O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

TCU pressiona e governo define meta de R$ 230 bilhões de déficit para 2021

11 de dezembro de 2020 Economia
Compartilhar
Governo define meta de déficit para 2021 (Foto: Pedro França/Agência Senado)
Da Folhapress

BRASÍLIA – Após pressão do TCU (Tribunal de Contas da União), o governo desistiu de estabelecer uma meta fiscal flexível para 2021. O Ministério da Economia vai propor ao Congresso um valor fixo, que deve ficar próximo a R$ 230 bilhões de déficit, segundo fontes da pasta.

A meta fiscal é o esforço que o governo promete fazer na condução do Orçamento para evitar o crescimento da dívida pública. O valor estabelecido corresponde à diferença entre as receitas e despesas previstas para o ano, exceto o gasto com juros.

Em abril, o Ministério da Economia anunciou que a meta para 2021 seria flexível e teria como âncora apenas as estimativas definidas no teto de gastos, regra que limitou o crescimento das despesas públicas à variação da inflação. Esse valor seria descontado das receitas projetadas para o ano pelo governo.

Na prática, se a projeção de receitas caísse, a meta seria afrouxada, com permissão para um rombo maior. Se fosse observado movimento contrário, a meta acompanharia a alta de arrecadação e passaria a prever um déficit menor.

Na ocasião, a pasta argumentou que, diante do choque econômico provocado pela pandemia, seria impossível estimar com precisão as receitas de 2021.

Ao apresentar o projeto, o ministério estimou um rombo de R$ 149,6 bilhões para o ano que vem, valor que poderia flutuar por conta da nova regra. Em setembro, no envio da proposta orçamentária de 2021, o governo já passou a prever uma rombo de R$ 233 bilhões, valor próximo à meta que deve ser definida agora.

Pela proposta inicial do governo, as mudanças na meta poderiam ser feitas ao longo do tempo. Seria possível alterar essa obrigação inclusive durante o exercício de 2021. Com isso, não haveria mais necessidade de cortar gastos de ministérios em caso de perda de arrecadação.

No fim de outubro, o TCU emitiu um alerta ao governo, no qual afirmou que a não definição de uma meta fixa afronta a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Em um Orçamento tradicional, como vigorou até o ano passado, em situações de frustração de receitas, o governo é obrigado a fazer um contingenciamento para evitar o descumprimento da meta. Com a mudança, se fosse registrada essa perda, a meta seria simplesmente alterada.

Por conta de uma disputa política entre partidos, a Comissão Mista de Orçamento do Congresso, responsável por analisar a proposta, não foi instalada neste ano. A proposta da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), que define a meta para 2021, deve ser votada na semana que vem diretamente no plenário do Congresso.

Notícias relacionadas

STF exclui ISS da base do PIS/Cofins e alivia o setor de serviços

Lula sanciona lei que institui perdão de dívidas para microempreendedores

Nova subestação de energia atenderá zonas norte e oeste de Manaus

Empreendedor individual: governo explica perdão de dívida

Frete no Brasil sobe 0,57% em setembro ante agosto com alta do diesel

Assuntos governo federal, TCU
Redação 11 de dezembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Microempreendedores podem renegociar dívida pelo Desenrola MEI (Foto: ABr/Divulgação)
Economia

Plano para empreendedores individuais inclui perdão de dívidas

13 de outubro de 2026
Na prática, a decisão destrava o empréstimo e devolve ao Governo do Amazonas o caminho para assinar o contrato com o Banco do Brasil (Foto: Divulgação)
Economia

Justiça pede explicação ao TCU sobre suspensão de empréstimo de R$ 1,4 bilhão

7 de outubro de 2026
Navio cargueiro
Economia

TCU debate em Manaus custo amazônico e desafios da infraestrutura

30 de setembro de 2026
cnj
Política

CNJ atende AGU e cancela mais 14 precatórios irregulares e manda restituir R$ 2,36 bi à União

28 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?