O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Orientado por Lula, PT direciona discurso para bater na economia sob Bolsonaro

24 de novembro de 2019 Política
Compartilhar
Lula e Gleisi Hoffmann lançam revista sobre o PT (Foto: Ricardo Stuckert/PT)

Por Fábio Zanini, da Folhapress

SÃO PAULO-SP – A perspectiva de algum crescimento econômico a partir de 2020 fez o PT ajustar o discurso crítico ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A legenda agora concede que vem aí uma retomada, ainda que modesta, mas passou a centrar fogo na qualidade dos empregos gerados e na aposta de que a melhora do ambiente econômico será sentida por apenas uma parcela da população, o que deve contribuir para o aumento da desigualdade social. Como sempre ocorre no partido, a senha foi dada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ainda de dentro da prisão.

Mais do que a crítica à Operação Lava Jato e à pauta conservadora do governo, a prioridade da sigla será a questão econômica. Ao deixar a prisão, no último dia 8, após 580 dias preso, o ex-presidente bateu duro na situação econômica, sobretudo nos empregos precários que vêm sendo gerados, simbolizados na imagem de entregadores de pizza que trabalham para aplicativos.

Também falou sobre a entrega do patrimônio público brasileiro pelo governo. “Pode haver algum crescimento, mas seu efeito não chega à porta da casa do trabalhador. Vai ser muito concentrado numa determinada faixa da população, mais favorecida”, diz o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad (PT), que disputou a eleição presidencial de 2018 contra Bolsonaro.

Em documento econômico lançado em agosto, quando a retomada ainda era menos comentada por analistas, o PT já esboçava um discurso nessa linha. “Ainda que a atual equipe econômica possa produzir melhoras pontuais nas expectativas empresariais e alguma recuperação episódica, não será capaz de construi um ciclo sustentável de investimentos e um novo modelo de desenvolvimento socialmente inclusivo”, diz trecho do Plano Emergencial de Recuperação de Emprego e Renda, lançado pelo diretório nacional petista.

As previsões de analistas são de que o crescimento do PIB em 2020 fique de 2% a 2,5%, puxado pelas taxas de juros em seu piso histórico. Juros baixos tendem a favorecer o consumo e a desestimular que o dinheiro seja aplicado em investimentos.

Isso não se reflete imediatamente no nível de pessoas ocupadas, contudo, e o próprio Bolsonaro foi comedido ao estabelecer uma meta para esse ponto até o final de seu mandato. Disse que quer chegar a 2022 com menos de 10 milhões de desempregados no país (são atualmente 12,8 milhões).

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), afirma que o eventual crescimento previsto para 2020 não será sustentável. “O Brasil pode até viver um processo de crescimento, mas será de estilo voo de galinha”.

“Os empregos que estão sendo criados são extremamente precários. Têm baixa remuneração e quase nenhum direito. Isso termina não trazendo o sentimento de melhora para população”, diz o senador.

A aposta do partido é que o componente nacional será forte na eleição municipal de 2020, polarizada nas figuras de Bolsonaro e Lula. Nesse cenário, a situação econômica acabará se impondo como o tema principal da campanha.

Outro ponto a ser abordado pelos petistas é rotular a agenda do ministro Paulo Guedes (Economia) de ultraliberal e vinculá-la a um processo de destruição do setor público e vassalagem aos interesses americanos.

Embora pareça um discurso um tanto embolorado, pode ter apelo num momento em que Bolsonaro se alia fortemente ao presidente americano, Donald Trump. “É hora de deixar claro que isso aqui está virando um quintal dos EUA”, afirma Fernando Haddad.

O documento econômico que foi lançado em agosto trata do tema. “As reformas ultraliberalizantes e a ortodoxia fiscal da gestão Guedes-Bolsonaro estão desmontando e comprometendo estruturas fundamentais para o desenvolvimento da indústria e da economia brasileira”, diz o texto.

O texto cita como exemplos desse suposto desmonte a ameaça de privatização de bancos públicos, a aprovação do acordo entre Embraer e Boeing e o abandono de instrumentos de defesa comercial, entre outros pontos. Para o deputado federal e ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (SP), a política econômica de Bolsonaro é simbolizada pela meta de corte do desemprego, que ele chama de ‘pífia’.

“Um governo que estabelece como meta terminar o governo com 10 milhões de desempregados não tem credibilidade”, declara. “Previram crescer 2,5% este ano e não vão conseguir. Agora estão jogando para o ano que vem”, diz Padilha.

A previsão de analistas, registrada na última edição do boletim Focus, do Banco Central, é de crescimento de 0,92% para 2019. Segundo o ex-ministro, o PT vai se concentrar nos próximos meses nos temas do emprego e do sofrimento das pessoas, além de insistir na falta de preparo da equipe econômica. “O Guedes a cada dia vem com uma coisa nova, e o Bolsonaro muda todas as medidas que ele apresenta”, diz.

Notícias relacionadas

Políticos do Amazonas marcam presença no Festival de Parintins

Dino, Moraes, Zanin e Gilmar votam por restrições brandas a penduricalhos no Judiciário

Lula afirma que nunca teve problema com as Forças Armadas e promete priorizar defesa

‘Se não nos entendermos, vamos perder a eleição’, diz Valdemar sobre briga entre os Bolsonaro

‘Pautas-bomba’ são inadministráveis, diz ministro sobre impacto no Orçamento da União

Assuntos Lula
Cleber Oliveira 24 de novembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Venezuela
Política

Lula anuncia envio de bombeiros e medicamentos para a Venezuela

25 de junho de 2026
Política

Datafolha: Flávio Bolsonaro é rejeitado por 48% dos eleitores; Lula, por 46%

20 de junho de 2026
Política

Datafolha: em cenário de 1º turno, Lula tem 41%, Flávio, 31%, Caiado, 3% e Renan Santos, 3%

20 de junho de 2026
Presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro
Política

Lula abre 9 pontos sobre Flávio Bolsonaro no 1º turno, diz BTG/Nexus

15 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?