O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Pontes Filho

Violência organizada

9 de fevereiro de 2015 Pontes Filho
Compartilhar

Cabeca coluna Pontes Filho

A violência organizada, seja a legítima seja a não legítima, constituiu-se, principalmente a partir do século XX, num grande e lucrativo negócio, difícil de frear e praticamente impossível de combater com base apenas num modelo fundado na repressão policial-judicial e em milionárias campanhas publicitárias de manipulação coletiva.

A violência legítima, aquela praticada com a tolerância da sociedade, inclusive com respaldo de regra jurídicas, apresenta-se em franca expansão, em especial sob a forma de veículos, produtos e serviços de entretenimento. Basta verificar a massa de adeptos entusiasmados que o “pão e circo” das lutas e competições pseudo-esportivas reúne. Associado a isso, estão certos práticas que não constituem propriamente modalidade esportiva, eivadas de violência física, violência verbal, exacerbação química etc. Aliás, a violência simbólica está organizada, também sob o manto da legitimidade conferida pelo direito, em novelas, em filmes, em revistas eletrônicas sensacionalistas da tragédia e outras tantas programações em veículos de comunicação de massa. Não podemos esquecer que violência praticada pelo Estado, por meio da polícia, do judiciário ou qualquer outro poder ou instituição, somente é legítima quando executada para defender a vida e a dignidade humana, em especial na proteção e assistência às vítimas de condutas criminosas.

Não é legítimo modernamente ao Estado, seja ele qual for, conforme as regras de direito internacional, e em muitos países no próprio direito pátrio, permitir que a população morra nos corredores de hospitais, não ofertar programas de socialização para convivência segura, não oportunizar educação qualidade às pessoas, não combater a corrupção, o saque e o desvio de recursos públicos, e responder aos protestos do povo nas ruas por seus direitos apenas com repressão policial e lavagem cerebral por meio de onerosas peças publicitárias. Essa violência, muito embora se tente persuadir massivamente do contrário, não é legítima, em que pese o catálogo de leis “úteis” que servem para garantir o refúgio da impunidade aos praticam ações ignóbeis enquanto proferem os mais belos discursos.

A condução a uma função ou cargo público, seja por via eletiva seja por via de concurso público, não pode ser considerada uma procuração em branco com legitimidade absoluta para que o gestor ou representante eleito, como também o servidor público ou a autoridade pública concursada, proceda como bem entenda ou atue sem o necessário comprometimento para com a superação da violenta realidade social e da viciada ineficácia institucional, buscando reorientar a sociedade numa perspectiva de liberdade, justiça, segurança e cidadania condizente com a dignidade humana.

Essa diretriz ética é essencial ainda para nortear ações que concorram para o tratamento e superação da violência não-legítima. Por mais que se busque combater repressivamente a violência não-legítima, aquela que consiste na delinquência e na criminalidade da economia do crime e das organizações criminosas, sem uma profunda revisão do papel do Estado e de sua relação com a sociedade, reformando seus poderes e diversas instituições, dificilmente se poderá alcançar resultados efetivos e duradouros contra a lucrativa máquina da violência organizada.


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Omar promete novas maternidades, mais médicos e nomeações na SSP

Cidade promete Auxílio Estadual de R$ 250 e convocação de concursados da Segurança

Cartolouco nega violência física e psicológica contra ex-namoradas

Amazonas registra 4 estupros de vulnerável por dia, aponta Sinesp

Policial militar é filmado agredindo mulher em hospital de Maraã

Assuntos criminalidade, delinquência, segurança pública, violência
Valmir Lima 9 de fevereiro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Omar promete novas maternidades, mais médicos e nomeações na SSP

17 de julho de 2026
Política

Cidade promete Auxílio Estadual de R$ 250 e convocação de concursados da Segurança

17 de julho de 2026
Cartolouco é acusado de gordofobia (Foto: YouTube/Reprodução)
Dia a Dia

Cartolouco nega violência física e psicológica contra ex-namoradas

14 de julho de 2026
Os números mostram crescimento praticamente contínuo ao longo do semestre (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Amazonas registra 4 estupros de vulnerável por dia, aponta Sinesp

14 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?