O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Senado aprova PEC que garante renda básica à população pobre

9 de novembro de 2021 Política
Compartilhar

Por Washington Luiz, da Folhapress

BRASÍLIA, DF – Por unanimidade, o Senado aprovou nesta terça-feira (9) uma PEC (proposta de emenda à Constituição) que inclui a renda básica para pessoas de baixa renda como direito social. O texto segue para a Câmara, onde precisará do apoio de 308 deputados.

Se promulgada, programas como o Auxílio Brasil, que substituirá o Bolsa Família, se tornarão política de Estado, não mais de governo. Com isso, eles não poderão ser extintos.

“Seja o Bolsa Família, o Auxílio Brasil, ou outro novo benefício a ser criado, haverá o mesmo status que hoje possuem políticas consagradas como o seguro-desemprego, o Benefício de Prestação Continuada, o abono salarial, as aposentadorias e as pensões”, explicou o relator, Antonio Anastasia (PSD-MG).

O senador também argumentou que a alteração vai resultar em mais segurança para quem recebe o benefício e evitar que o programa seja usado com finalidades eleitorais.

“Os beneficiários estarão mais seguros quanto aos seus direitos, e boatos ou rumores quanto aos benefícios, que tanto já prejudicaram a vida dos que recebiam o Bolsa Família, hão de acabar. O novo status das transferências de renda dará maior força para este tipo de política que, em momentos de ajuste fiscal, acaba competindo por recursos com gastos decorrentes da Constituição”, disse.

A aprovação da PEC pelos senadores ocorre após o fim do auxílio emergencial e em um momento de mudanças no principal programa social do país. De acordo com uma MP (medida provisória) publicada pelo governo em agosto, a lei de 2004 que criou o Bolsa Família deixa de valer nesta quarta-feira (10).

No lugar, é instituído o Auxílio Brasil, que tem provocado incertezas entre especialistas sobre a forma de financiamento e os possíveis riscos fiscais.

Na noite de segunda-feira (8), o governo editou o decreto que regulamenta e traz os detalhes dos benefícios do novo programa, que passa a valer neste mês. Os valores consideram reajuste de menos de 20% em relação ao Bolsa Família, anunciado anteriormente. Também não ficou claro como será possível elevar o patamar médio do benefício a R$ 400 até o fim de 2022.

O texto inicial da PEC, apresentado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) em 2020, estabelecia que as despesas relativas ao programa renda básica ficassem fora das regras do teto de gastos. O relator, porém, retirou essa previsão do texto para evitar “contenda e prejudicar o necessário andamento célere desta proposta”.

O PT apresentou um destaque para tentar manter o artigo, mas não teve o apoio da maioria.

“Este programa só se materializa, só terá vida, se nós o retirarmos do teto de gastos para garantir que essa renda possa se viabilizar. O teto de gastos não pode ser uma âncora tão pesada que gere sofrimento e dificuldades ao povo brasileiro”, argumentou o senador Rogério Carvalho (PT-SE).

A PEC dos Precatórios, que tramita na Câmara, já dribla o teto de gastos para viabilizar a promessa de Bolsonaro de elevar para R$ 400 mensais o valor transferido pelo Auxílio Brasil.

Pelo texto, a Constituição será alterada para que o teto anual de despesas federais passe a ser corrigido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) acumulado em 12 meses de janeiro a dezembro.

Atualmente, o período usado para calcular o limite anual considera o IPCA acumulado em 12 meses até junho do ano anterior.

Além disso, a PEC determina um limite para pagamento de precatórios (dívidas da União reconhecidas pela Justiça), o que libera mais espaço no Orçamento.

As duas mudanças previstas na PEC -envolvendo o teto de gastos e os precatórios- têm potencial de abrir uma folga superior a R$ 90 bilhões no próximo ano, o que deve garantir recursos para o novo programa social do governo.

Notícias relacionadas

Vorcaro depõe à PF e nega existência de grupo criminoso “A Turma”

Lula acusa Flávio de ligação com crime e Eduardo de conspirar com dinheiro de Vorcaro

Gilmar homenageia Fachin e critica Mendonça por ‘vazamentos seletivos’

Lula diz que não irá a último debate do 1º turno e participará de podcast

TSE manda Nikolas apagar vídeo em que associa Lula à violência contra crianças

Assuntos PEC, renda básica, Senado
Redação 9 de novembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Braga tem 28,5% e Alberto Neto 18% na disputa pelo Senado, mostra Ipen

29 de setembro de 2026
Política

Braga lidera disputa pelo Senado no Amazonas, mostra pesquisa Action

28 de setembro de 2026
Ministro Luiz Fux, relator do julgamento (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)
Política

Fux cobra Alcolumbre sobre visitas da mulher de Moraes ao Senado

23 de setembro de 2026
Luiz Fux considera o STF incompetente para julgar Bolsonaro (Foto: Fábio Rodrigues-Pozebom/ABr)
Política

Fux é sorteado relator de ação sobre visitas da esposa de Moraes ao Senado

22 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?