O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Follow Up

São preocupantes os indicadores da letargia regional

3 de julho de 2019 Follow Up
Compartilhar

Na leitura dos fatos que indicam mudanças estruturais iminentes na economia do Amazonas, o presidente do CIEAM, Centro da Indústria do Estado do Amazonas, Wilson Périco, foi mais uma vez enfático: “O que é preocupante é que não vemos nenhuma proposta do nosso Estado para contribuir com a reforma tributária”. Que lugar ocuparemos nessa ótica da gestão liberal que anuncia um novo paradigma tributário, indiferente às demandas sociais e aos estados mais empobrecidos.  “Só fazemos choramingar, reclamar, como se fôssemos coitadinhos. E não somos!”, arremata o dirigente classista. Para ele, é inaceitável que, sendo a sétima economia do Brasil, mais de 47,9% da população do Amazonas esteja abaixo da linha da pobreza, segundo o IBGE, e que a quantidade de pessoas na extrema pobreza aumentou de 13,8% para 14,4% entre 2016 e 2017.

E é claro que as pessoas nos perguntem aonde foi parar a riqueza gerada pela Indústria? Essa questão precisa ser enfrentada de uma vez por todas. Caso contrário, nunca teremos argumentos para exigir a distribuição da riqueza como determina a Lei. Hoje, 60% dos recursos aqui produzidos são para sustentar a máquina pública. É um capitalismo às avessas em que o gestor da maior parte da riqueza é o governo, voraz e insaciável. Nesta terça-feira, dados do IBGE atestam que o Amazonas é o Estado mais açoitado pelo desemprego desde 2016. 

Desindustrialização e deterioração factível 

Um relato de fonte segura, colhido nos corredores ministeriais, traduz o quadro delicado de sobrevivência da economia do Amazonas. “O que se vê e o que se ouve por aqui é que o governo não vai fazer nada pela ZFM, nem para destruir diretamente muito menos para resguardar sua continuidade. Nenhum técnico, praticamente, está aqui em Brasília preocupado com isso. E quando esbarram com alguém vindo de nossa região dizem apenas coisas assim: Vocês são contra a tendência da abertura comercial, da tributação, da competitividade e da inovação”. Ou seja, essa verborragia sem compromisso sinaliza equivale a um tiro na cabeça. Um tiro de misericórdia a longo prazo, no fim do qual estaríamos todos depauperados. Se não houver um alinhamento solidário e construtivo os dias ficarão sombrios ao sabor do esvaziamento progressivo.

Silêncio dos militares

Historicamente registramos uma convivência saudável e colaborativa entre as entidades de classe do setor produtivo, a Suframa e os demais órgãos Federais da região, particularmente as Forças Armadas, de onde surgiu a ideia da ZFM. Afinal, no que se refere aos militares, estamos falando dos formuladores desta economia de acertos. Temos registros dos atores/ gestores do Comando Militar da Amazônia, grandes parceiros na luta pela infraestrutura de transporte, energia e comunicação. Hoje há um silêncio expressivo das lideranças ‘O Brasil nos trata como colônia’, desabafou o general Eduardo Villas Bôas, há seis anos, numa entrevista à Folha de São Paulo. “Temos metade do nosso território a ser ocupado, integrado à dinâmica da sociedade. A Amazônia, como não está integrada ao país, não há conhecimento no sul da sua realidade, seu potencial. É como se fosse uma colônia do Brasil. Ela não é analisada, interpretada, estudada e compreendida numa visão centrada da própria Amazônia. Isso nos coloca numa posição periférica”.

Precisamos alinhar discurso e iniciativas 

A União Federal tem nos tratado como cidadãos de segunda classe. O que se constata num momento é um sentimento generalizado de insegurança e o travamento de atitudes que possam encaminhar as medidas cabíveis na luta pela sobrevida econômica. A informação de que não haverá medidas combativas ao modelo ZFM- ou seja ninguém buscará nos atingir – significa sinal verde à desindustrialização progressiva, esvaziamento de projetos e um estímulo deliberado para avançarmos em direção a floresta e, com sua depredação, construir um futuro economicamente incerto, ambientalmente desastroso, politicamente aloprado e sociambientalmente trágico. Como reagir na formulação de um projeto próprio e alternativo para resguardar a economia regional se a fogueira das vaidades locais continua como pauta essencial de personagens considerados decisivos. 

Economia versus Egolatria  Alguns grupos setoriais, em lugar de propor um mutirão de análises, propostas e encaminhamentos, priorizam a estratégia insana do “nós contra eles”. Dedicam-se a santanizar os adversários, como se qualquer debate diferente do vade-mécum revanchista significasse a composição com os enviados do demônio. Lemos em alguns grupos que não há porque se preocupar diante da iminente reforma fiscal que esvaziará os atrativos fiscais das empresas aqui instaladas. “ Temos a floresta e seus ativos, suficientes para substituir os recursos do Polo Industrial de Manaus”. Voltar-se para a floresta com os paradigmas predatórios desta civilização destrutiva significa assumir o caminho dos caos. Perde-se a chance do entendimento na medida em que o clima eleitoreiro permanece no cotidiano de militantes ensandecidos.

Notícias relacionadas

Polo Industrial de Manaus fatura R$ 121,8 bilhões e mantém ritmo de produção

Vantagem fiscal da ZFM é impulso para produtos da bioeconomia

Renan Santos diz que, se eleito, revisará incentivos fiscais para o Amazonas

Omar defende atrair mais empresas para o AM e qualificar trabalhador

Arthur diz que volta à política por experiência, não por vaidade

Assuntos Cieam, incentivos fiscais, suframa, Zona Franca de Manaus
Cleber Oliveira 3 de julho de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Indústrias da Zona Franca de Manaus (Foto: Divulgação/Suframa)
Economia

Polo Industrial de Manaus fatura R$ 121,8 bilhões e mantém ritmo de produção

7 de agosto de 2026
Evento na Suframa expôs vantagem do incentivo fiscal para desenvolver produtos da bioeconomia (Foto: Suframa/Divulgação)
Economia

Vantagem fiscal da ZFM é impulso para produtos da bioeconomia

6 de agosto de 2026
Renan dos Santos, líder do MBL, é alvo de investigação da PF (Imagem: YouTube/Reprodução)
Política

Renan Santos diz que, se eleito, revisará incentivos fiscais para o Amazonas

4 de agosto de 2026
Omar em conversa com trabalhadores: promessas para ampliar oferta de emprego e o parque industrial de Manaus (Foto: Tadeu Rocha/Divulgação)
Política

Omar defende atrair mais empresas para o AM e qualificar trabalhador

3 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?