeiro passo é a mudança de mentalidade. “Tem que mudar a mentalidade de todos, do governo, do empresariado, do ribeirinho e da universidade. Todos precisamos evoluir para uma construção sustentável, que perceba e respeite a importância de todos. Não podemos ignorar nenhum participante do processo”.

O livro é resultado de pesquisas de doutorado sobre biotecnologia. Está dividido em cinco seções com dois ou três capítulos cada que abordam o futuro sustentável da Amazônia.

“Os textos do livro são todos inéditos, com uma linguagem menos técnica, para que todos tenham acesso ao conteúdo científico. É fruto de um trabalho de organização, de divulgação científica, orientados por mim e pelos professores Dimas José e Rosana Zau”, diz Augusto Barreto Rocha.

O exemplar fará parte também de uma exposição na 30ª Conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre mudanças climáticas, a COP30, em Belém, em 2024.

Para Augusto Rocha, o agronegócio está se misturando com a bioeconomia e representa um perigo para a Amazônia. “Agente pode repetir o erro que cometeram no Mato Grosso, destruímos o Serrado plantando soja e podemos destruir a Amazônia também. Não podemos cometer o mesmo erro”, alerta.

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Assuntos Amazonas, Augusto Barreto Rocha, bioeconomia, destaque, Polo Industrial de Manaus
Milton Almeida 28 de outubro de 2024
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