O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

SOS Amazônia: música gravada há 1 ano retrata ambiente de Bruno e Dom

20 de junho de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
CD SOS Amazônia
Capa do encarte do CD SOS, que tem como carro chefe a música SOS Amazônia (Foto: Reprodução/montagem)
Por Valmir Lima, da Redação

MANAUS – SOS é um trabalho da artista Cristina Saraiva, e a música que abre e fecha o disco, SOS Amazônia, tem a participação – cantando – do delegado da Polícia Federal Alexandre Saraiva, ex-superintendente da PF no Amazonas. Em 2021, ele apresentou notícia-crime no STF (Supremo Tribunal Federal) contra o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Por conta disso, foi transferido para o Rio de Janeiro.

Cristina Saraiva, apesar do nome, não é parente de Alexandre Saraiva. Ela veio apenas uma vez ao Amazonas, acompanhando um quarteto de amigos e parceiros que se apresentaram em Manaus, mas é uma apaixonada pela Amazônia e atuante defensora da maior floresta tropical do mundo. E faz essa defesa, principalmente, através de sua arte.

SOS Amazônia nasce do amor pela região e da indignação pelos sinais emitidos pelo governo central de que o crime está permitido na Amazônia, diz Saraiva. Especificamente, a música foi inspirada no trabalho de Alexandre Saraiva, que, como Bruno Pereira e Dom Phillips, colocam a carreira e a vida em risco na defesa da região.

A letra da canção com uma forte mensagem pela preservação da Amazônia e de demonstração de coragem por denunciar a violência e a criminalidade deixa a impressão de que foi feita para este momento em que o mundo assiste estarrecido as notícias sobre as mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips.

“Talvez pareça que foi feita para esse momento porque, na verdade, SOS Amazônia foi composta ano passado, em um contexto parecido, para uma pessoa que, assim como Dom e Bruno, tem colocado sua carreira – e sua vida – em risco na defesa da Amazônia”, afirma Cristina, em entrevista ao ATUAL.

Ela explica que a canção foi inspirada no delegado Alexandre Saraiva, que “segue denunciando a ação do crime – mais ou menos organizado – na região, inclusive com a complacência – ou apoio- de autoridades”.

Cristina Saraiva e Alexandre Saraiva
Cristina Saraiva e o delegado da Polícia Federal Alexandre Saraiva, um dos intérpretes de SOS Amazônia (Foto: Acervo pessoal)

Cristina Saraiva lembra que o assassinato de Dom e Bruno chocou o país inteiro – e a comunidade internacional – mas não foram os únicos. Ela diz que enquanto o governo se comportar como aliado dos criminosos e aplicando punições a quem combate o crime, nada vai mudar na região.

 “Receio que assistiremos a muitos outros. A região, por sua extensão e difícil acesso, já não conta muito com a presença do estado. Agora, quando o governo começa a emitir sinais de que a criminalidade está permitida, quando transporta garimpeiros em aviões da FAB [Força Aérea Brasileira], quando enaltece os criminosos e pune quem defende a legalidade, quando desmonta as instituições como Ibama e ICMBio, quando põe na presidência da Funai alguém que odeia indígenas e protege garimpeiros, aí temos um quadro de uma gravidade ímpar. Um quadro aterrorizante. É a legitimação da violência e do crime. Esses sinais são bem compreendidos, e o crime se sente em casa”, afirma Cristina Saraiva.

Para Saraiva, seria urgentíssimo que essa situação parasse imediatamente, mas ela afirma que enquanto o governo não mudar, não mudará a política e não mudarão os sinais emitidos.

“Muitos ainda estão em risco. Muitos ainda morrerão. E é devastador imaginar que pessoas que dedicavam suas vidas à defesa dos indígenas e à preservação da Amazônia sejam simplesmente assassinadas. Eu realmente receio que SOS Amazônia siga atual por muito tempo. E receio que muitas outras canções ainda precisarão ser escritas”, disse.

Parafraseando Bob Dylan , fico me perguntando quantas SOS Amazônias ainda precisarão ser escritas até que a gente comece a escutar, e a mudar a forma como encaramos aquela – e outras regiões do Brasil.”

Cristina Saraiva

Cristina Saraiva considera a Amazônia uma região vital e emblemática, mas diz que não é o único bioma que sofre sob ação (des)humana, e é devastado.

“Atualmente, não apenas nossos biomas estão sendo destruídos. A sociedade brasileira passa por um momento grave, e o país parece estar inteiramente na mão de criminosos. O SOS que deveríamos emitir, na realidade, é um SOS Brasil!”

Cristina Saraiva
Cristina Saraiva desemvolve na música um trabalho de militância em defesa da Amazônia e dos biomas brasileiros (Foto: Acervo pessoal)
O disco SOS 

O CD SOS, com 11 faixas, ficou pronto neste mês e as músicas estão disponíveis nas plataformas de streaming.

