O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Temor de recessão enfraquece bolsas e valoriza dólar

22 de junho de 2022 Economia
Compartilhar
Nos Estados Unidos, a Dow Jones despencou 2,73% (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)
Powell afirmou que o risco de desaceleração econômica é “certamente possível” (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)
Por Clayton Castelani, da Folhapress

SÃO PAULO – Temores de uma recessão nos Estados Unidos voltaram a balançar os mercados mundiais nesta quarta-feira (22) após o presidente do Fed (Federal Reserve, o banco central americano) reforçar o ímpeto da autoridade monetária em frear a maior inflação no país em 40 anos. Jerome Powell disse que o Fed está “fortemente comprometido” em atingir rapidamente esse objetivo.

Powell afirmou que o risco de desaceleração econômica é “certamente possível” durante audiência ao comitê bancário do Senado, embora tenha ponderado quanto à possibilidade de recessão.

“Não estamos tentando provocar e não achamos que precisaremos provocar uma recessão, mas achamos que é absolutamente essencial restabelecer a estabilidade dos preços”, disse.

Analistas consideraram as declarações de Powell como um aviso de que o Fed poderá subir sua taxa de juros entre 0,75 e 1 ponto percentual em agosto.

Na semana passada, o Fed aumentou os juros em 0,75 ponto, na maior elevação aplicada pela autoridade desde 1994.

“O discurso do Fed mudou radicalmente. No ano passado falava em inflação transitória. Agora diz que vai fazer de tudo para controlar a inflação”, comentou Piter Carvalho, economista da Valor Investimentos.

A Bolsa de Valores brasileira caiu 0,16%, com o Ibovespa fechando em 99.522 pontos. O mercado doméstico acompanhou a baixa da Bolsa de Nova York, cujo índice de referência, o S&P 500, cedeu 0,13%. Dow Jones e Nasdaq, dois dos principais indicadores das ações americanas, perderam 0,15% e 0,15%.

Também encerraram o dia em baixa os principais mercados de ações europeus, com Londres, Paris e Frankfurt caindo 0,88%, 0,81% e 1,11%, nessa ordem.

No câmbio do Brasil, o dólar subiu 0,46%, cotado a R$ 5,1770, em um dia em que a moeda dos Estados Unidos ganhou força contra a maior parte das divisas emergentes.

Entre as matérias-primas com maior influência no mercado de ações brasileiro -e na economia de forma geral-, o preço de referência do barril do petróleo bruto era negociado com desvalorização de 4,06% no início da noite desta quarta, cotado US$ 109,99 (R$ 566,48).

Na última sexta-feira (17), o barril do Brent já havia tombado 5,58%. No acumulado deste ano, porém, a matéria-prima ainda tem valorização de quase 40%.

Juros elevados nos Estados Unidos sinalizam ao mercado que o consumo na principal economia do planeta poderá cair severamente e espalhar a recessão pelo globo. A desaceleração reduz a necessidade de produção de energia e, consequentemente, a demanda por combustíveis derivados do petróleo.

Além das preocupações quanto à recessão, os preços do petróleo também despencavam nesta quarta devido à notícia de um plano elaborado pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para reduzir os custos de combustível para os motoristas.

“Influências amplas têm ditado a direção dos preços do petróleo recentemente”, disse Warren Patterson, chefe de estratégia de commodities do ING Groep NV em Cingapura, para a agência Bloomberg. “No entanto, fundamentalmente, o mercado ainda permanece construtivo”, comentou.

Na Bolsa brasileira, os papéis mais negociados da Petrobras caíram 0,30% nesta sessão. Além de penalizadas pelos ataques do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) nos últimos dias, a estatal petrolífera também é abatida quando a matéria-prima produzida por ela perde valor no mercado internacional.

Notícias relacionadas

Titulares de cartórios têm maior patrimônio médio declarado à Receita

Governo lança Desenrola MEI para renegociar R$ 12,4 bilhões em dívidas

Consulta ao cashback do IR estará disponível a partir do dia 8

Furtos e fraudes de energia geraram prejuízo de R$ 753,6 milhões no AM

Novo CNPJ, com letras e números, será emitido a partir do dia 31

Assuntos Bolsa de Valores, Dólar, mercado financeiro
Redação 22 de junho de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Amazônia
Geral

Como a volatilidade do câmbio em junho impacta o planejamento de quem viaja do Amazonas

26 de maio de 2026
Minerais críticos explorados no Brasil; país tem a segunda maior reserva global de terras raras (Foto: SGB/Divulgação)
Economia

Minerais críticos atraem pouco interesse de investidores

28 de fevereiro de 2026
Economia

Gasto de turistas estrangeiros no Brasil foi de R$ 3,7 bilhões em janeiro

25 de fevereiro de 2026
Economia

Brasil tem vantagem competitiva para lidar com IA, mas mão de obra insuficiente

25 de janeiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?