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Negócios

Startup de moradia compartilhada recebe aporte de R$ 50 milhões

22 de junho de 2021 Negócios
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A Yuca compra apartamentos e faz reforma para deixá-los com a cara da empresa antes de colocá-la para locação (Foto: Divulgação)
Por Ana Luiza Tieghi, da Folhapress

SÃO PAULO – A proptech (startup do mercado imobiliário) Yuca recebeu um aporte de rodada série A de US$ 10 milhões (R$ 50,3 milhões), liderado pelo fundo de venture capital brasileiro Monashees.

Fundada em 2019, a Yuca tinha o objetivo inicial de oferecer uma solução de moradia compartilhada em São Paulo, uma espécie de república 2.0, com internet, água, luz e faxina semanal incluídos, em apartamentos reformados e mobiliados.

“Nossa visão era (permitir a alguém) morar do lado de trabalho em bairro central, com serviço e lazer por menos de R$ 2.000, e conseguimos entregar isso ao redor da av. Paulista, da av. Rebouças e em Pinheiros”, afirma Eduardo Campos, diretor-executivo e um dos três fundadores da empresa.

O aporte vai ajudar a Yuca a escalar uma mudança que já está em curso. Há seis meses, a startup só comercializava vagas em apartamentos compartilhados, mas hoje 30% dos seus 500 imóveis são para pessoas sozinhas ou casais.

Com esse novo segmento, a Yuca espera atrair clientes que estão em outras fases da vida, que já não querem mais dividir um imóvel com amigos ou desconhecidos, e também acompanhar a jornada do consumidor ao longo do tempo.

Segundo Campos, a decisão não tem relação com a pandemia, uma vez que a situação sanitária não teria afetado o segmento de coliving.

“O coliving é um nicho incrível, é muito bom pra um tipo de usuário específico, mas é um nicho. Para a gente crescer e ser gestora grande, de alto impacto, temos que ter produto para vários outros segmentos de mercado”, afirma Campos.

A empresa agora busca mais imóveis de um ou dois quartos, além de estúdios, para atingir esses novos clientes, e quer chegar a 2.000 apartamentos nos próximos 12 meses.

Segundo o diretor-executivo, neste mesmo prazo o coliving deve deixar de ser o serviço principal da Yuca.

A empresa trabalha tanto como gestora de propriedades de terceiros, que passam por reforma e decoração para ter o padrão da marca, quanto realiza a compra de propriedades para locação.

Para isso, tem um fundo imobiliário lançado em novembro de 2020 e também faz operações de equity para adquirir e reformar mais imóveis.

“A gente procura ter opções para vários tipos de investidores. Tem os institucionais, que estão em estratégia de baixo risco, e aí temos o fundo imobiliário que parte dessa premissa, e temos private equity, para quem topa mais risco, mas também mais retorno”, diz Campos.

Outra opção da empresa é fazer parceria com incorporadoras, para operar unidades colocadas diretamente na plataforma, que não foram à venda. Campos conta que uma primeira experiência deve acontecer no primeiro trimestre de 2022, quando um empreendimento da Engetécnica, que está em obras, ficar pronto – metade dele será vendido para clientes finais e metade entrará diretamente para o portfólio da Yuca.

A empresa, que hoje tem 102 funcionários, também pretende contratar mais 100 pessoas nos próximos 12 meses, principalmente nas áreas de tecnologia de dados e de produtos. “Temos uma aposta bem grande de criar produtos de investimento digital focados no imobiliário”, afirma o co-fundador.

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Assuntos moradias, startups, Yuca
Murilo Rodrigues 22 de junho de 2021
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