O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
PolíticaPolítica.

Senado comunica Planalto sobre impeachment e convida Dilma a se defender

25 de abril de 2016 Política Política.
Compartilhar
O presidente do Senado, Renan Calheiros, cumprimenta o presidente da Comissão do Impeachment, Raimundo Lira (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
O presidente do Senado, Renan Calheiros, cumprimenta o presidente da Comissão do Impeachment, Raimundo Lira (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

BRASÍLIA – O Senado protocolou no Palácio do Planalto o comunicado da eleição da comissão especial do impeachment, que foi votada e acolhida pelo plenário na tarde desta segunda-feira, 25. No documento, há o pedido para que a presidente Dilma Rousseff, se desejar, se manifeste sobre diligências ou providências.

A notificação põe fim à questão de que a presidente poderia não ter direito a se defender do processo nesta primeira fase, em que o Senado vota apenas a admissão do processo e não o julgamento do mérito do impeachment. Apesar de se tratar apenas da admissibilidade, caso aprovada, Dilma já será afastada por 180 dias.

Na última semana, o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, defendeu que era correto que a presidente pudesse apresentar sua defesa já na Comissão Especial do impeachment. A ação, entretanto, não estava prevista na Lei de Impeachment, tampouco foi concedida ao ex-presidente Fernando Collor, em seu processo de afastamento em 1992.

Polêmica do relator

Logo depois da eleição, o PT oficializou no Senado o pedido para que Antonio Anastasia (PSDB-MG) não seja eleito o relator da Comissão Especial de Impeachment. A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e outros senadores governistas fizeram questões de ordem ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), em que argumentam que o senador tucano também é parte interessada no processo. Renan abriu mão de julgar as questões e remeteu os questionamentos à comissão.

“Solicito a suspensão do senador Antonio Anastasia e de qualquer senador indicado pelo PSDB, não por motivos pessoais contra o ilustre senador, mas por não possuir a isenção necessária”, solicitou a senadora Gleisi Hoffmann.

Na argumentação, a senadora comparou o caso com as determinações do Conselho de Ética, que analisa a possível cassação do senador Delcídio Amaral (sem partido – MS). No colegiado, ficou definido que senadores que pertencem ao partido do representado ou do representante não poderiam assumir a relatoria do caso.

Gleisi relembrou que o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), que foi o primeiro sorteado para a relatoria do caso Delcídio, declinou da vaga alegando que, mesmo que o seu partido não tivesse assinado oficialmente a representação contra o senador, apoiou ostensivamente o seu afastamento.

“A hipótese de impeachment é idêntica àquela tratada no Conselho de Ética há dois meses, talvez até mais grave por se tratar do mandato da presidente da República”, defendeu Gleisi, argumentando que o PSDB é o principal partido de oposição no Congresso.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) também fez uma questão de ordem no mesmo sentido. A argumentação, entretanto, era diferente. A senadora alegou que o PSDB assinou a denúncia do pedido de impeachment da presidente, de autoria dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaína Paschoal. No documento, o PSDB é representado pelo advogado Flávio Henrique Costa Pereira.

Vanessa pede que nenhum senador do PSDB assuma a relatoria da comissão de impeachment porque o partido é parte direta no processo e assinou a denúncia.

O presidente do Senado preferiu não interferir no assunto. Para garantir que não seria obrigado a responder sobre as questões de ordem e, consequentemente, assumir um lado, Renan primeiro oficializou a eleição da Comissão Especial do Impeachment com votação simbólica e, só depois, ouviu as questões de ordem.

Desta forma, ele argumentou que, eleita a comissão, não caberia mais ao presidente do Senado responder questões de ordem sobre o funcionamento interno do colegiado. Ele remeteu as duas questões à comissão e elas serão analisadas pelo seu próprio presidente, quando eleito.

O PMDB indicou Raimundo Lira (PMDB-PB) para a presidência. A indicação deve ser oficializada nesta terça-feira, 26, na primeira reunião da comissão especial no Senado. Em seguida, o presidente deve avaliar as questões de ordem das senadoras.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Braga propõe aumentar controle de ONGs que recebem financiamento estrangeiro

Alcolumbre promulga a Lei da Dosimetria, que beneficia golpistas condenados pelo STF

STF publica decisão que proíbe reformulação de cargo público para criar penduricalhos

Operação da PF: senador Ciro Nogueira diz que foi vítima de ‘ataque maligno’

Vereadores de Manaus propõem aumentar emenda individual e reduzir verba de bancada

Assuntos Comissão Especial, Impeachment, Renan Calheiros, Senado
Valmir Lima 25 de abril de 2016
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Plenário do Senado analisa nesta terça-feira projeto de lei que cria a Universidade Indígena (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
Política

Senado votará plano de contingência da Defesa Civil e criação de universidade indígena

4 de maio de 2026
Golpistas em ataque às sedes dos Três Poderes no dia 8/1/2023: réu é absolvido (Foto: Joedson Alves/ABr)
Política

Senado também derruba veto de Lula e condenados por atos golpistas podem ter penas reduzidas

30 de abril de 2026
Jorge Messias não citou nomes ao falar sobre rejeição (Foto: Lula Marques/ABr)
Política

‘Sabemos quem promoveu tudo isso’, diz Jorge Messias sobre rejeição para vaga no STF

30 de abril de 2026
Davi Alcolumbre e Jaques Wagner: senador revelou diferença de votos com precisão (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Política

Áudio vaza e Alcolumbre revela resultado de votação secreta antes do anúncio da rejeição de Messias

30 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?