Cristina Saraiva explica que SOS Amazônia, a canção que abre e fecha o disco (com sua versão em português e sua versão em inglês) foi escrita e gravada no ano passado e lançada como single. As demais canções, foram gravadas no início deste ano.

“Três delas são canções inéditas (Labaredas, Pra quem virá e Canto de Guerra), feitas para esse nosso (tenebroso) momento. As demais são regravações de músicas antigas minhas com parceiros variados, além de dois clássicos da música brasileira e que se enquadravam perfeitamente no projeto – Passaredo, do Francis Hime e Chico Buarque, e Matança, do Augusto Jatobá”.

A música SOS Amazônia é interpretada por Simone Guimarães e Alexandre Saraiva.

Ouça o disco no Youtube

Ouça o disco no Spotify

A carreira

Cristina Saraiva começou a carreira artística em 1995. Ela quase não canta as próprias músicas e dispensa o título de compositora. Praticamente não toca instrumento e diz não saber compor melodias

“Na verdade, sou apenas letrista. Gosto é de colocar letra nas melodias que recebo dos parceiros. Tenho muita dificuldade de escrever sem ter a melodia”.

Ela contou que como foi o processo de criação de SOS Amazônia.

“Mandei uma mensagem pra minha parceira Simone Guimarães, disse que precisava absolutamente escrever sobre a Amazônia e sobre a atitude do delegado da PF – destoando totalmente da omissão e estado de letargia generalizado nas instituições diante dos absurdos cometidos pelo governo. Em alguns dias ela me mandou a música e mais alguns dias a letra estava pronta”.

Cristina Saraiva
Cristina Saraiva lançou o CD SOS neste mês de junho e coincidiu com as mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips no coração da Amazônia (Foto: Acervo pessoal)

SOS é o oitavo CD autoral de Cristina Saraiva. Mas em um único disco – O Viajante – ela canta.

“Na verdade, não canto, ou pelo menos, não sou cantora. Aqui e ali me arrisco dividindo uma faixa, faço uma segunda voz, uma dobra”.

Cristina afirma que para um compositor não há maior prazer do que ouvir sua música bem interpretada.

“Tenho sorte de poder contar com alguns dos maiores intérpretes que conheço – nem vou enumerar aqui pra não ser injusta porque são muitos, e maravilhosos. Então, prefiro deixar as vozes com eles e elas, que conseguem dar alma ao que eu escrevi”.

Defesa do maio ambiente

As ações de Cristina Saraiva em defesa do meio ambiente e da Amazônia não são novas. Ele contou ao ATUAL que aos 18 anos, no Rio de Janeiro, já fazia parte de um grupo chamado CDA (Comitê de Defesa da Amazonia) e do CPI (Comitê Pró-Índio).

“É que apesar de carioca, sempre tive profunda ligação com a natureza, com as matas e florestas. Não por acaso, há 12 anos moro em um sítio no interior de São Paulo, onde me interessei ainda mais pelas questões ambientais. Inclusive, por alguns anos, fui do Conselho do Meio Ambiente da minha cidade”, relata.

Antes de migrar para o interior paulista, Cristina Saraiva já havia morado uns anos na região serrana do Rio de Janeiro. “Cidade não é pra mim”, diz.

Notícias relacionadas

Dogue Alemão tem personalidade do personagem Scooby-Doo

MP pede a perda de bens de Deolane e da família de Marcola de até R$ 65 milhões

Ministério destina R$ 12,5 milhões para novas unidades de saúde no AM

Governo abre seleção para projeto que levará cisternas a aldeias na Amazônia

O melhor investimento na Educação é no professor, afirma especialista

Assuntos Alexandre Saraiva, Amazônia, Bruno Pereira, Cristina Saraiva, Dom Phillips, manchete, Polícia Federal, SOS Amazônia
Valmir Lima 20 de junho de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Programa viabiliza cisternas para garantir acesso a água potável em comunidades remotas da Amazônia (Foto: Yako Guerra/MDS)
Dia a Dia

Governo abre seleção para projeto que levará cisternas a aldeias na Amazônia

13 de junho de 2026
Saúde

Envelhecimento encarece a saúde; saiba propostas para evitar aumento do custo

13 de junho de 2026
Cemitério Nossa Senhora Aparecida, Manaus
Dia a Dia

Prefeitura pede revogação da decisão que obriga licenciamento de cemitério

12 de junho de 2026
Agentes da PRF resgatam cubanos em Boa Vista: entrada na Amazônia pela Guiana Inglesa (Foto: PRF/Divulgação)
Dia a Dia

Operação Conexão Norte combate entrada ilegal de cubanos na Amazônia

12 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?