
Do ATUAL
MANAUS – Temporal em Manaus causou a alagação de ruas em diferentes pontos da capital na manhã desta quinta-feira (16). Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram avenidas e pontos comerciais tomados pela água e lama.
No cruzamento da Avenida Sete de Setembro com a Avenida Getúlio Vargas a água, com de lixo, cobre totalmente as vias. Camelôs que trabalham nas calçadas prenderam as barracas para não serem arrastadas. Pedestres ficaram ilhadas em um prédio comercial. Ônibus e carros passam com dificuldade.
Quem trafegava pela Avenida Eduardo Ribeiro, Centro, próximo à loja Marisa, se abrigou em estabelecimentos comerciais. Na Rua Saldanha Marinho, carros ficaram quase debaixo d’água e os comerciantes fecharam as lojas. Na Rua Joaquim Sarmento pedestres tentaram segurar um carro boiando.
Veja AQUI trechos alagados na Avenida Sete de Setembro, Distrito Industrial e Praça 14. Veja AQUI locais alagados nas Ruas Saldanha Marinho e Joaquim Sarmento.
Na Avenida Getúlio Vargas, a água cobriu a calçada e camelôs precisaram subir em bancos, bancas de revista foram fechadas e comércios foram alagados. Veja o vídeo AQUI.
Na Avenida Buriti, no Distrito Industrial I, a estrutura de drenagem da via, que foi trocada em 2020, não conseguiu conter o volume de água da chuva. A água invadiu a rua e alagou estabelecimentos comerciais. Para passar pelo local, os motoristas precisam reduzir a velocidade.
No Beco Ayrão, bairro Praça 14, o comerciante Robson Júnior Campos, 30 anos, registrou a rua alagada e a panificadora dele tomada pela água. O vídeo mostra garrafões, mesa e um expositor parcialmente cobertos.
“Prejuízo foi grande. Perdi meu expositor de pão. Apenas isso. Só não perdi meu freezer novamente porque coloquei ele no batente alto”, disse Robson.
O comerciante conta que quando chove os moradores ficam apreensivos. “É uma preocupação sem tamanho, ainda mais agora com essa obra embaixo do viaduto. O barro veio de lá para cá, deixando pior a nossa situação”.
“Pessoal da prefeitura só vem olhar e diz que não pode fazer nada. Todos os bueiros estão entupidos, não é só a minha situação. Tem pessoas que moram lá dentro do Beco Ayrão que sofrem também”, relatou.
