O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
>Economia

Gilmar Mendes ‘limpa’ nome do Amazonas e libera empréstimo de R$ 400 milhões

16 de outubro de 2019 >Economia
Compartilhar
Wilson Lima e Raimundo da Silva Baia
O governador Wilson Lima e o gerente do Banco do Brasil Raimundo da Silva Baia (Foto: Diego Peres/Secom)
Da Redação

MANAUS – O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes determinou a retirada da inscrição do Estado do Amazonas no Cauc/Siafi (Sistema Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias), espécie de SPC da dívida pública. Mendes considerou a ausência de tomada de contas especial pelo TCU (Tribunal de Contas da União) no convênio firmado entre a Seinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura) e Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus). Isto é, não houve o procedimento pelo TCU para analisar o acordo.

De acordo com a PGE (Procuradoria-Geral do Estado), a inscrição do Amazonas no cadastro restritivo da União impede firmar convênios com o governo federal. O ‘nome sujo’ impossibilita o Estado de receber R$ 400 milhões de empréstimo do Banco do Brasil, assinado no último dia dia 2 de outubro. A inscrição no Cauc ficará suspensa até que o TCU finalize tomada de contas no convênio. Com a decisão de Mendes, o Estado pode obter o dinheiro do empréstimo.

“Vislumbro a probabilidade do direito do Estado-autor, considerando a inscrição nos cadastros federais de inadimplemento sem que tenha sido instaurada a tomada de contas especial referente ao convênio”, diz trecho da decisão.

Conforme a PGE, o Amazonas foi inscrito indevidamente no sistema de restrição devido a suposta irregularidade na execução física e financeira no Convênio n° 538497, firmado entre a Seinfra e a Suframa. O dinheiro foi usado para a construção de feira coberta em Pauini (a 923 quilômetros de Manaus).

Ainda de acordo com a PGE, houve repasse federal de R$ 367.596,69 e contrapartida de R$ 40.844,00 do Estado. No entanto, “apesar da execução de 68,18% da obra, a mesma foi 100% concluída” porque o Governo do Amazonas usou dinheiro do Termo de Convênio n° 034/13, firmado com a Prefeitura de Pauini, e recursos próprios.

Ofício expedido pela Caixa Econômica Federal diz que a execução e fiscalização do contrato ocorreu de acordo com a legislação do programa e as normas internas da Caixa. No mesmo ofício, segundo a PGE, é possível verificar que “a prestação de contas final foi aprovada pela Caixa em 23/09/2015, a qual fora encaminhada através de ofício n° 1292/2016/GIGOV/Mn de 04/11/2016 à Suframa”.

A PGE afirmou que, após cinco anos, mesmo com a obra em pleno funcionamento, a Suframa cobrou da Seinfra “pendências a serem sanadas”. Além disso, realizou a inscrição do Estado do Amazonas no Cauc/Siafi sem respeitar o contraditório, com a ausência de tomadas de contas especial, e “sem observar que a situação jurídica apresentada diz respeito aos gestores passados”.

Notícias relacionadas

Gilmar derruba direito de resposta de Jerônimo em vídeos de ACM Neto na Bahia

Gilmar derruba decisão sobre direito de resposta de Moro em caso sobre aborto

Decisão de Gilmar sobre Renan Santos foi com base em ação antiga no STF

Gilmar homenageia Fachin e critica Mendonça por ‘vazamentos seletivos’

‘Há um inequívoco viés político-eleitoral’, diz Gilmar sobre vazamentos de investigação

Assuntos Gilmar Mendes
Redação 16 de outubro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Gilmar derruba direito de resposta de Jerônimo em vídeos de ACM Neto na Bahia

3 de outubro de 2026
Política

Gilmar derruba decisão sobre direito de resposta de Moro em caso sobre aborto

3 de outubro de 2026
Ministro Gilmar Mendes
Política

Decisão de Gilmar sobre Renan Santos foi com base em ação antiga no STF

2 de outubro de 2026
Ministro Gilmar Mendes
Política

Gilmar homenageia Fachin e critica Mendonça por ‘vazamentos seletivos’

30 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?