O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Taxa extra na conta de luz não será suficiente para bancar térmicas, dizem distribuidoras

13 de outubro de 2021 Economia
Compartilhar
Usina Jaraqui - Manaus
Usina Termelétrica Jaraqui, em Manaus (Foto: Divulgação/Petrobras)
Por Nicola Pamplona, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – As distribuidoras de eletricidade brasileiras alertaram o governo que a bandeira tarifária de escassez hídrica, implementada em setembro, não está sendo suficiente para cobrir a elevação de custos dos combustíveis usados pelas térmicas do país.

A questão está sendo analisada pelo governo, disse nesta quarta-feira (13) a secretária executiva do MME (Ministério de Minas e Energia), Marisete Pereira. Ela descartou, porém, novo reajuste na taxa extra sobre a conta de luz, que passou de R$ 9,49 para R$ 14,20 por cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.

Pereira disse que, segundo as distribuidoras, as projeções de gastos com térmicas até o fim do ano foram frustradas pela elevação das cotações do gás natural e do óleo diesel, combustíveis usados para poupar água nos reservatórios das hidrelétricas brasileiras.

Assim, as empresas pedem recomposição dos impactos financeiros provocados pelo descasamento entre os valores que recebem do consumidor e os montantes que têm que desembolsar para pagar pela energia. A questão será analisada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

“O que sabemos, pelo que as distribuidoras nos trouxeram, é que a bandeira de escassez hídrica não será suficiente para a cobertura de todos os recursos que utilizamos para a segurança energética”, disse Pereira, em entrevista após o Enase (Encontro Nacional do Setor Elétrico). “Os preços dos combustíveis estão subindo muito.”

Na última sexta (8), por exemplo, a Aneel autorizou a elevação dos custos de geração de energia de três térmicas no país para repasse do aumento dos preços dos combustíveis no Brasil e no exterior.

Movida a gás natural, a térmica Araucária, no Paraná, passará a receber R$ 2.553,20 por MWh (megawatt-hora) gerado, se tornando a usina mais cara do país. As térmicas Potiguar 1 e 3, a óleo diesel, tiveram seus preços alterados para R$ 1.379,89.

Antes, a usina William Arjona, no Mato Grosso do Sul, também já havia tido autorização para aumentar o preço de venda da energia, também sob o argumento de que precisava repassar elevações no preço do gás natural.

A secretária do MME não quis detalhar que medidas estão sendo consideradas, alegando que o tema ainda está sendo estudado. Mas disse que não há expectativa de reajuste no valor da bandeira de escassez hídrica, que vai vigorar até abril.

“Vai aumentar a tarifa de energia? Isso não está ainda no cardápio que a gente está analisando”, afirmou. “A bandeira [de escassez hídrica] se iniciou em setembro e vigora até abril de 2022. Em maio, a Aneel vai definir o novo patamar de bandeira tarifária.”

A elevação dos custos das usinas pressiona ainda mais a tarifa de energia em meio a um cenário de inflação de dois dígitos e mercado de trabalho ainda sofrendo os efeitos da pandemia. A fatura é dividida entre todos os consumidores de eletricidade do país.

O gás natural bateu recorde histórico na semana passada, respondendo à elevação da demanda na Europa e na China em meio a uma crise global de oferta de energia, que também levou o carvão a patamares recordes.

O petróleo, por sua vez, vem operando acima dos US$ 80 por barril, nos maiores patamares desde 2018. Há duas semanas, a Petrobras elevou o preço do óleo diesel em 8,9%, mas ainda não conseguiu eliminar a defasagem em relação ao mercado internacional.

Com a seca sobre os reservatórios das principais hidrelétricas brasileiras, as térmicas respondem atualmente por cerca de um quarto da geração de energia no país, o que justificou a adoção da bandeira de escassez hídrica.

Segundo cálculos da CCEE (Câmara Comercializadora de Energia Elétrica), o custo dos combustíveis para essas usinas já soma R$ 28 bilhões desde que elas começaram a ser acionadas para enfrentar a crise atual, há um ano.

O presidente do conselho de adminstração da CCEE, Rui Altieri, diz que a contratação das térmicas foi importante e conseguiu poupar 18 pontos percentuais no nível dos reservatórios das hidrelétricas, mas defende que o governo busque usinas mais eficientes.

“Precisamos de térmicas, elas são fundamentais, mas têm que ser mais eficientes, mais baratas”, afirmou. “Não é razoável estar operando com térmicas a óleo diesel.”

O diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Luiz Carlos Ciocchi, repetiu nesta quarta que não vê possibilidade de racionamento de energia este ano. Segundo ele, as medidas adotadas pelo governo e a chegada das chuvas já vêm dando resultados no enfrentamento da crise energética.

Ele disse, porém, que a situação de 2022 ainda merece atenção e defende a manutenção da operação das térmicas. “Não vemos risco de racionamento nenhum em 2021, mas todas as medidas adotadas devem ser mantidas para temos situação mais confortável em 2022.”

Notícias relacionadas

Empresas aéreas lucraram R$ 4,3 bilhões em 2025, informa a Anac

Indústria de calçados e importadores dos EUA são contra tarifas ao Brasil

Governo mantém etanol fora da negociação com os EUA sobre tarifas

China amplia acordos na África para não depender do dólar

Um único data center renderia R$ 1,5 bilhão ao PIB, mostra estudo

Assuntos bandeira tarifária, combustíveis, Conta de luz, crise hídrica, usinas termelétricas
Valmir Lima 13 de outubro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Economia

Suframa aprova projetos que ampliam produção da Refinaria de Manaus

30 de junho de 2026
luminária
Economia

Mudança na ‘Lei dos Postes’ pode aumentar conta de luz, alerta Abradee

23 de junho de 2026
Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP, o etanol teve alta de 1,20% (Foto: Divulgação)
Economia

Governo propõe aumento de etanol na gasolina de 30% para até 32%

9 de junho de 2026
Grupo Atem
Especial Publicitário

O combustível que conecta a Amazônia: Grupo Atem destaca experiência de três décadas em energia e logística

3 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?