O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Esporte

Sem sistema híbrido, Mercedes tenta manter hegemonia na F-1

18 de fevereiro de 2022 Esporte
Compartilhar
Mercedes apresentou o W13, seu modelo para a temporada 2022 da F1 (Foto: Mercedes/Divulgação)
Por Luciano Trindade, da Folhapress

SÃO PAULO – Desde que a F-1 entrou na era dos motores híbridos em 2014, a Mercedes construiu uma hegemonia quase inabalável. Foram sete títulos de pilotos – seis de Lewis Hamilton e um de Nico Rosberg –, além de oito de construtores, em uma série que fez a equipe superar um recorde histórico da Ferrari: campeã seis vezes de forma consecutiva entre 1999 e 2004.

Pela primeira vez, no entanto, esse domínio pode estar com os dias contados. A equipe alemã apresentou nesta sexta-feira (18) o W-13, modelo concebido já sob o novo regulamento da F-1, que prevê uma série de mudanças nos carros, as mais profundas desde o início da fase de ouro da escuderia.

A principal delas é a volta do “efeito solo”, responsável por acelerar o ar que passa por baixo do carro para que haja mais aderência e velocidade. O chassi foi bastante modificado, como o formato do bico e da asa traseira, com desenhos projetados para reduzir a turbulência entre veículos, de forma a facilitar uma maior aproximação entre eles nas pistas. As novas rodas, de 18 polegadas, também chamam a atenção.

Antes da Mercedes, outras sete equipes apresentaram seus veículos, incluindo a Red Bull, com o modelo RB18, com o qual Max Verstappen vai defender seu título -Haas, Aston Martin, McLaren, Williams, Ferrari e Alpha Tauri são os times que já revelaram seus carros. Faltam Alpine e Alfa Romeo fazerem o mesmo.

A escuderia do holandês, porém, optou por não revelar muitos detalhes, em uma apresentação realizada num cenário escuro, escondendo aspectos importantes do carro. O próprio chefe da escuderia, Christian Horner, admitiu que a versão “é um protótipo, que deverá ser bem diferente do que será levado à pista”.

O mistério faz sentido em um esporte em que a disputa esportiva tem enorme dependência da evolução tecnológica. Daí o fato de que uma transformação como a prevista no regulamento a partir deste ano põe em dúvida o domínio da Mercedes.

“Eu imagino, dado que os carros serão tão novos e diferentes, que um ou dois carros do grid vão acabar sendo bem ruins e terão um ano terrivelmente doloroso”, disse o diretor técnico da equipe alemã, James Alisson. “Imagino que todos nós, em certa medida, deixamos coisas passarem porque nós simplesmente não prevíamos”, acrescentou.

Segundo James, o novo livro do regulamento tem o dobro de páginas da versão anterior e existe uma série de possibilidades que as equipes podem explorar. “Mas também, claro, existe perigo”, alerta sobre o risco de uma interpretação equivocada do texto levar uma equipe a um erro na projeção do carro.

A dose de cautela dos profissionais faz sentido num esporte que movimenta bilhões de dólares ao longo de cada temporada. Mas não é de se esperar que, mesmo com as mudanças profundas, uma equipe do porte da Mercedes passe a andar no meio do grid. Além do histórico recente, o volume de investimento em relação aos rivais não indica isso.

Os alemães investiram pesado nos últimos anos para se manter na ponta, levando a F-1 a criar um teto de gastos justamente para diminuir o abismo entre as dez escuderias do grid. Neste ano, o limite é de U$ 142 milhões (R$ 734 milhões). Em 2021, esse valor foi de US$ 145 milhões (R$ 749 milhões).

Para Toto Wolff, chefe da Mercedes, a imposição do teto, além da redução no valor, trará um equilíbrio para a F1. Ele acredita que cinco ou seis equipes vão brigar por vitórias. “Não haverá mais uma equipe andando um segundo à frente das outras”.

Desde 2014, a escuderia que ele comanda andou bem mais do que um segundo à frente dos adversários. E os números mostram isso. Nos últimos oito anos, o time alemão venceu 111 das 160 provas disputadas, além dos títulos de pilotos e construtores que conquistou.

Ao todo, a Mercedes já conquistou 124 vitórias ao longo de sua história na categoria, sendo a terceira que mais vezes teve um piloto cruzando a linha de chegada na frente, atrás apenas de Ferrari (238) e McLaren (183).

Mesmo na temporada passada, em que Max Verstappen venceu a disputa com Lewis Hamilton, a equipe do heptacampeão venceu o Mundial de Construtores e só não levou também o de pilotos novamente por causa do decisivo e polêmico GP de Abu Dhabi, em que o britânico acabou ultrapassado pelo holandês na volta final.

Ao anunciar o novo regulamento da F1, a categoria informou que as mudanças tinham como objetivo dar um equilíbrio maior às corridas. Depois de uma disputa tão acirrada como no último ano, é isso que todos os torcedores esperam, sobretudos aqueles das equipes acostumadas a vencer.

Notícias relacionadas

Três a cada 4 brasileiros aprovam lista de jogadores para a Copa

Millonarios desperdiça pênalti e São Paulo se salva na Sul-Americana

Fluminense ganha fôlego na Libertadores com vitória sobre o Bolívar

Arsenal acaba com jejum de 22 anos e é campeão inglês

Endrick diz que ida ao Lyon foi primordial para disputar a Copa

Assuntos Fórmula 1, Mercedes
Murilo Rodrigues 18 de fevereiro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Alessandro Zanardi foi campeão paralímnpico de corrida em cadeira de rodas (Imagem: YouTube/Reprodução)
Dia a Dia

Morre Alessandro Zanardi, ex-piloto da F-1 e medalhista paralímpico

2 de maio de 2026
Esporte

FIA muda carros e regulamento da Fórmula 1 na temporada de 2026

17 de dezembro de 2025
Variedades

Bonner comenta transmissão da F-1 pela Globo novamente e leva bronca

14 de outubro de 2025
Max Verstappen venceu GP do Arzebaijão e encostou nos líderes da Fórmula 1 (Imagem: YouTube/Reprodução)
Esporte

Verstappen vence o GP do Azerbaijão e encosta nos líderes da F1

21 de setembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?