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Esporte

Vôlei de praia terá ‘bolha’ em Saquarema na volta às competições

6 de agosto de 2020 Esporte
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A volta do vôlei de praia no Brasil vai ser no formato de “bolha”(Inovafoto/CBV)
Da Folhapress

A volta do vôlei de praia no Brasil vai ser no formato de “bolha”, como nas principais ligas americanas. Serão duas etapas do Circuito Brasileiro em Saquarema, no litoral do estado do Rio de Janeiro, dentro do CDV (Centro de Desenvolvimento do Vôlei), com rígido controle sanitário, segundo a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei).

De acordo com o superintendente de vôlei de praia da confederação, Virgílio Pires, o protocolo de prevenção prevê que todos os atletas farão testes para Covid-19 entre nove e três dias antes da competição. “O resultado será enviado à CBV e, só diante disso, será confirmada sua inscrição. Claro que o atleta que testar positivo não irá competir. Um dia antes, os atletas irão chegar a Saquarema, responder a um questionário, aferir a temperatura, fazer a oximetria e passar por um novo teste de Covid”, ele explica.

Só se esse segundo teste também der negativo o atleta terá autorização para entrar na bolha. “A partir do momento em que entra no CDV, o atleta só sai após a eliminação ou no último dia para retorno. Lembramos que as refeições e hospedagem serão também dentro do nosso centro, respeitando horários para não haver aglomeração e obedecendo o distanciamento social”, continua Pires.

Diferente do usual, os torneios masculino e feminino não serão concomitantes. Na primeira etapa, o feminino será de 17 a 20 de setembro e o masculino de 24 a 27. Na segunda, o feminino vai de 15 a 18 de outubro e o masculino de 22 a 25. Depois, a CBV promete realizar mais uma etapa em novembro, em local a definir, também com separação entre masculino e feminino, e duas em dezembro.

“A retomada das etapas também terá a participação do número de atletas de forma gradual. Iniciaremos com um número menor do que o habitual. E o protocolo será exatamente o mesmo com todos os envolvidos. Faremos o mesmo procedimento dos atletas nas comissões técnicas, arbitragem, fornecedores, colaboradores do CDV, e em todo o staff da CBV”, explicou Pires. Na temporada passada, cada etapa teve 56 duplas de cada naipe, sendo 24 entrando no pré-qualifying, 16 no qualifying e outras 16 na chave principal.

Patrocinado pelo Banco do Brasil, o circuito tem premiações expressivas. Na temporada passada, cada uma das sete temporadas distribuiu R$ 512 mil em prêmios (somando masculino e feminino), sendo R$ 46 mil para cada dupla campeã. É dessas premiações que vem a principal fonte de renda dos atletas, especialmente aqueles que não jogam o Circuito Mundial e não têm patrocínio permanente. Com a pandemia e a suspensão dos torneios em março, eles ficaram sem renda. Também o Superpraia, que paga R$ 50 mil a cada dupla campeã, foi cancelado.

Com a liberação do treinamento em praias, a maior parte das principais duplas do país já voltou a treinar. Também o Circuito Mundial já voltou na Europa, mas com etapas de premiação baixa (US$ 1.000 para a dupla campeã), que não paga a viagem internacional. Não há previsão de etapa de nível 4 estrelas este ano. A única da temporada foi em Doha, nos dias antes de o mundo parar por causa da pandemia. O único brasileiro em atividade hoje é o campeão olímpico Ricardo, que mora em Orlando e está jogando o circuito profissional dos Estados Unidos, o AVP.

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Assuntos brasil, competições, Covid-19, vôlei feminino
Redação 6 de agosto de 2020
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