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Dia a Dia.

Venezuelanos estão proibidos de acampar na rodoviária de Manaus, diz secretária

28 de agosto de 2019 Dia a Dia.
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acampamento venezuelanos
Operação Acolhida nesta quarta-feira, 28, retirou 536 imigrantes do acampamento no entorno da rodoviária (Foto: Patrick Motta/ATUAL)
Por Iolanda Ventura, da Redação

MANAUS – Refugiados venezuelanos estão proibidos de acampar no entorno da Rodoviária Engenheiro Huascar Angelim, em Manaus, e deverão ficar na Arena Amadeu Teixeira, na Avenida Constantino Nery, zona centro-sul, por no máximo sete dias, diz Fernanda Ramos, secretária-adjunta da Seas (Secretaria de Assistência Social do Estado). Na manhã desta quarta-feira, 28, o Exército realizou a Operação Acolhida, para retirada de 536 imigrantes do acampamento improvisado no local.  

De acordo com Fernanda Ramos, o prazo de uma semana é para que as Forças Armadas concluam na rodoviária um local para abrigo dos venezuelanos. “As famílias que estão na Arena Amadeu Teixeira ficarão nesse espaço num período de no máximo sete dias, que é o tempo que as Forças Armadas vão preparar aqui nessa área da rodoviária a estrutura para que os venezuelanos que necessitarem, que chegarem à Manaus ou que tiverem necessidade de pernoite, as Forças Armadas vão garantir essa segurança para eles”, explica.

Em virtude da operação, os refugiados não poderão retomar os abrigos montados nas proximidades da rodoviária. “Então nos próximos dias não vai ser permitido mais acampar nessa área. Quem vai coordenar, organizar esse processo são as Forças Armadas e como eu disse, com o apoio do Estado e da Prefeitura de Manaus”, diz a secretária-adjunta da Seas.

Resistência

Apesar da ação de acolhida, alguns dos imigrantes ofereceram resistência para retirada. Sobre o risco de voltarem, Fernanda Ramos explica que a sensibilização é usada para convencer as pessoas a irem para o abrigo.

“Isso é todo um processo de sensibilização das nossas equipes de conscientizar essas pessoas, que a presença delas nessa área acaba gerando para elas uma insegurança, porque elas ficam vulneráveis a situações de risco, a questão mesmo da exploração do trabalho, a questão da exploração sexual e outros riscos que a gente conhece”, afirma a secretária.

A Seas não descarta a possibilidade de retorno dos venezuelanos à rodoviária. “A gente também tem que considerar que nós estamos lidando com uma demanda de pelo menos 15 mil venezuelanos que entraram na cidade de Manaus nos últimos anos. Então, o risco de voltar para essa área existe, mas a gente tem uma segurança maior com a presença das Forças Armadas”, alega.

Posto de Interiorização

Conforme a secretária-ajunta da Seas, um novo lugar deve ser disponibilizado para regularizar situação dos refugiados. “A gente também agora está em processo de construção do posto de interiorização e triagem que é na Torquato Tapajós. As famílias que foram retiradas daqui da rodoviária que foram levadas para a Arena Amadeu Teixeira, se elas estiverem aptas em relação à regularização de documentos, CPF, solicitação de refúgio em dia, se tiverem interesse para o processo de interiorização, seriam enviadas para outro estado”, diz Fernanda Ramos.

As pessoas que desejarem permanecer, deverão ser inseridas na sociedade. “Aquelas que não tiverem interesse de ir para outro estado, cabe ao governo, à prefeitura, aos organismos internacionais, garantir esse processo de integração local por meio da capacitação, da inserção no mercado de trabalho, da oferta de serviços básicos, saúde, educação, assistência social”, explica.

(Colaborou Patrick Motta)

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Assuntos Amazonas, Arena Amadeu Teixeira, Forças Armadas, refugiados, rodoviária de manaus, venezuelanos
Redação 28 de agosto de 2019
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