O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Semipresidencialismo é para melhorar governabilidade, defende autor da PEC

22 de julho de 2021 Política
Compartilhar
Por Thiago Resende e Danielle Brant, da Folhapress

BRASÍLIA – O semipresidencialismo, ideia encampada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não é para ser contra ou a favor de Jair Bolsonaro ou Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e sim um sistema para melhorar a governabilidade do país, defende o deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), autor da PEC (proposta de emenda à Constituição) sobre o tema.

“Não se pretende desviar o foco de nada e nem ela é feita contra ou a favor a alguém”, afirmou Moreira, 58, em entrevista à Folha.

A proposta é criticada pelo PT, que lidera as pesquisas de intenção de voto para 2022, e por partidos de oposição a Bolsonaro, que veem nela uma tentativa de Lira de se esquivar da análise dos pedidos de impeachment.

Moreira diz que a mudança deixaria mais clara a coalizão formada para dar sustentação a governos. “O semipresidencialismo é uma evolução do presidencialismo. Não é um novo regime, é um novo modelo de governança”.

Samuel Moreira diz que novo sistema não é para ser contra ou a favor (Foto: Pablo Valadares/Agência Câmara)
Samuel Moreira diz que novo sistema não é para ser contra ou a favor (Foto: Pablo Valadares/Agência Câmara)
Como surgiu a proposta? 

Surgiu de conversar com alguns amigos da política. É uma proposta que em alguns momentos já foi ventilada.

De quem partiu a ideia de fazer essa proposta começar a avançar na Câmara agora? 

Em agosto do ano passado, protocolei essa proposta. Eu procurei recentemente o Arthur Lira. O país sempre debatendo suas crises, falando de impeachment, sempre com problemas de governabilidade. O parlamentarismo é uma proposta mais difícil. Esse presidencialismo de coalizão também é muito difícil.

O semipresidencialismo é uma evolução do presidencialismo. Não é um novo regime, é um novo modelo de governança. Há ganhos de transparência, há ganhos para solução de crises, e o país ganha mais estabilidade política que se reflete também no crescimento da economia. Você vai ter que montar uma maioria para poder governar, mas quem indica o primeiro-ministro é o presidente.

O presidente da República é eleito pelo povo, podendo ser reeleito apenas uma vez, de maneira consecutiva ou não. Ao aprovar o primeiro-ministro, ele, em dez dias, apresenta um programa de governo para ser também aprovado no Congresso.

O primeiro-ministro necessariamente precisaria sair do Congresso? 

A proposta diz que é preferencialmente alguém do Congresso, não exclusivamente. Pode ser um parente do presidente que exerce atividade política. Isso não é considerado nepotismo para cargo político. Não pode é nomear um parente que não é da política.

Estamos a quase um ano da eleição e o governo está acuado diante da queda de popularidade. É o momento correto de se discutir uma mudança dessas? 

Acho que temos que abrir o debate na sociedade. É importante também ouvir a opinião do próprio governo. Não se pretende desviar o foco de nada e nem ela é feita contra ou a favor de alguém.

A questão do presidente da República continua a mesma regra, eleito. O cargo mais importante continua sendo o de presidente. Não acho que alguém desistiria de concorrer à Presidência da República por causa de um sistema que melhora a governabilidade e dá muito respaldo e prestígio ao presidente. Ela [a proposta] não é para resolver uma crise. Ela é para resolver o problema de governança do país.

Já houve tentativas anteriores de mudar o sistema, mas falharam. A crise pode dar impulso a essa discussão? 

Acho que sim. Os momentos de crise revelam claramente as deficiências do sistema. Vejam o impeachment, como é traumático para o país, que sofre com a paralisação do governo. Gera uma insegurança inclusive na própria economia do país.

O que mudaria em relação a isso no semipresidencialismo? 

Se tiver uma crise direcionada ao primeiro-ministro, há condições de trocá-lo rapidamente. Ou seja, o governo não sofre essa paralisação tão longa como no sistema de hoje. A Lei do Impeachment continua valendo para o presidente da República.

Ela vai valer também para o primeiro-ministro? 

O primeiro-ministro pode ser sacado por um voto de censura.

Não precisaria de um ano de impeachment para trocar… 

Não precisaria. O impeachment do presidente poderia até durar um ano. Mas o governo continuaria andando com o primeiro-ministro.

O semipresidencialismo pode ser visto como uma forma de tirar poderes do presidente? 

O presidente sempre tem mais poder que o Parlamento. Quem indica o primeiro-ministro é o presidente. Não há hipótese de ter um primeiro-ministro sem um presidente. Mas não há hipótese também de ter um primeiro-ministro que o presidente queira, mas que não consiga construir uma maioria.

O que mudaria nessa busca por maioria no Congresso em relação ao modelo atual? 

É às claras, uma coalizão formada. Hoje, por exemplo, qual é a maioria do Bolsonaro? PSDB é da maioria? É no varejo? Ninguém sabe quem são, quanto custa, a que tipo de indicação. Quem é que tem cargo no governo?

No semipresidencialismo, vai ter que ter um bloco, vai ter que ter um programa aprovado, vai ter que ter responsabilidade com o plano de governo, vai ter que aprovar esse primeiro-ministro. Com uma coalizão mais transparente, não precisa fazer negociações de conchavo. Quando os partidos realmente assumem uma posição de governo, e os deputados também, é legítima a participação no governo. Acho que fica mais claro para quem é governo participar do governo.

