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Augusto Barreto Rocha

Seca 2025: hora do plano ou da sorte?

3 de março de 2025 Augusto Barreto Rocha
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MANAUS – A hora de elaborar os planos de ação para o enfrentamento da seca de 2025 é agora. Depois será tarde. Chegou março e os horizontes de tempo da logística global não são triviais. A contratação de serviços públicos com a obediência da lei exige trâmites e rigores. Adivinhar o que acontecerá com assertividade não é fácil, mas é fundamental estabelecer cenários plausíveis e planos de ação.

Os custos da indústria em 2024 foram ainda mais altos que em 2023 e atingiu R$ 1,5 bilhão. O que fazer em 2025 é um ponto de inquietação. Estoques certamente são necessários, mas em qual medida? Será necessário a repetição dos movimentos de píeres flutuantes? A dragagem teve algum efeito? Até agora não apareceu de maneira transparente e clara o fruto da dragagem empreendida? Quantas toneladas? Onde ficou o canal? Ele perdura? Qual o desenho tridimensional do que foi feito?

É difícil não ter a sensação de que foi um serviço inútil para o tráfego de grandes navios na “hidrovia” do Amazonas. Em toda a conversa que temos tido com as instituições diretamente envolvidas saímos com mais insegurança do que confiança. Seguimos a olhar a Amazônia e seus rios pelo Google. Seguimos sem envolver equipes de engenharia locais para estudar alternativas e soluções. Seguimos sem simulação e sem modelos computacionais para projetar e comparar se o projeto foi executado.

Os resultados da dragagem trarão 12,8m de calado nas regiões mais críticas? Para que isso aconteça, qual deveria ser o nível do rio Negro em Manaus? Seguimos ao sabor da sorte, sem ciência, sem tecnologia. Vivemos pelo acaso Amazônico, da chuva que poderá ou não vir, do rio que poderá ou não encher como nossas aspirações. Vivemos como nos séculos passados. Ainda não chegaram as novas tecnologias nas obras das hidrovias. Se chegaram, elas estão ocultas.

Está na hora de dar transparência nos projetos, nos planos e nas ações. Sem ela, fica a nítida impressão que seguimos em uma vida ao sabor do tempo e da sorte, mesmo com um custo enorme. Como ter confiança em um cenário destes? O que gostaríamos é de encontrar um plano minimamente público e transparente. O ideal seria uma espécie de “hackaton”
ou eventos de trabalho para o desenvolvimento alternativas e de tecnologias de engenharia para enfrentar os desafios da “hidrovia” do Amazonas.

Se seguirmos com soluções de salas fechadas e de pequenos grupos de “sábios”, seguiremos a depender exclusivamente de São Pedro e das providências das chuvas. Elas encherão os rios e depois vai aparecer alguém sem nenhuma evidência objetiva para afirmar que foi a dragagem.

A indústria e a academia são muito habituados com evidências. Sem isso, é difícil navegar em um mundo tão competitivo. Ficamos na expectativa das avaliações do que foi feito, que deu certo e que deu errado. Se não encararmos os erros e desvios, é impossível construir um mundo melhor.


Augusto César Barreto Rocha é doutor em Engenharia de Transportes (COPPE/UFRJ), professor da UFAM (Universidade Federal do Amazonas), diretor adjunto da FIEAM, onde é responsável pelas Coordenadorias de Infraestrutura, Transporte e Logística.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

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Assuntos Amazonas, dragagem, Logística, logística na Amazônia, seca dos rios, Zona Franca de Manaus
Cleber Oliveira 3 de março de 2025
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