O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Vacinação favorece PIB, mas inflação e desemprego preocupam

16 de julho de 2021 Economia
Compartilhar
Salão de beleza
Salões de beleza: setor de serviços recupera o fôlego na economia (Foto: Secom/Divulgação)
Por Leonardo Vieceli, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – Com o avanço da vacinação contra a Covid-19, a economia brasileira caminha para um cenário mais positivo no segundo semestre, apontam analistas. A imunização tende a favorecer a retomada do setor de serviços, que sofreu mais na pandemia com as restrições adotadas para conter o coronavírus.

A perspectiva de alívio, contudo, não elimina todos os riscos do cenário dos próximos meses. Nesse sentido, tensão política, desemprego em alta e inflação pressionada pela crise hídrica podem frear o ritmo de retomada do PIB, dizem analistas.

A prestação de serviços responde por cerca de 70% do PIB (Produto Interno Bruto) pela ótica da oferta. O setor também é o maior empregador do país, reunindo grande variedade de negócios – de bares, restaurantes e hotéis a instituições financeiras e de ensino.

A pesquisadora Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), concorda com a leitura de que a vacinação tende a gerar um cenário mais positivo no segundo semestre.

A economista destaca que a melhora do setor de serviços pode beneficiar o mercado de trabalho, bastante abalado pela pandemia. Entretanto, fatores como a inflação em alta e as incertezas sobre o comportamento de variantes do coronavírus deixam o alerta ligado.

“A visão é mais otimista, sim, mas existem riscos”, diz Silvia. “Temos vários ingredientes que, dependendo de como se misturarem, podem gerar uma combinação mais positiva ou negativa”, completa.

Mesmo com esses riscos, o mercado financeiro tem elevado as projeções de crescimento da economia em 2021, na esteira do avanço da imunização e de menores restrições a atividades.

Conforme a edição mais recente do boletim Focus, divulgada na segunda-feira (12), a estimativa de alta do PIB passou de 5,18% para 5,26% neste ano. Foi a 12ª elevação em sequência. O relatório reflete semanalmente a avaliação de analistas consultados pelo BC (Banco Central).

O governo federal também pegou carona na onda mais otimista. Nesta quarta-feira (14), a equipe econômica revisou projeção de crescimento do PIB em 2021, de 3,5% para 5,3%.

“A imunização está começando a alcançar as pessoas com uma vida social mais agitada. Isso dá um impulso para o PIB, porque serviços dependem mais da relação pessoal com os consumidores. A vacinação traz confiança”, diz Alex Agostini, economista-chefe da agência de classificação de risco Austin Rating.

“Por outro lado, o país tem um ambiente fiscal duvidoso, com inflação e desemprego fortes, e a CPI da Covid expõe o governo”, pondera.

Nesta quarta-feira, também houve a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). O indicador, que serve como termômetro da atividade econômica, registrou queda de 0,43% em maio, frente ao mês anterior.

Para Alexandre Espirito Santo, economista da Órama e professor do Ibmec-RJ, o resultado sinaliza que a atividade ainda encontrava desafios para a retomada. Na visão dele, a tendência é de uma melhora nos meses seguintes, em razão do avanço da vacinação.

A retomada, contudo, pode ser freada pelos riscos que seguem no cenário, incluindo inflação e desemprego em níveis altos.
“Ainda existem algumas interrogações. O PIB brasileiro depende de serviços. Para o setor ganhar força, é necessário que as pessoas consigam sair de casa. Isso pode ajudar no segundo semestre. Mas também é necessário que elas tenham emprego”, salienta.

No meio empresarial, já há relatos mais otimistas de setores que sofreram com a chegada da pandemia. É o caso de bares e restaurantes.

Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), afirma que a imunização e o menor nível de restrições provocaram melhora nos negócios nos últimos meses.

“Primeiro, é preciso dizer que a melhora é em cima de uma base de comparação muito baixa”, afirma Solmucci. “As restrições estão menores. A reabertura (de bares e restaurantes) foi possível por causa da vacina”, emenda.

Segundo ele, existem estabelecimentos que já estão operando com nível de faturamento nominal (sem considerar a inflação) equivalente a mais de 90% do registrado em 2019. “O consumidor que voltou está gastando mais. Está se dando um presente na pandemia”, relata.

Em junho, o ICC (Índice de Confiança do Consumidor) subiu 4,7 pontos no país, para 80,9 pontos. É a maior marca desde novembro de 2020, conforme o FGV Ibre.

Já o ICE (Índice de Confiança Empresarial) avançou 4,3 pontos frente a maio, para 98,8 pontos. Trata-se do patamar mais elevado desde dezembro de 2013. O indicador também é divulgado pelo FGV Ibre.

Outro setor que aponta melhora recente nos negócios é o de turismo. Roberto Nedelciu, presidente da Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo), diz que a procura por viagens tem crescido com a vacinação.

Caso não haja nova piora da crise sanitária, as operadoras tendem a recuperar o nível de vendas do pré-pandemia no segundo trimestre de 2022, conforme Nedelciu. Antes, esperava-se que a retomada desse patamar ocorresse só no terceiro trimestre do próximo ano, acrescenta o dirigente.

“Com a pandemia, as pessoas estão procurando destinos mais abertos, fora dos grandes centros urbanos”, conta.

Durante a crise sanitária, enquanto a prestação de serviços foi prejudicada, setores como a agropecuária continuaram no azul. O bom momento do campo causa reflexos positivos em atividades como a indústria de máquinas e equipamentos, que projeta fechar 2021 com crescimento total de 18%. A estimativa é da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos).

“O setor vai continuar crescendo”, afirma José Velloso, presidente-executivo da Abimaq.

Segundo o dirigente, o desempenho da indústria extrativa, beneficiada pela procura por commodities no mercado internacional, também vem incentivando a venda de máquinas e equipamentos no país.

Notícias relacionadas

Empresas aéreas lucraram R$ 4,3 bilhões em 2025, informa a Anac

Indústria de calçados e importadores dos EUA são contra tarifas ao Brasil

China amplia acordos na África para não depender do dólar

Um único data center renderia R$ 1,5 bilhão ao PIB, mostra estudo

Indústria do chocolate cresce no Brasil e movimenta R$ 42,5 bilhões

Assuntos pib, vacina contra a Covid-19, vacinação contra a Covid-19
Murilo Rodrigues 16 de julho de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Data center em Fortaleza: expansão da tecnologia de informação no Brasil (Foto: MinC/Divulgação)
Economia

Um único data center renderia R$ 1,5 bilhão ao PIB, mostra estudo

7 de julho de 2026
Economia

AM é o terceiro estado com maior projeção de aumento da economia

3 de julho de 2026
Economia

Economia brasileira cresce no 1º trimestre puxada pela agropecuária

29 de maio de 2026
Praça da Matriz é um dos locais de concentração de pessoas que vivem na rua em Manaus (Foto: Milton Almeida/AM ATUAL)
Dia a Dia

Manaus é a 20ª capital em qualidade de vida no Brasil, mostra estudo

20 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?