O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Reforma trabalhista é tabu entre presidenciáveis

18 de setembro de 2014 Política
Compartilhar

reforma trabalhista

SÃO PAULO – Diante das demandas de empresários e sindicalistas, os três principais candidatos à Presidência têm se comprometido a modernizar a legislação trabalhista, embasada na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) de 1943 . No entanto, quando questionados objetivamente sobre as medidas concretas que pretendem adotar, Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) se esquivam com respostas evasivas.

Ontem foi a vez de Dilma. Provocada por um empresário em encontro na Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic) a dizer se fará mudanças na legislação trabalhista, a presidente respondeu: “Quando se mudam as relações de trabalho, a legislação tem que mudar. Essas mudanças precisam ser feitas para garantir que todas as alterações sejam absorvidas. Agora, vamos ter clareza disso, (mudar) 13.º, férias e horas extra, nem que a vaca tussa”.

Poucos minutos depois, questionada por jornalistas sobre quais mudanças pretende fazer na legislação, Dilma apenas reafirmou o que não fará e citou um exemplo do ano passado. “Eu não mudo direitos na legislação trabalhista. O que nós podemos fazer é, por exemplo, o caso da lei do menor aprendiz.” Alterada em 2013, a Lei do Jovem Aprendiz permite que adolescentes de 15 anos sejam contratados como estagiários, desde que a empresa custeie um curso profissionalizante.

Embora fale em mudar as regras para acompanhar a evolução do mercado de trabalho, Dilma não revela detalhes de seus planos nem para aliados como a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Em julho, a central entregou à presidente um caderno de 56 páginas com reivindicações. Segundo a CUT, Dilma não disse nem sim nem não.

Na véspera, em um encontro com jovens empresários em São Paulo, Marina adotou postura semelhante à de Dilma. Indagada diversas vezes sobre as leis trabalhistas, negou que proponha uma “flexibilização da CLT”, mas disse que vai apresentar propostas para melhorar os direitos dos trabalhadores. “É uma discussão delicada e ainda não está resolvida dentro da nossa aliança. Mas vamos fazer uma atualização dessas leis, preservando tanto a segurança do empregadores como dos trabalhadores”, justificou a candidata do PSB. Em seu programa de governo, Marina defende “disciplinar a terceirização de atividades com regras que a viabilizem”, sem mais detalhes.

No início da campanha deste ano, Aécio também chegou a sinalizar em encontros com empresários que estaria disposto a flexibilizar a CLT para alguns setores específicos, como o de turismo. Pressionado pela Força Sindical, que apoia sua candidatura, acabou recuando.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

‘Juntos vencemos a poderosa Fiesp’, diz Braga após vitória da ZFM na Justiça

Arcebispo diz que eleitor deve analisar histórico dos candidatos antes de votar

Comissão da Câmara aprova PEC que reduz maioridade penal de 18 para 16 anos

Comissão de Economia do Senado aprova piso de R$ 14,5 mil para médicos e dentistas

‘Voto não é mercadoria’, diz Arquidiocese ao alertar sobre corrupção eleitoral

Assuntos CLT, propostas, Reforma Trabalhista
Valmir Lima 18 de setembro de 2014
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

As mullheres buscam maior equidade com os salários dos homens
Economia

Entenda as mudanças na jornada de trabalho 6×1 aprovadas pela Câmara

28 de maio de 2026
carteira de trabalho
Economia

Emprego preferido do brasileiro é com carteira assinada, mostra pesquisa

10 de abril de 2026
Produção de motos em Manaus (Foto José Paulo Lacerda/CNI)
Economia

Em 3 anos, Amazonas teve 82.709 novos empregos com carteira assinada

7 de janeiro de 2026
Grupos de teatro podem consultar editais para festival (Foto: Fetam/Divulgação)
Economia

Setor de cultura empregou 5,9 milhões de trabalhadores em 2024

12 de dezembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?