O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Congresso retoma atividades legislativas em rota de colisão com o governo Bolsonaro

5 de agosto de 2019 Política
Compartilhar
Câmara dos Deputados
Insatisfação com o governo é maior entre senadores (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

Por Daniel Carvalho e Angela Boldrini, da Folhapress

SÃO PAULO-SP – Deputados e senadores retornam ao trabalho nesta semana depois de 20 dias de recesso em que o ‘vácuo de poder’ foi ocupado por uma sucessão de turbulências protagonizadas pelo chefe do Palácio do Planalto.

Se não bastassem as controvérsias provocadas pelas reformas da Previdência e tributária, a volta do Congresso vem contaminada pela indignação de parlamentares com episódios como o que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) se referiu preconceituosamente a governadores nordestinos como ‘paraíbas’ e aquele em que ironizou o desaparecimento do pai do presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) durante a ditadura militar (1964-1985).

O ambiente está conturbado também pelo mau humor de senadores que rejeitam a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, como embaixador em Washington.

Se ao fim do primeiro semestre já havia certa indisposição até de aliados, alguns senadores veem na rejeição do nome do deputado, que deve ser oficializado nesta semana, uma maneira de mostrar a Bolsonaro que ele precisa ter limites.

Por outro lado, governistas viram nos elogios feitos pelo presidente dos EUA, Donald Trump, um argumento relevante para os que defendem que não há nepotismo e que o filho do presidente é o nome adequado para o posto.

O líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), diz que “seria um desvio das ações” da Casa se senadores resolvessem passar recado ao presidente rejeitando a indicação de Eduardo. “Acho que tudo vai andar na normalidade. Não vejo que vamos ter problemas de obstrução”, diz Olímpio.

Já o comentário sobre os governadores, em especial o do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), pode ter reflexo negativo na segunda votação da Previdência no plenário da Câmara.

O senador Otto Alencar (PSD-BA) diz que a declaração do presidente gera desconfiança e que, sem garantia de que Bolsonaro cumprirá com promessas feitas aos governadores, como a de revisão do pacto federativo, os cinco deputados ligados a ele podem votar contra a PEC (proposta de emenda à Constituição) no segundo turno.

“Já conversei com alguns deles e não estão dispostos a votar no segundo turno. Não dá para acreditar num presidente da República que diz ‘este cara não vai ter nada’”, afirma Alencar, referindo-se à menção feita por Bolsonaro a Flávio Dino.

Enquanto a Câmara tenta finalizar nesta semana a votação da Previdência, o Senado trabalha uma PEC paralela para incluir estados e municípios na reforma.

Além da Previdência, a Câmara se prepara para abraçar neste segundo semestre a reforma tributária, outra pauta encampada pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Os deputados já analisam uma proposta interna em comissão especial. A ela deve se somar a proposição do governo. Já o Senado pretende fazer andar o pacote anticrime, sua versão de reforma tributária e projetos que tratam de criminalização da homofobia e da descriminalização do uso da maconha para fins medicinais.

A Casa terá ainda que apreciar o nome de quem Bolsonaro escolher para comandar a PGR (Procuradoria-Geral da República), pois o mandato de Raquel Dodge termina em setembro. A partir de reuniões de bancadas marcadas para esta semana, o Legislativo também irá decidir como se posicionar diante das revelações feitas pelas pessoas presas sob suspeita de hackear telefones de autoridades.

O clima entre Legislativo e Executivo não vinha tranquilo desde o primeiro semestre. Apesar dos esforços concentrados de Maia na aprovação da Previdência, líderes partidários enviaram uma série de recados ao Planalto durante os primeiros meses da gestão Bolsonaro.

O centrão articulou, por exemplo, a derrubada do decreto que fazia alterações no sigilo de documentos, mudou pontos importantes da medida provisória que reestruturava a Esplanada e aprovou uma PEC que restringe os poderes do Executivo sobre o Orçamento.

Até o ministro Paulo Guedes (Economia), considerado no começo do ano como intocável, virou vidraça nos últimos meses. Ele chegou a ser criticado por Maia, que é seu principal fiador dentro da Casa. No fim do recesso, parlamentares tornaram a externar insatisfação com Guedes e dão a ele o fim do ano como data limite para uma melhora no ambiente econômico. A reclamação é que a equipe econômica focou todos os esforços na reforma da Previdência e agora eles querem uma pauta mais diversificada, que abrace temas como abertura do sistema financeiro e o pacto federativo.

“Chegou o fim do ano e nada aconteceu, ele é ex-ministro. Não tenha a menor dúvida”, afirma o líder do Podemos na Câmara, José Nelto (GO).

Notícias relacionadas

David Almeida promete implantar no Estado modelo de gestão municipal

Horário de votação no Amazonas nas eleições será das 7h às 16h

Flávio Dino suspende ordem de André Mendonça e reintegra diretor da PF

Empresários da indústria pedem bom senso aos ministros do STF para encerrar crise

Fachin dá 72 horas para Mendonça responder a pedido da AGU sobre afastamento de diretor da PF

Assuntos congresso nacional, Jair Bolsonaro
Cleber Oliveira 5 de agosto de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Relatora Leila Barros disse que o fim do imposto representa justiça tributária (Foto: Saulo Cruz/Agência Senado)
Economia

Comissão aprova fim da ‘taxa das blusinhas’ nas compras de até R$ 260

2 de setembro de 2026
Câmara dos Deputados
Política

Farra das emendas: ministro anula recursos de políticos sem mandato

25 de agosto de 2026
Plenário do STF
Política

STF marca para setembro retomada do julgamento da Lei da Ficha Limpa

22 de agosto de 2026
carlos e jair bolsonaro
Política

Moraes autoriza que Jair Bolsonaro volte a receber visitas dos filhos 02 e 04

21 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?