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Dia a Dia

Sinteam e Seduc não chegam a acordo sobre data-base e progressões

15 de junho de 2023 Dia a Dia
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Ana Cristina Rodrigues, presidente do Sinteam, anunciou manutenção da greve (Foto: Facebook/Reprodução)
Ana Cristina Rodrigues, presidente do Sinteam, disse que não houve acerto sobre data-base (Foto: Facebook/Reprodução)
Do ATUAL

MANAUS – Não houve acordo entre o Sinteam (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas) e a Seduc (Secretaria de Estado da Educação) em audiência de conciliação sobre a data-base de 2022 e progressões de servidores. A reunião ocorreu na manhã desta quinta-feira (15) com o juiz Paulo Fernando de Britto Feitoza, da 4ª Vara da Fazenda Púbica.

O Sinteam entrou na Justiça com ação pelo reajuste de 2022 e pelo cumprimento de progressões horizontais (tempo de serviço) e verticais (titularidade) que não ocorreram.

A presidente do Sinteam, Ana Cristina Rodrigues, disse que processos de trabalhadores com especialização, mestrado e doutorado estão parados na Casa Civil e, quando são cumpridos, o Estado não paga o valor retroativo.

Segundo Ana Cristina, a secretária executiva da Seduc, Rosana Aparecida Freire Nunes, admitiu, na audiência, o descumprimento das progressões funcionais e disse que o governo cumpre somente o que é possível, dentro do limite fiscal.

Sobre a progressão por tempo de serviço, Ana Cristina disse que há trabalhadores que não evoluem na carreira desde 2018, como é o caso dos servidores administrativos.

Percentual de reajuste

A data-base da Seduc é dia 1º de março de cada ano, de acordo com o artigo 39 da Lei Nº 3951 de 04/11/2013. Utiliza-se o IPCA ou INPC como indicadores para o percentual de reajuste. Em 2022, o IPCA foi de 10,54%. O Governo enviou à Assembleia Legislativa do Estado Mensagem Governamental com 8% de reajuste para o período de 2022. “Não chega nem à inflação”, disse a presidente do Sinteam.

O sindicato também alega que o percentual de reajuste que se encontra na Casa Legislativa prevê pagamento retroativo a março de 2023 e não a março de 2022, destoando do ano de cumprimento da data-base.

O juiz suspendeu a audiência e deu mais tempo para o estado se manifestar sobre os pleitos. O novo encontro será na semana que vem.

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Assuntos data-base, destaque, progressão de carreira, Seduc-AM, Sinteam
Cleber Oliveira 15 de junho de 2023
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9 Comments
  • Francisco CARLOS Silva de Souza disse:
    16 de junho de 2023 às 22:46

    Essa senhora já passou dos limites.
    O judiciário teve ajuste de menos de 6%
    Tá mais que na hora de acabar com essa baderna.

    Responder
    • FABIO CANO CARNIELO disse:
      17 de junho de 2023 às 07:06

      Francisco Carlos você não sabe o que fala. Reinvindicar direitos não é baderna. A mei deve ser cumprida. Comentário como esse só mostra a ignorância que o governo auer implantar e está conseguindo

      Responder
    • Vanusa disse:
      17 de junho de 2023 às 09:06

      É muito fácil falar quando você não está na pele dos outros !! Provavelmente, você chama de baderna porque deve ter ganhos ganhos secundários hoje. Mas, amanhã, quando sua mamata acabar, r você tiver grandes necessidades e não tiver dinheiro, vamos ver o que diz !! Eles não respeitam nenhum direito. Quando saí de licença prêmio, a primeira coisa que escutei foi que descontariam o meu vale alimentação e transporte. E de fato o fizeram, sem respeitar a lei !!! Quando os administrativos ganhar progressão por titularidade, eles só pagam a metade do valor !!!! Você acredita mesmo que buscarmos ser respeitado é uma bateria ??? OU VOCÊ COSTUMA AGIR COM CARÁTER DUVIDOSO TAMBÉM ?

      Responder
    • Vanusa Rocha Abensur disse:
      17 de junho de 2023 às 09:09

      É muito fácil falar quando você não está na pele dos outros !! Provavelmente, você chama de baderna porque deve ter ganhos ganhos secundários hoje. Mas, amanhã, quando sua mamata acabar, r você tiver grandes necessidades e não tiver dinheiro, vamos ver o que diz !! Eles não respeitam nenhum direito. Quando saí de licença prêmio, a primeira coisa que escutei foi que descontariam o meu vale alimentação e transporte. E de fato o fizeram, sem respeitar a lei !!! Quando os administrativos ganhar progressão por titularidade, eles só pagam a metade do valor !!!! Você acredita mesmo que buscarmos ser respeitado é uma bateria ??? OU VOCÊ COSTUMA AGIR COM CARÁTER DUVIDOSO TAMBÉM ?

      Responder
    • Luiz Geraldo disse:
      17 de junho de 2023 às 12:17

      Você sabe qual o valor dos vencimentos do judiciário, nunca atrasa e é reajustado o judiciário não entra em greve para ter o que e seu de direito constituído por lei. Um absurdo você querer comparar o judiciário com os professores.

      Responder
    • Raimundo disse:
      17 de junho de 2023 às 15:50

      Vai pra sala de aula aguentar um monte de menino com capeta no couro.

      Responder
  • Joao disse:
    17 de junho de 2023 às 09:56

    O que o Estado do Amazonas faz é um absurdo, a polícia militar está com promoções atrasada desde dezembro e o Estado quando vai cumprir as ordens judiciais oferece acordo para abrir mão de todo o retroativo e o mesmo acontece com a gratificação de curso, há pessoas com 10 12 meses de Gratificação de curso atrasada e o estado vai voltar a pagar esse mês. No entanto, não pagará os retroativos, pois informa que não há orçamento… Ou seja, estado do Amazonas está acostumado a fazer essas práticas leivas prejudicando o servidor.

    Responder
    • Pelo certo disse:
      18 de junho de 2023 às 02:45

      Isso tudo nada mas é jogo político, pois presenciei professores dizendo que preferem um governo de esquerda, fiz uma pergunta se eu fosse de direita mas tivesse pensamentos de esquerda, ele apoiaria e o mesmo falou jamais, fizeram idolatria de posição, eu particularmente sou neutro , pois temos que pensar no progresso e futuro do país., se o da esquerda não tem progresso devemos brigar , se o da direita não tem progresso, devemos também brigar , pois não será posição que trará futuro, e sim governo que governe para todos, tem que parar com essa patifaria, e se unir para um país melhor,

      Responder
  • Luiz Henrique disse:
    17 de junho de 2023 às 23:34

    Muito deprimente testemunhar a decadência e humilhação pelas quais passam a classe mais importante da sociedade. Se eu sou advogado, hoje, dou graças a Deus e aos nobilíssimos professores. No Brasil, e em especial no Amazonas, os professores são vistos como escravos, obrigados a trabalhar submetidos a péssimas condições de trabalho, recebendo baixíssimos salários e, pior, sob a imposição de aprovar sempre todos os “alunos” sem qualidade alguma de conhecimento, porque é proibido cobrar que alunos estudem, e é proibido reprovar!!!

    Responder

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