O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Tapajós: Ibama vê falhas em projeto de hidrelétrica na Amazônia

5 de junho de 2015 Economia
Compartilhar
Usina Hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Estado do (Foto: Divulgação)
Usina Hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Estado do Pará (Foto: Divulgação)

BRASÍLIA – O governo vai ter de recorrer a outros argumentos se quiser comprovar a viabilidade de seu plano para construir a última grande hidrelétrica do Brasil em plena Floresta Amazônica. Depois de se debruçar sobre as quase 20 mil páginas do estudo de impacto ambiental da Hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, prevista para ser erguida no meio do Parque Nacional da Amazônia em uma das regiões mais conservadas do País, o Ibama derrubou o principal argumento usado pelo governo para tentar liberar o empreendimento: o conceito de “usina plataforma”.

Para demonstrar a viabilidade socioambiental do projeto, o governo bancou a ideia de que havia criado um modo revolucionário para construir a hidrelétrica. Inspirada nas plataformas de petróleo, que ficam isoladas no oceano, São Luiz do Tapajós teria baixíssimo impacto, porque não seria necessário erguer vilas e abrir estradas para construí-la. O transporte de pessoas e equipamentos seria feito sempre por rios e céus, evitando a agressão ao meio ambiente e a migração populacional que costumam acompanhar esse tipo de empreendimento. Mas a história não colou.

Em parecer concluído em março por um grupo de analistas do Ibama ficou demonstrado que, na prática, as ideias propostas para reduzir os impactos negativos da obra já são velhas conhecidas de qualquer outro grande projeto instalado na Amazônia. Paralelamente, promessas como o controle de migração de população para a região são, na prática, impossíveis de serem cumpridas pelo construtor da usina.

“O que não se espera nesse empreendimento é a divulgação do ‘conceito de usina plataforma’ como metodologia que resolverá os problemas causados pela chegada de um grande empreendimento em uma região com carência de infraestrutura de atendimento aos serviços sociais”, afirma o parecer ao qual o jornal O Estado de S.Paulo teve acesso. “O empreendedor não dispõe de ingerência que possibilite evitar o surgimento de aglomerações externas às áreas do empreendimento, ou a migração de trabalhadores à região em busca de oportunidades de trabalho.”

Com cerca de 120 mil habitantes, a região, carente em serviços de saúde, educação, segurança e saneamento básico, tem previsão de receber até 30 mil pessoas com as obras.

Sem inovações

Em sua conclusão, a equipe de analistas declara que o uso do conceito é prematuro, já que não foram apresentadas inovações no tratamento dos impactos se comparado a outros empreendimentos do mesmo porte na Amazônia. “Foi desconsiderado o uso do conceito. A análise será conduzida conforme realizada em outros empreendimentos de mesma magnitude na Amazônia, avaliando-se os impactos causados e as medidas de controle”, conclui o parecer.

Responsáveis pela contratação dos estudos, a Eletrobrás e o Grupo de Estudos do Tapajós, que reúne uma série de empresas privadas, dependem de uma licença prévia do Ibama para que o empreendimento possa ser leiloado pelo governo. O governo pressionou para que a licença fosse dada no ano passado, o que não aconteceu. A se basear pelas diversas “incertezas e falhas indicadas ao longo da análise” feita pelo Ibama, ainda há muito o que ser discutido sobre o empreendimento.

Os técnicos do órgão ambiental declararam que simplesmente não conseguiram aprofundar a análise de muitos temas, por conta da precariedade das informações. “Foram identificadas diversas lacunas e inconsistências técnicas no estudo de impacto ambiental (EIA), tanto no diagnóstico quanto na avaliação de impactos, o que fragilizou a avaliação dos impactos e das medidas propostas”, declaram analistas.

O parecer resultou em aproximadamente 180 pedidos de complementações e ajustes no estudo, para que então o material seja submetido à nova análise. A posição da área técnica não é conclusiva, mas serve de subsídio fundamental para a decisão final do Ibama. “O diagnóstico ambiental evidencia a riqueza extraordinária da bacia, caracterizada por sua altíssima diversidade biológica aquática e terrestre, ainda bastante preservada, recursos minerários abundantes e presença maciça de populações tradicionais e povos indígenas”, afirmaram os analistas.

