O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia.

MPF pede que proibição da pesca no Rio Jauaperi seja mantida

22 de março de 2018 Dia a Dia.
Compartilhar
Seguro-Defeso beneficia pescadores artesanais em todo o Amazonas (Foto: INSS/Atual)
MPF alega que pretende evitar pesca predatória em área de reserva indígena entre o Amazonas e Roraima (Foto: INSS/Atual)

Da Redação

MANAUS – O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas apresentou manifestação à Justiça, contra a União e o Ibama, pedindo a manutenção da sentença que proíbe a pesca comercial, ornamental e esportiva no Rio Jauaperi, na região entre o Paraná do Maçueira e o posto de fiscalização da Terra Indígena Waimiri Atroari, na fronteira entre os Estados do Amazonas e de Roraima. Impactos negativos decorrentes dessas modalidades de pesca, com exceção da de subsistência, podem interferir na sustentabilidade do acesso aos recursos pesqueiros e a manutenção das condições de vida dos habitantes da região.

Na manifestação, o MPF ressalta o risco de dano irreversível ou de difícil reparação ao meio ambiente e alega que muito raramente este poderá retornar, de forma completa, ao estado inicial dos recursos pesqueiros, após ser degradado. O Rio Jauaperi é a principal fonte de subsistência de dezenas de comunidades ribeirinhas e do povo Waimiri Atroari e não há, atualmente, ações específicas adotadas pelo Comitê Permanente de Gestão da Bacia Amazônica no sentido de regulamentar a pesca na área.

Além da proibição da pesca irregular, na ação movida pelo MPF, é pedido ainda a responsabilização da União e do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) quanto a colocação de placas de identificação no rio, com informação direta aos pescadores profissionais cadastrados e suas respectivas associações e cooperativas; a realização de fiscalização contínua na região afetada pela pesca irregular; e a realização de pesquisa científica, com prazo de 12 meses para conclusão, dos estoques pesqueiros no rio Jauaperi.

A União e o Ibama apresentaram recursos contra a sentença, que segue processo em tramitação na 1ª Vara Federal do Amazonas, sob o número 2009.32.00.003350-1.

Histórico

O objeto da ação foi inicialmente ajuizado pelo Centro de Estudos em Direito Ambiental (Cedam), no qual narra que, nos anos de 2004 e 2005, houve escassez de peixes na região do rio Jauaperi. Grupos comunitários que vivem na região denunciaram, à época, diversos episódios que envolvem ameaças sofridas por barcos “geleiros”, caçadores e tartarugueiros. Nos depoimentos, mencionaram o período pelo qual suas famílias passaram fome, porque não conseguiam pescar o necessário para sua subsistência.

A partir do acontecimento desse fenômeno, os comunitários elaboraram um acordo de pesca para garantir a sustentabilidade dos habitantes da região, tendo sido regulamentado, à época, por instrução normativa pelo Ibama. Após o fim da validade do acordo, em 2009, não houve nenhum interesse do Ibama em realizar novas tratativas para garantir a continuidade do mesmo, o que motivou o Cedam a buscar a Justiça.

A sentença ressalta as inúmeras tentativas do MPF – que assumiu a autoria da ação posteriormente – de celebrar um Termo de Ajustamento de Conduta Ambiental para buscar uma solução consensual para o impasse, mas entraves de ordem burocrática por parte do Ministério da Pesca impediram o avanço das negociações.

Estudos

Sem acordo, a Justiça decidiu proibir a pesca comercial, ornamental e esportiva em toda a extensão do rio Jauaperi e determinou, entre outras medidas, a realização de estudos de verificação da necessidade de manter a proibição e pesquisas científicas dos estoques pesqueiros, o que nunca ocorreu. “Estou convencida de que os requeridos não apresentaram resposta científica válida a garantir que a liberação das diversas modalidades de pesca na região não trará prejuízos ao ecossistema, ao bioma Amazônia e à preservação das comunidades tradicionais e indígenas que de lá subsistem”, sustenta trecho da sentença, proferida pela juíza federal Jaiza Fraxe, em agosto de 2017.

No recurso apresentado em março deste ano, o MPF reforça a ausência de realização dos estudos passados tantos anos após a determinação judicial e acrescenta ainda que a fiscalização na região tem sido insuficiente, conforme demonstrado em diversas ocasiões no processo, inclusive com pedido de aplicação de multa pelo Ibama.

Notícias relacionadas

Governo repassa 2ª parcela para elaboração do Plano Diretor da Bacia do Tarumã-Açu

TRE autoriza candidato a presidente a mudar domicílio eleitoral para o AM

Amom cobra explicação da SES sobre o Sisreg e funcionamento do Saúde AM Digital

Caso dos respiradores muda de relatoria no STJ após suspeição de ministro

Governador anuncia concurso e reajuste de 4,14% para servidores da Educação

Assuntos Amazonas, Ibama, MPF-AM, Waimiri-Atroari
Cleber Oliveira 22 de março de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Reitor da UEA e Roberto Cidade
Dia a Dia

Governo repassa 2ª parcela para elaboração do Plano Diretor da Bacia do Tarumã-Açu

23 de junho de 2026
cabo daciolo
Política

TRE autoriza candidato a presidente a mudar domicílio eleitoral para o AM

23 de junho de 2026
Política

Amom cobra explicação da SES sobre o Sisreg e funcionamento do Saúde AM Digital

23 de junho de 2026
Dia a Dia

Caso dos respiradores muda de relatoria no STJ após suspeição de ministro

23 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?