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@zmanchete

TCE suspende portaria da Seduc com dispensa de licitação de R$ 32,8 milhões

19 de fevereiro de 2019 @ zmanchete
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CETI Seduc AM
Fornecimento de refeições para as escolas de tempo integral não será interrompido (Foto: Divulgação)
Da Redação

MANAUS – A presidente do TCE, Yara Lins, em decisão monocrática, suspendeu a Portaria 78/2019, do secretário da Seduc (Secretaria de Educação do Amazonas), Luiz Castro, que dispensou a licitação e adjudicou duas empresas para a prestação do serviço de fornecimento de refeições prontas (almoço e lanche) para escolas de tempo integral.

A decisão atende a uma representação do MPC (Ministério Público de Contas), com pedido de medida cautelar. O MPC apontou como principal irregularidade na portaria, o preço para fornecimento do serviço, que chega a ser R$ 11 milhões mais caro do que o valor do contrato anterior, que foi cancelado por decisão judicial.

A Seduc estava comprando as refeições por meio do Contrato 82/2018, o qual foi celebrado após o Pregão Eletrônico 1491/2018, mas esse contrato foi suspenso por decisão do desembargador Elci Simões de Oliveira. No dia 2 deste mês, a Seduc deu cumprimento à decisão judicial.

Em seguida, o secretário publicou no Diário Oficial do dia 6 deste mês a portaria com a dispensa de licitação para contratar as empresas Bento Martins de Souza Eirelli e G. H. Macario Bento para fornecer o mesmo objeto do contrato cancelado.

O Ministério Público de Contas verificou que o contrato cancelado custaria no período de seis meses (180 dias) R$ R$ 21.832.360,00, enquanto o valor adjudicado para as duas empresas a serem contratadas com dispensa de licitação seria de R$ 32.906.935,62 para o mesmo período de 180 dias.

“Dessa forma, verifico, como bem frisado pelo Representante Ministerial, gasto superior de mais de 50% em relação ao Contrato 82/2018. Somente por conta dessa ocorrência, as portas para a concessão de medida cautelar estariam abertas. Contudo, existem outros pontos a serem sublinhados”, diz a presidente do TCE, na decisão.

Entre esses pontos, está o de que as duas empresas participaram do Pregão Eletrônico 1491/2018, o qual culminou no Contrato 82/2018. “Contudo, em decorrência de ofertarem lance em valor superior, não lograram êxito no certame”.

Outro problema foi o número de alunos atendidos pelos serviços a serem prestados pelas empresas, bem inferior, de acordo com o MPC, aos alunos atendidos no contrato suspenso pela Justiça.

Os serviços, no entanto, não deixarão de ser prestados pelas empresas, mas por apenas 60 dias a partir da decisão. Nesse período, a Seduc terá que providenciar licitação para a contratação do mesmo serviço.

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Assuntos dispensa de licitação, Luiz Castro, refeições, Seduc-AM
Valmir Lima 19 de fevereiro de 2019
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