Postos de combustíveis em Manaus elevam preço da gasolina e ignoram redução da Petrobras

Neste posto BR, o preço do litro da gasolina estava R$ 3,35 nesta semana e voltou ao preço de R$ 3,85 praticando antes da redução (Foto: Divulgação)

Neste posto BR, o preço do litro da gasolina estava R$ 3,35 nesta semana e voltou ao preço de R$ 3,85 (Foto: Divulgação)

Da Redação

MANAUS – Os postos de combustíveis de Manaus elevaram os preços da gasolina comum e aditivada neste fim de semana para o patamar de antes da redução de preços promovida pela Petrobras, no mês passado e neste mês. No dia 15 de outubro, a Petrobras anunciou nova política de preços de combustíveis, tendo entre as premissas a paridade internacional, e também uma redução nos valores nas refinarias. A redução média no preço da gasolina foi de 3,2%.

Nesta semana, no dia 8, A Petrobras anunciou uma nova redução dos preços da gasolina e do diesel nas refinarias. A queda do preço do diesel será de 10,4% do e da gasolina, de 3,1%. A estatal calculou que se a redução fosse integralmente repassada nas bombas ao consumidor final, o preço do diesel poderia cair 6,6%, ou cerca de R$ 0,20 por litro. A redução nos preços da gasolina seria de queda de 1,3% ou R$ 0,05 por litro.

Na ocasião da primeira redução, os postos de Manaus passaram a praticar um preço promocional que fez cair o valor do litro de R$ 3,75, em média, para até R$ 3,39. Neste sábado, os preços voltaram para R$ 3,85.

O aumento de preços dos combustíveis, principalmente da gasolina, foi confirmado nesta semana pela ANP (Agência Nacional de Petróleo), na pesquisa semanal de preços, depois do anúncio da Petrobras de redução dos preços nas refinarias. Na semana encerrada na sexta-feira, 11, o preço médio da gasolina no país foi de R$ 3,681 o litro ante o valor médio de R$ 3,676 registrado na semana anterior.

Em Manaus, a última pesquisa da ANP, realizada do dia 6 ao dia 12, mostra o preço médio do litro a R$ 3,53, mas já apontava o preço máximo de R$ 3,85, preço que se consolidou neste fim de semana. A explicação é simples: os preços da Pesquisa ANP foram coletados entre os dias 8 e 9 deste mês, portanto, antes do reajuste nas bombas.

Os donos dos postos de combustível têm justificado o resultado pela alta do preço do álcool anidro, que entra na composição da gasolina com o percentual de 27%.

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