O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

União de candidatos de centro pode influenciar pleito, diz Capobianco

26 de setembro de 2018 Política
Compartilhar
Um dos assessores mais próximos de Marina, Capobianco a representou numa reunião do chamado polo democrático e reformista – iniciativa do ex-presidente FHC (Foto: Reprodução/YouTube)

Do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – O coordenador do programa de governo da campanha da Rede, João Paulo Capobianco, disse que há um movimento crescente pela união de candidatos de centro, e reconhece que ele “pode ter influência na eleição”. Capobianco, porém, defende que o nome ideal, caso haja essa convergência, é o de Marina Silva.

Um dos assessores mais próximos da candidata e coordenador-geral de sua campanha em 2014, Capobianco a representou numa reunião do chamado polo democrático e reformista – iniciativa do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para a união de candidaturas do centro – em São Paulo, no fim de junho. Veja os principais trechos da entrevista:

Marina Silva começou a apresentar números na campanha recentemente, como a criação de 2 milhões de empregos. Não pode ser visto como populismo?

Em princípio, nós evitamos quantificar, a não ser em alguns casos que a gente tinha muito segurança, como no caso do emprego por energia renováveis, em que vários estudos foram feitos. Agora, existe um meio termo, vários interlocutores passaram a solicitar um pouco mais de alcance dessas medidas. A Marina não iniciou a campanha prometendo acabar com o déficit público em um ano, que a gente sabe que é inviável, não propôs tirar as pessoas do SPC, porque é uma relação privada entre devedores e credores privados.

Isso coincidiu com a queda dela nas pesquisas…

Desde o início, a Marina estava na faixa de 6%, 7%, ela subiu quando o Lula não era candidato. Agora que o (Fernando) Haddad é candidato (do PT), votam nele. Se olhar de fato a pesquisa, ela não caiu, oscilou na margem de erro. Isso aconteceu porque é a primeira eleição que a gente tem de cinco a seis dentro do chamado centro. E dois polarizando, Bolsonaro e Haddad. Essa é a primeira eleição que a Marina enfrenta nessa composição. Está muito dividido o centro.

Tudo caminha para essa polarização. A campanha já discute qual posição vai adotar no segundo turno?

Não se trata de fazer a fala fácil ou o me engana que eu gosto. Essa polarização está assustando a sociedade. Há um movimento muito grande, de lideranças importantes, de tentativa de buscar alguém do centro. Essa discussão da alternativa está acontecendo agora.

É possível que candidatos concordem em desistir. Há disposição para isso ainda no primeiro turno?

Eu acho difícil. Nenhum candidato vai querer abrir mão por voluntarismo. É difícil dizer como vai se dar. Seria uma coisa inédita. O fato é que há um movimento concreto, objetivo. Como essa mágica se dará eu não sei. Eu sou favorável que haja isso, desde que ela (Marina) seja a candidata. A Marina continua totalmente focada na campanha. Não participou de nenhuma conversa desse tipo e não indicou ninguém para representá-la em conversas desse tipo. Mas muitas pessoas do setor empresarial mais progressista estão insistindo muito nessa agenda.

Como viu o documento Democracia Sim, lançado no fim de semana e que alerta para a candidatura de Bolsonaro? Pode ser o vetor de aproximação do centro?

A proposta daquele manifesto é exatamente que haja uma convergência. Que os players se disponham a oferecer uma alternativa política para o Brasil. Acho que seria ótimo. A gente não pode subestimar a capacidade dessas lideranças de influenciar atores políticos. São nomes importantes, de vários nichos da sociedade. A polarização, tal como está posta, é algo extremamente preocupante.

Mas os candidatos não parecem dispostos a dar o primeiro passo.

É um processo político. Quem vai definir a eleição não são os candidatos, são os eleitores. Se cresce (esse movimento), se as pessoas que estão propondo essa união de centro, se isso cresce, é óbvio que vai influenciar a eleição. Não pode pedir para um candidato, um gesto de voluntarismo, abrir mão da candidatura. Se essa preocupação com a polarização ultrapassar esse grupo de pessoas mais articuladas que estão ali e ganhar densidade junto à sociedade, é óbvio que vai mexer na eleição. Tem que ver isso vai acontecer em tempo, ganhar força. Não sei.

Dentre os candidatos fora da polarização, Ciro é o que está mais bem posicionado…

Ciro, até agora, não tem apresentado propostas que nos animem. Não quero que o Brasil entre num processo de fragilizar suas reservas internacionais. E ao lado do Ciro, você tem uma militante, não é uma pessoa que representa, da agenda do século 20. Que usa da sua capacidade política para fragilizar, retroceder, acabar com todo o legado que o Brasil construiu a flancos e barrancos, no combate à desigualdade, sustentabilidade. Katia Abreu é um enorme problema. E o Ciro tem uma agenda desenvolvimentista. O século 21 não é o século do desenvolvimentismo. Ele tem outra visão de País.

Com quem o centro não teria dificuldade de compor?

Com a Marina. Ela não está buscando ser uma representação do centro, mas se você olhar pro centro, vai ver que a única candidatura que circula entre todos. Ela é pró-reforma, pró-estabilidade econômica, pró-responsabilidade fiscal, agrada todos os lados. Tem mais um fator: se o Ciro passa para o segundo turno, o PT vai apoiá-lo. As pessoas que querem alternativa ao PT vão votar no Bolsonaro. A única candidatura que transita nesses campos e sinaliza claramente uma não compactuação com o legado petista é a da Marina. Ela que diz que a Lava Jato tem que continuar, que tem que ficar preso, que é a favor de segunda instância. A única candidatura que, se for para o segundo turno, não será vista como instrumental do PT é a Marina.

Notícias relacionadas

Luiz Fux diverge de Gilmar Mendes e defende limitar foro privilegiado para autoridades

Congresso analisa veto de Lula e pode liberar doações durante a campanha eleitoral

Pesquisa Action mostra Omar à frente e 3 empatados tecnicamente no 2º lugar

Roberto Cidade muda slogan do governo para ‘A força da nossa gente’

Câmara ‘premia irregularidades’ e favorece desinformação, afirma Transparência Brasil

Assuntos Capobianco, Centro, Marina, Rede
Redação 26 de setembro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Serviços

Sepet realiza mutirão para castrar 2 mil cães e gatos no Centro de Manaus

27 de março de 2026
Dia a Dia

Prefeito de Manaus sugere construir cozinhas e entregar para ambulantes

12 de agosto de 2025
Guarda municipal agrediu homem algemado com cacetete enquanto outros observam sem interferir (Imagem: redes sociais/Reprodução)
Dia a Dia

Guarda municipal de Manaus que espancou homem algemado é preso

26 de abril de 2025
Polícia

Três homens são presos por tráfico de drogas no Centro de Manaus

29 de janeiro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?