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Economia

Venda de cimento cresce em julho e chega a 5,9 milhões de toneladas

9 de agosto de 2024 Economia
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Cimento tem preço reajustado em razão de Covid-19 e seca, mas preços não recuam após normalização das situações (Foto: Murilo Rodrigues/AM ATUAL)
Venda de cimento cresceu em julho, mesmo com pouco crédito na construção civil (Foto: Murilo Rodrigues/AM ATUAL)
Por Jorge Barbosa, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – As vendas de cimento somaram 5,9 milhões de toneladas (mt) em julho, aumento de 6,6% em comparação com o mesmo mês do ano anterior, de acordo com o SNIC (Sindicato Nacional da Indústria de Cimento). A comercialização do produto no acumulado dos sete primeiros meses foi de 36,449 milhões de toneladas, alta de 2%.

As vendas de cimento por dia útil em julho atingiram 234 mil toneladas, aumento de 0,5% na comparação com o mesmo mês de 2023.

O setor está afetado pela dificuldade no acesso ao crédito em meio a taxa de juros elevada (10,5%) e endividamento da população com o sistema financeiro, que permanece elevado em 47,5% e próximo ao recorde da série histórica (49,9%) de 2022, apesar de apresentar uma trajetória de queda.

Por outro lado, a queda do desemprego e aumento no rendimento da população elevou a confiança dos consumidores pelo segundo mês consecutivo, impulsionado, majoritariamente, pelas faixas de renda mais baixas. Já o setor de construção civil demonstra otimismo, influenciado pela recuperação das expectativas empresariais sobre a demanda nos segmentos de edificações, infraestrutura e serviços especializados.

As vendas de materiais de construção e o número de financiamentos imobiliários acompanharam essa percepção e registram alta acumulada até junho.

“A indústria registrou pela primeira vez no ano crescimento em todas as regiões do país, reflexo da sazonalidade da maior comercialização do cimento no segundo semestre. Por outro lado, há uma efetiva preocupação com o ambiente externo e seu impacto na economia brasileira, particularmente com insumos importados da atividade”, afirmou em nota o presidente do SNIC, Paulo Camillo Penna.

Conforme destaca o SNIC, o programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) passou por mudanças mais duras para os imóveis usados da Faixa 3, tendo como objetivo conter a alta de financiamentos dessas unidades e preservar a essência do programa que busca atender a população com baixo poder aquisitivo e garantir recursos para compra de imóveis novos. “Ainda carece de avaliação de impacto os cortes determinados pelo governo”, diz a entidade, apontando o risco sobre o orçamento do Ministério das Cidades e o MCMV.

O SNIC cita ainda o crescimento no índice de confiança em julho pelo quarto mês seguido. “A percepção sobre a demanda continua avançando, enquanto o nível de estoques melhora gradualmente, com uma expectativa positiva em relação ao ambiente de negócios para o fim do ano e a novas contratações”, afirmou a entidade em nota.

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Assuntos cimento, Construção Civil
Cleber Oliveira 9 de agosto de 2024
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