A comprovação da viabilidade ambiental do projeto depende ainda da realização de audiências públicas e de pareceres de outros órgãos, como a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

 

Empresas negam problemas

Apesar de todos os problemas apontados pelo Ibama, o Grupo Tapajós, liderado pela estatal Eletrobras, negou que o estudo de impacto ambiental de São Luiz do Tapajós tenha falhas. “Não existem falhas, há complementações que estão sendo integradas”, declarou o grupo. Segundo os empresários, trata-se de “pontos importantes que, na opinião dos analistas, geraram dúvidas ou não tiveram suficiente argumentação por parte dos especialistas contratados para elaborar os estudos”.

De acordo com a empresa, não serão necessários novos estudos, mas apenas informações complementares. “Temos 70% das respostas e pretendemos prestar todos os esclarecimentos ao Ibama até o fim de junho”, informou o Grupo Tapajós, que trabalha com a expectativa de obter a licença prévia da hidrelétrica em novembro.

Questionado sobre o fato de que o conceito de “usina plataforma” foi descartado pelos analistas e que o projeto terá o mesmo tratamento dado a empreendimentos como Belo Monte, Jirau e Santo Antônio, hidrelétricas em construção na região amazônica, o grupo declarou que São Luiz “é uma usina de pequeno impacto” e que tem “características diferenciadas em relação a outros empreendimentos hidrelétricos de grande porte na região”.

Segundo os empresários, trata-se de um modelo “com foco no respeito e no mínimo impacto ao meio ambiente e nas populações, e na maior recomposição ambiental possível, pois vai preservar as características existentes”. Eles afirmaram ainda que o rio será o meio de transporte principal durante a construção, que será feita “sem a instalação de vilas operárias, cidade e centros comerciais no entorno, reduzindo a possibilidade de grandes migrações”.

Os estudos da usina foram apresentados em junho de 2014 e, segundo o Grupo Tapajós, resultou em “informações pioneiras” para o País. Além da Eletrobras, o grupo é formado pelas empresas Electricité de France (EDF), Copel, Endesa Brasil, Cemig, Camargo Corrêa, GDF Suez e Neoenergia.

Prevista para custar R$ 31 bilhões, São Luiz prevê potência máxima de 8.040 MW, o suficiente para atender até 20 milhões de residências. A área do reservatório atingiria 729 km² de mata virgem, com uma barragem de 7,6 km, de uma margem à outra do Tapajós. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

 

Notícias relacionadas

Ipam alerta: descontrole ambiental da Câmara agrava cenário para o agronegócio

Governo mantém cronograma de leilão de hidrovias no Norte

Conselho Monetário aprova R$ 1 bilhão em crédito para empresas aéreas

MPF alega invalidade de licença do Ipaam e pede suspensão do Projeto Potássio no AM

China suspende compra de carne de três frigoríficos brasileiros

Assuntos eletrobras, estudos, Ibama, impacto ambiental
Valmir Lima 5 de junho de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Plenário da Câmara: PEC da Segurança foi aprovada sem redução da maioridade penal (Foto: Bruno Spada/Agência Câmara)
Política

Ipam alerta: descontrole ambiental da Câmara agrava cenário para o agronegócio

21 de maio de 2026
Orla de Autazes: Potássio do Brasil vai construir porto para escoar minério (Foto: Potássio do Brasil/Divulgação)
Economia

MPF alega invalidade de licença do Ipaam e pede suspensão do Projeto Potássio no AM

21 de maio de 2026
Ponte sobre o Rio Autaz Mirim, na BR-319 (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Ibama concede licença para construção de pontes de concreto na BR-319

8 de maio de 2026
Dragas de garimpo apreendidas por militares do Exército (Foto: CMA/Divulgação)
Dia a Dia

Militares destroem e apreendem material de garimpo ilegal avaliado em R$ 151 milhões

6 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?