O sr. defende um plebiscito sobre a proposta? 

Constitucionalmente, não há necessidade de um plebiscito porque não mexe com o presidencialismo. O presidente continua sendo eleito. Não está mudando para o sistema parlamentarista. O semipresidencialismo é parecido com o sistema da França e de Portugal. Você separa as funções de Estado e as funções de governo. Mesmo assim o presidente tem poder de veto a projetos, por exemplo.

O Congresso continuaria bicameral? 

Isso. São parlamentares ligados a partidos, a identidades ideológicas e programáticas. O Congresso também continua com as prerrogativas de aprovar embaixador, ministro do Supremo.

A eleição de 2022poderia ainda ocorrer mesmo se a PEC estiver em discussão e em estágio avançado no Congresso? 

Normalmente. Pode até ser uma ideia para que cada presidente diga o que pensa sobre ela. Essa discussão de data de início do novo sistema ainda pode ser feita [Lira defende que comece a valer em 2026]. Essa PEC não é pessoal, ela é impessoal. Ela é um sistema de governo.

Se a PEC for promulgada antes do fim de um mandato presidencial, como funcionaria? Haveria uma transição? 

Ela valeria a partir da promulgação. Ela permite que o presidente da República, caso queira, indique um ministro-coordenador que vai até o final do mandato dele e pode exercer as atribuições que estão previstas para o primeiro-ministro. Teria uma função hoje parecida com o ministro da Casa Civil. A partir do próximo mandato, aí sim, o presidente eleito indica o primeiro-ministro, a ser aprovado pelo Congresso.

O sr. teve algum termômetro de como o presidente Bolsonaro recebeu essa ideia? 

Não.

E do Senado? 

Também não. A proposta é muito recente.

O senhor defende como uma forma de estancar crises institucionais. Mas em países como Israel ou Itália houve uma dificuldade de formar governos. Isso também não imobiliza o governo? 

Na verdade, a PEC tem algumas medidas para impedir isso. No primeiro ano, você não pode dar nenhum voto de censura [do presidente] e nem de desconfiança [do Congresso]. Ou seja, o primeiro-ministro vai atuar por um ano. E nem nos últimos seis meses. Então você tem aí dois anos e meio de exercício do barulho, onde ele fica mais instável. Mas, depois da terceira vez que o Congresso trocar [o primeiro-ministro], o presidente pode dissolver a Câmara. E aí, [ocorrem] novas eleições para a Câmara.

Não dissolve o Senado também? 

O Senado, não. Ele [o presidente] dissolve a Câmara. A ingovernabilidade, nesse caso, estaria mais atribuída à Câmara, onde está a ampla maioria dos congressistas.

Mas é um dispositivo em que a Câmara abriria mão de ser estável por quatro anos. 

É o risco de conviver com a ingovernabilidade.

Quais funções seriam mantidas pelo presidente no semipresidencialismo? 

As funções do presidente são de Estado, mas ele não pode se ausentar da responsabilidade do que o primeiro-ministro está fazendo. O que ele não paga mais é o preço pelos erros que o primeiro-ministro pode estar cometendo e sua equipe. Poderão ser trocados sem precisar tirar o presidente. No fundo, isso também preserva o presidencialismo. É uma engrenagem.

O país tem mais de 30 partidos. O sr. acha que vai ser necessária alguma reformulação nesse número? 

A PEC não mexe nos critérios de eleições e representações partidárias. Lógico que o presidente terá que construir essa maioria, ele vai construir essa maioria com mais partidos.

Samuel Moreira, 58

Engenheiro, foi prefeito de Registro (SP) e presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo. Está no segundo mandato de deputado federal pelo PSDB. Em 2016, se licenciou do cargo para assumir a Casa Civil do Governo de São Paulo. Foi relator da reforma da Previdência na Câmara

Notícias relacionadas

Datafolha registra 40% de intenção de voto para Lula e 31% para Flávio Bolsonaro

Lula disse que vetará disparo em massa de menagens nas eleições, caso Senado aprove

Validação de norma beneficiará criminosos, afirma autor da Lei da Ficha Limpa

André Mendonça vai julgar ações sobre propaganda na campanha eleitoral

Fausto Júnior retira apoio ao adiamento do fim da escala 6×1 para 2036

Assuntos Deputado Samuel Moreira, semipresidencialismo
Cleber Oliveira 22 de julho de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Lula enfrenta falta de credibilidade, diz Temer, que apoia o semipresidencialismo

21 de fevereiro de 2025
Luís Roberto Barroso defendeu legitimidade do STF para decidir sobre questões que dividem a sociedade (Foto: Antonio Augusto/STF)
Política

Presidente do STF defende voto distrital e o regime semipresidencialista

18 de fevereiro de 2025
Partidos da base de apoio no Congresso ocupam Palácio do Planalto (Foto: Pedro França/Agência Senado)
Política

Saiba quais deputados assinaram a PEC do Semipresidencialismo

6 de fevereiro de 2025
Câmara dos Deputados
Política

Cinco deputados do Amazonas apoiam PEC do Semipresidencialismo

6 de fevereiro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?