Eleições municipais mostram fragmentação partidária para 2018

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Encerrado o segundo turno das eleições municipais, nesse domingo, 30, a eleição de novos prefeitos projeta um cenário para 2018 fragmentado, inclusive dentro de três grandes partidos. No PSDB, a eleição de João Dória em São Paulo fortaleceu o governador Geraldo Alckmin. Em Belo Horizonte, a derrota de João Leite enfraqueceu Aécio Neves. O PT tentará se reerguer das cinzas. A derrota nas urnas atingiu direto o ex-presidente Lula que não conseguiu atrair votos para seus candidatos. Pela primeira vez em sua história, o partido ficou sem prefeituras no ABCD paulista. Já o PMDB manteve a base de poder nos municípios, mas não com capacidade para proporcionar apoio nacional ao governo Temer. Prefeituras de grandes cidades ficaram com partidos ‘nanicos’. No Rio de Janeiro, o PRB de Marcelo Crivella; em Curitiba, o PMN de Rafael Greca; e em Belo Horizonte, o PHS de Alexandre Kalil. A pulverização, segundo analistas políticos, é resultado da descrença nos grandes partidos e do sentimento de renovação com os pequenos.

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