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© 2022 Amazonas Atual
Sandoval Alves Rocha

Tempo de restauração

23 de dezembro de 2022 Sandoval Alves Rocha
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Vivenciamos um tempo importante de revisão, aprendizagem e reconstrução. Todos os fatos apontam para essa direção. Precisamos aproveitar esse clima para favorecer mudanças profundas na nossa maneira de pensar e agir, alimentando sonhos e protagonismos positivos, mesmo diante das dificuldades que já vivenciamos ou podemos vislumbrar no horizonte.

Influenciada pelo cristianismo, nossa sociedade comemora as festas natalinas, tendo a oportunidade de atualizar o mistério da presença do divino através do nascimento de Jesus Cristo. A chegada de Deus através de um recém-nascido sugere uma mensagem de otimismo e alegria, mostrando que o divino não somente criou a humanidade, mas também quer permanecer junto dela.

Nascendo e permanecendo pobre durante toda a sua vida, esse divino participa da construção da história humana a partir das populações marginalizadas da sociedade. Escolhendo esse lugar, ele transmite uma mensagem de esperança para os últimos da sociedade, mas também indica um caminho a ser seguido para todos os homens e mulheres. Assim, ele resgata a humanidade começando pelos mais esquecidos, restaurando a dignidade ferida pelos autoritarismos e por todo tipo de violência.

Trata-se de uma mensagem de reconstrução diante de muitos atos de destruição. Nesse ato de restauração, nos recordamos dos povos indígenas e negros atingidos pela discriminação e escravidão. Nós remontamos às populações das periferias e ocupações urbanas, marcadas pela pobreza e pela falta de serviços públicos. Nós nos fixamos nos moradores de rua, que perambulam sem destino pelas avenidas e becos. Ao nascer pobre e rejeitado, Jesus Cristo se solidariza com toda essa gente, projetando sobre toda a humanidade a esperança de um mundo diferente. A visita de Deus não deixou a humanidade incólume!

É tempo de restauração política! A partir dos esforços de todas as organizações democráticas, criou-se, nas últimas eleições, um cenário político favorável à reconstrução do país, que havia abandonado nos últimos anos compromissos fundamentais com o meio ambiente, com o combate à fome e à pobreza, com a educação pública e com os trabalhadores. Resgatamos a esperança de sermos novamente um grande país, que busca superar as mazelas históricas causadoras de morte e sofrimento.

Neste novo tempo recuperamos as expectativas de preservação e cuidado da Amazônia e seus múltiplos povos. Reavivamos a esperança de que os povos do sertão e da caatinga serão novamente levados em consideração. Os jovens poderão novamente começar e terminar a faculdade. A educação não será privilégio de poucos, mas será garantida pelo poder público, cuja principal função é cuidar do povo. Os indígenas terão suas terras demarcadas, com a garantia de suas vidas e culturas. E a saúde? A moradia? E o saneamento básico?

Há no ar uma sensação de mudança! A esperança domina o ambiente. Oxalá ela nos abra o espírito para procurarmos mudanças significativas, pois elas acontecerão somente se nos envolvermos e nos dispormos para que elas ganhem espaço e concretude.


Sandoval Alves Rocha é doutor em Ciências Sociais pela PUC-RIO. Participa da coordenação do Fórum das Águas do Amazonas e associado ao Observatório Nacional dos Direitos a Água e ao Saneamento (ONDAS). É membro da Companhia de Jesus/Jesuítas e professor da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP).

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

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Assuntos esperança, restauração
Cleber Oliveira 23 de dezembro de 2022
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1 Comment
  • Sousa Nunes disse:
    23 de dezembro de 2022 às 22:17

    Excelente reflexão, tão premente para o hoje! Parabéns, Sandoval, pelo devotamento à causa humana!

    Responder

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