O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Variedades

Tela de Picasso é interceptada após tentativa de contrabando

3 de março de 2015 Variedades
Compartilhar

la-coiffeuse-pablo-picasso

SÃO PAULO – Surpreendente descoberta. La Coiffeuse, a tela cubista de Picasso avaliada em vários milhões de dólares, pintada em 1911 e roubada em 2001 do Museu Nacional de Arte Moderna, no Centro Pompidou, foi encontrada nos EUA, vindo da Bélgica, como “presente”. Na embalagem banal (46 x 33 cm), a etiqueta: “Artesanato/Feliz Natal/Valor US$ 30”. O contrabando foi confiscado das garras do mercado negro de obras roubadas, e será devolvido ao governo francês em algumas semanas, o que – segundo o comunicado de imprensa – “deixou toda a equipe do museu muito emocionada”.

Incêndio, roubo ou destruição de obras de arte como a que assistimos no vídeo inédito de propaganda de cinco minutos divulgado pelo grupo do Daesh, com os jihadistas destruindo para sempre várias obras do museu de Mossul no Iraque, constituem “uma parte do espírito humano e universal que se desmorona” (segundo o tweet do primeiro ministro Manuel Valls, sob o hashtag #totalitarismo). O vídeo termina com destruições de relíquias de mais de 3 mil anos em outro local arqueológico, que poderia ser, segundo alguns especialistas, de Nínive, antiga capital do império cristão da Assíria. Em uma biblioteca da cidade, 8 mil livros raros foram igualmente queimados. Tudo isso reabre as feridas causadas pela demolição dos budas de Bamiyan pelos talibãs em 2001, no Afeganistão.

Que não se pense, no entanto, que estes vândalos apenas ataquem magníficos touros alados de cinco patas com martelo, joguem ao chão e quebrem estátuas da época helenística, destruam baixos-relevos com perfuradoras e aniquilem obras datadas do século 7.º a.C. Tanto quanto os ladrões de Picasso que atuam no mercado negro, eles destinam muitas obras ao tráfico. Bárbaros e assassinos, mas igualmente homens de negócios, os jihadistas do Estado Islâmico destruíram no museu apenas as obras de arte que foram úteis à sua maldita cruzada midiática contra os valores do Ocidente. Muitas peças, menores e mais vendáveis, foram recuperadas para alimentar a conhecida rede de comércio indecoroso que permite ao califa Abu Bakr al-Baghdadi fazer funcionar a sua organização e dar continuidade à nova “guerra contra a cultura”.

Mesmo quando os artistas contestaram a materialidade ou a perenidade da obra, enquanto homens sempre conservaram em suas manifestações a esperança da força e imperecibilidade. Todos aceitamos a transitoriedade da vida, mas dificilmente podemos duvidar da permanência da obra de arte como objeto ou ideia representada. Tanto em seu sentido tradicional quanto contemporâneo, ela ainda parece significar a nossa extensão e perpetuamento material e espiritual, nossas crenças e valores. Isto explica talvez o sentimento de dor que nos invade diante de um incêndio, roubo ou destruição, ou de conforto quando as obras nos são restituídas.

A vingança da civilização ocidental pode, sem dúvida, vir com a guerra ou de outras maneiras. Mas ela pode estar – simbolicamente – em uma única obra, verdadeiramente indestrutível, impossível de roubar e comercializar – talvez a primeira de todas as manifestações subsequentes e desmaterializadas da arte: a máquina/escultura Homenagem a Nova York de Tinguely que se autodestruiu em alguns minutos nos jardins do MoMA, no dia 17 de março de 1960. Em sua destruição reside a ideia que torna eterna a arte do Ocidente.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Maju Coutinho anuncia primeira gravidez e revela nome do filho

Projeto Quarta 60+ reúne idosos para sessão de ‘O Último Azul’

Lito Sousa afirma que movimento da mão esquerda melhorou

Gravação inédita de Day Tripper, dos Beatles, é disponibilizada aos fãs

Casamento de Ana Hickmann terá vinho exclusivo e 150 convidados

Assuntos Picasso, Roubo
Valmir Lima 3 de março de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

PMs presos por roubo e estupro de adolescente em SP
Polícia

PMs são presos suspeitos de roubar e estuprar menor de idade em São Paulo

24 de agosto de 2026
Fabrício Brito da Cunha, de idade não informada, foi identificado pela Polícia Civil (Foto: WhatsApp/reprodução)
Dia a Dia

Homem é procurado por agredir e roubar aposentado em Manaus

28 de julho de 2026
Dia a Dia

Manaus é a 7ª cidade do país com maior taxa de roubo e furto de celulares

23 de julho de 2026
Viviane Monteiro de Almeida foi condenada a 23 anos, 2 meses e 13 dias de prisão (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Justiça do AM condena investigadora da Polícia Civil por roubo e extorsão

17 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?