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Política

Secretário diz que depredação em Manicoré (AM) foi ‘questão política’

8 de março de 2024 Política
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Policiais em frente a casa do prefeito de Manicoré (Imagem: Reprodução/Redes sociais)
Policiais em frente a casa do prefeito de Manicoré, na quarta-feira (6), após morte de bebê (Imagem: Reprodução/Redes sociais)
Por Teófilo Benarrós de Mesquita, do ATUAL

MANAUS – O secretário municipal de Planejamento e Finanças de Manicoré (distante 331 quilômetros de Manaus), Kennedy Machado Duarte, atribuiu os ataques à casa do prefeito Lúcio Flávio (PSD) e ao Hospital Regional Dr. Hamilton Maia Cidade a “questão política” e disse que a situação está “sob controle”, dois dias depois do ocorrido. A cidade recebeu reforço da Polícia Militar.

Na quarta-feira (6), após a enterro de uma criança recém-nascida, manifestantes foram a casa do prefeito Lúcio Flávio e danificaram a estrutura e alguns objetos. Houve depredação também no Hospital Hamilton Maia Cidade. A família atribui a morte do bebê à negligência médica e pede que o caso seja investigado.

O secretário lamentou a morte do bebê, disse que a prefeitura prestou todo o apoio necessário e classificou os atos como “caso isolado de uma meia dúzia de pessoas que se aproveitaram da dor da família enlutada para politizar o ocorrido”.

“A prefeitura desde o início se colocou a disposição para dar todo suporte necessário para a família, todavia teve viés político que motivou os ataques”, disse o secretário, ao ATUAL.

A cidade recebeu o reforço de 8 policiais da Rocam (Ronda Ostentiva Cândido Mariano) da PM (Polícia Militar do Estado do Amazonas), que, de acordo com Kennedy, ficará de forma permanente em Manicoré até o aumento definitivo do efetivo.

O secretário disse ainda que houve apenas danos materiais após os ataques de quarta-feira e que o prefeito Lúcio Flávio está no município, trabalhando de forma normal.

Manifestação na quarta-feira (6) em frente à casa do prefeito Lúcio Flávio, de Manicoré (Imagem: Reprodução/Redes Sociais)
Manifestação na quarta-feira (6) em frente à casa do prefeito Lúcio Flávio, de Manicoré (Imagem: Reprodução/Redes Sociais)
Relato da mãe

Em suas redes sociais, a mãe do bebê, Carolina de Sá Rocha, disse que “não queria mais falar” sobre a morte do filho, mas que “ignorar, esquecer, é não valorizar a vida e permitir que a impunidade aconteça”.

“Procurei atendimento médico às 10h11 da manhã [de domingo] no hospital do município, pois estava sentindo fortes dores. Fui atendida pelo médico e ele disse que estava com o meu bebê e que era normal eu estar sentido dores, pois tudo indicava que nasceria de parto normal”, diz a publicação da mãe.

“Às 12h comecei a sangrar e pedi para minha mãe chamar as enfermeiras. Elas falaram que era normal e foram embora. Eu continuei com muita dor e sangrando muito. Às 14h pedi novamente ajuda e fui correspondida com ralhos e gritos e me falaram que não podiam fazer nada por mim e nem pelo meu bebê. Que o médico já tinha me explicado que normal tudo aquilo”, escreveu Carolina.

Na sequência do relato, a mãe diz que “às 17h, quando eu já estava quase morrendo, e sem forças, o médico veio me ver e disse que eu estava com quatro centímetros de dilatação, só que não podiam fazer nada. Eu implorei a ele por uma cesariana, mas ele disse que o meu parto seria normal e que eu tinha que aguentar”.

“Minha mãe implorou por ajuda e ele [médico] disse que se ela não quisesse ver sua filha sofrer, deveria sair da sala e de dentro do hospital. Às 19h30, o médico voltou, me deu o último toque e saiu me puxando para a sala de parto para eu ter normal, mas como eu já estava sem forças, só a cabeça do bebê passou”, disse Carolina

“Ele fez cesárea e disse que meu filho estava quase sem vida. Eu e minha família só fomos ver o bebê depois que veio de Manaus morto. Não tive o prazer de carregar meu filho no colo. Espero que isso nunca aconteça com nenhuma mãezinha”, prosseguiu.

Versão da prefeitura

A Secretaria Municipal de Saúde de Manicoré emitiu nota sobre o atendimento à criança. De acordo com a secretaria, a mãe do bebê deu entrada às 11h de domingo (3) no Hospital Regional Dr. Hamilton Maia cidade, “com perda de líquido, aproximadamente, desde às 7h do mesmo dia. Ela foi atendida e avaliada, porém a equipe médica constatou que ainda não estava em trabalho de parto”.

“Em seguida foi realizado um exame USG com Doppler de umbilical que constatou parâmetros normais do feto. A mãe do bebê ficou internada para acompanhar a evolução do parto, que ocorreu de forma rápida, às 20h45, após recomendado pelo médico uma cesariana pelas circunstâncias e não houve intercorrências”, informa a prefeitura na nota.

O bebê nasceu com complicações, diz a nota. “A equipe médica realizou os trabalhos adequados e estabilizou o recém-nascido”. No mesmo dia a Secretaria Municipal de Saúde solicitou UTI aérea, para transferência do bebê para Manaus.

Na segunda-feira (4) o recém-nascido teve “piora no quadro e outra vez foi realizada tentativas de estabilização, as quais foram bem sucedidas. Porém, já no início da manhã, novamente o paciente começou a desestabilizar com piora do quadro progressivamente”.

Ainda de acordo com informações na nota da secretaria, às 11h de segunda-feira (4) o bebê foi levado para o aeroporto, porém o recém-nascido morreu no trajeto.

De acordo com Kennedy, a família queria que o corpo retornasse logo após a aterrissagem em Manaus o que não era possível.

“É preciso planejamento junto à secretaria de estado, além dos procedimentos fúnebres, como emissão de certidão de óbito, por exemplo”, disse o secretario, para justificar o não retorno imediato. ‘Não tinha, naquele momento, como trazer [de volta] de avião”. O bebê morto foi transportado de volta a Manicoré no terça-feira (5) e enterrado no dia seguinte.

Kennedy informou ao ATUAL que os envolvidos nos atos de depredação contra a casa do prefeito e o hospital foram identificados e responderão a inquérito policial. Mas não soube informar a quantidade de pessoas identificadas.

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Assuntos depredação, destaque, Manicoré, morte de bebê, vandalismo
Redação 8 de março de 2024
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