O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Temas polêmicos deixam jovens brasileiros divididos; saiba quais

20 de outubro de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
jovens na politica
Temas como aborto, drogas e pais homossexuais dividem os jovens (Foto: Antônio Cruz/ABr)
Por Isabella Menon, da Folhapress

SÃO PAULO – Entre os jovens brasileiros, alguns assuntos são quase unânimes. É o caso da saúde (99%) e da educação pública – está tanto no nível básico e médio (98%) quanto no superior (97%). Além disso, a adoção de crianças por casais homossexuais também tem alta aprovação (83%).

Ou seja, independentemente da idade, posição política e renda familiar, a vasta maioria concorda com estes temas. Segundo o Atlas da Juventude, cerca de 50 milhões de pessoas no Brasil são jovens – parcela da população que tem de 15 a 29 anos.

A maioria concorda também em outras pautas, mas não com tanta adesão. É o caso, por exemplo, das cotas raciais, apoiadas por 69%. Já temas com como descriminalização da maconha, aborto e pena de morte dividem os jovens.

Os resultados são de uma pesquisa Datafolha, que realizou 1.000 entrevistas com jovens nos dias 20 e 21 de julho em 12 capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia, Brasília, Manaus e Belém). A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

Para Olavo Nogueira Filho, diretor-executivo da ONG Todos Pela Educação, a opinião dos jovens em relação à educação e saúde pública mostra que este não é um assunto que está em disputa na sociedade. Por outro lado, ele considera que o resultado da questão sobre cotas raciais mostra que este ainda é um tema envolto em discussões políticas e ideológicas.

A porcentagem dos jovens favoráveis às cotas ainda é superior quando comparada com toda a população do Brasil. Segundo pesquisa Datafolha divulgada em junho de 2022, 50% da população se declara a favor da ação.

Giovani Rocha, cofundador da Mahin Consultoria Antirracista, afirma que não se surpreende com os números. Para ele, a população vai começar a entender amplamente a importância das cotas quando negros passarem a ocupar determinados espaços e tiverem acesso a mais conhecimento sobre a verdadeira história do país.

As taxas de aprovação às cotas mudam de acordo com a preferência política dos jovens. Enquanto 53% dos eleitores de Jair Bolsonaro (PL) concordam com a ação, a porcentagem sobe para 77% entre quem vota em Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Acredito que os eleitores do Lula são os mais próximos das discussões sobre identidades e como diferentes pessoas são impactadas pela realidade em que vivemos. Ao estarem mais próximos, estão mais expostos ao conhecimento em relação às desigualdades do Brasil a partir da ótica racial”, diz.

A pesquisa ainda aponta que o apoio às cotas aumenta conforme cresce a renda familiar. A cientista política Nailah Neves Veleci considera que “o acesso à informação e o tempo para realizar buscas acerca de um tema é um privilégio”.

Ela destaca também a diferença entre o apoio à adoção de crianças por casais homossexuais (83%) e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo (73%).

“Jovens compreendem que essas crianças precisam ter uma família. Porém, quando isola para casamento pessoas do mesmo sexo, há um apagamento”, afirma Veleci, que também é pesquisadora do Maré – Núcleo de Estudos em Cultura Jurídica e Atlântico Negro.

A universitária Sarah Rachel Paulino Andrade, 19, defende a descriminalização da maconha e do aborto e é a favor tanto do casamento de pessoas do mesmo sexo quanto a adoção de crianças por casais homossexuais. “O que vai definir família é o amor”, resume.

Para ela, descriminalizar a droga – item defendido por 50% dos jovens –  seria uma forma de controlar o tráfico e diminuir a repressão policial contra jovens negros e periféricos. “Vemos jovens morrerem ou sendo agredidos por uma grama de maconha”, afirma.

Segundo uma pesquisa feita pela Agência Pública, Sarah tem razão. O levantamento analisou cerca de 4.000 sentenças sobre crimes relacionados a drogas no estado de São Paulo em 2017 e mostrou que negros são condenados portando quantidades menores de drogas.

Assim como a grande maioria dos jovens (79%), ela é contrária à descriminalização de todas as drogas e concorda, mas concorda com o aborto – defendido por 49%. “É um tema que costuma estar sempre ligado à religiosidade e não como uma questão de saúde pública”.

A antropóloga Silvia Borelli, da PUC-SP, afirma que metade dos jovens concordarem com a descriminalização do aborto já demonstra um progresso na discussão deste tema.

A taxa de jovens que concordam com a interrupção da gravidez é bem superior do no geral da população. Uma pesquisa Datafolha divulgada em junho apontou que a parcela que considera que a legislação deveria permitir a interrupção da gravidez em mais situações era de 18%. O apoio à legalização da interrupção da gravidez em qualquer situação era de 8%.

A nova pesquisa aponta ainda que três em cada quatro jovens são contra a liberação da posse de armas. Os números mudam de acordo com as ideologias dos jovens. Entre aqueles que se consideram de direita, 57% são favoráveis a liberação do uso de armas. Já entre os de esquerda, 87% são contra.

Moradora de Guarulhos (na Grande São Paulo), Sarah diz ser contra o relaxamento das restrições devido a algumas situações que já viveu. Sua mãe é dona de um bar e ela conta que é comum que, depois de alguns copos de bebida, alguns clientes comecem a mostrar suas armas “como se fosse um troféu”.

Ela ainda crítica a pena de morte -defendida por 44% dos jovens, segundo a pesquisa. “Não sou a favor. Poderíamos ter condenações mais severas para alguns crimes, mas a cadeia existe para ressocializar as pessoas”.

A antropóloga Silvia concorda com Sarah e atribui a alta taxa de favoráveis à pena de porte como resultado da disseminação de frases como “bandido bom é bandido morto”.

Para a cientista política Veleci, os resultados mostram que temas como aborto e drogas são tabus para a sociedade brasileira independente da idade. “Jovens têm mais acesso à informação na internet do que os mais velhos, mas ainda se esbarram em argumentos dentro da bolha, que normalmente é a familiar”, diz.

Ela define a atual geração de jovens como crítica e com conhecimento da questão racial e do debate sobre orientação de gênero, mas ainda antiquada. E, pontua que os jovens compõem uma parcela que cresceu em meio a um bolo de negacionismo misturado com fake news. “É complicado saber onde acessar informação confiável”, diz. “[Os jovens] podem estar começando a despertar, mas ainda não encontraram onde achar os argumentos”.

Notícias relacionadas

Mortes no trânsito têm queda de 33% em junho em Manaus, diz IMMU

Policiais abordam barcos no AM e preendem droga avaliada em R$ 29,6 milhões

Menino de 9 anos se feriu em rope jump em que jovem morreu

Nova Carteira de Identidade será emitida em 12 cartórios de Manaus

Empresário sancionado pelos EUA usou 73 empresas para lavar R$ 10 bilhões

Assuntos aborto, Datafolha, Jovens, maconha
Cleber Oliveira 20 de outubro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Foram apreendidos 530 tabletes de maconha skunk, somando cerca de 603 quilos (Foto: Divulgação)
Polícia

Policiais abordam barcos no AM e preendem droga avaliada em R$ 29,6 milhões

3 de julho de 2026
jovens na politica
Política

Redes sociais deixam jovens ‘polarizados’ e em isolamento político, mostra estudo

30 de junho de 2026
Política

Datafolha: Flávio Bolsonaro é rejeitado por 48% dos eleitores; Lula, por 46%

20 de junho de 2026
Política

Datafolha: em cenário de 1º turno, Lula tem 41%, Flávio, 31%, Caiado, 3% e Renan Santos, 3%

20 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?