O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Salário baixo gera insatisfação, mas trabalhador quer carteira assinada

6 de dezembro de 2022 Economia
Compartilhar
Para receber o auxílio, a renda familiar deve ser de até R$ 522,50 por pessoa ou de até três salários mínimos (Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)
O salário baixo é o principal motivo de insatisfação com o trabalho no Brasil (Foto: Marcello Casal/ABr)
Por Leonardo Vieceli, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – O salário baixo é o principal motivo de insatisfação com o trabalho no Brasil, e ter carteira assinada ou CNPJ representa um desejo para a maioria dos informais.

As conclusões são da Sondagem do Mercado de Trabalho, uma publicação lançada nesta terça-feira (6) pelo FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

A nova pesquisa pretende consultar mensalmente cerca de 2.000 pessoas espalhadas pelo território nacional. O primeiro relatório apresenta dados apurados ao longo dos três meses iniciais de coleta – agosto, setembro e outubro.

Segundo a nova pesquisa, 72,2% dos entrevistados em agosto estavam satisfeitos ou muito satisfeitos com o trabalho. Por outro lado, os insatisfeitos ou muito insatisfeitos somaram 27,8%.

No segundo grupo, a remuneração baixa foi o motivo mais citado (64,2%) para a insatisfação. Ter pouco ou nenhum benefício (43%) veio na sequência.

A insegurança de um trabalho temporário (23,7%) também esteve entre os pontos negativos mais lembrados. Cada entrevistado pôde escolher mais de uma resposta.

Os percentuais de pessoas insatisfeitas ou muito insatisfeitas com o trabalho foram maiores entre aquelas com escolaridade mais baixa, até o ensino fundamental (37,7%), mulheres (31,9%) e sem nenhum tipo de registro (32,7%).

Os entrevistados atribuíram uma nota de um a dez sobre a percepção de bem-estar com a vida em geral. Quanto mais alta a pontuação, maior a satisfação. A nota média ficou em 7,2 pontos. A marca foi maior entre as pessoas satisfeitas com o trabalho (7,9) do que entre as insatisfeitas (6,1).

A sondagem também traz um detalhamento sobre os trabalhadores informais, que atuam sem carteira assinada ou CNPJ.

Conforme a pesquisa, quase 90% desse grupo gostaria de ter uma ocupação mais formalizada (87,7%). Apenas 12,3% não tinham esse desejo.

No caso dos trabalhadores por conta própria, uma categoria que ganhou força no país, a pesquisa apontou que 69,6% gostariam de mudar de ocupação e ter algum vínculo formal em uma empresa. Outros 30,4% preferiam seguir na mesma situação.

No grupo que gostaria de mudar e ter vínculo com uma empresa, os principais motivos citados foram rendimentos fixos (33,1%) e benefícios que as companhias costumam oferecer (31,4%).

Entre os trabalhadores por conta própria que não desejavam trocar de ocupação, o aspecto mais lembrado foi a flexibilidade de horário (14,3%).

Na visão de Rodolpho Tobler, um dos pesquisadores responsáveis pela pesquisa do FGV Ibre, os resultados sinalizam “cautela” na análise do mercado de trabalho, apesar da recuperação de vagas nos últimos meses.

“A gente tem uma melhora quantitativa, mas a qualidade do emprego ainda não é a ideal”, avaliou o economista.

O pesquisador Fernando Veloso, que também participou da apresentação da pesquisa do FGV Ibre, tem opinião semelhante.

O economista destacou que, mesmo com a recente queda do desemprego, há uma grande preocupação com a renda baixa e uma demanda por formalização no país.

“Em termos de mensagem, os primeiros resultados [da sondagem] estão mostrando um grau de vulnerabilidade bastante grande”, disse Veloso.

Risco de perder o trabalho

Já na coleta de dados feita em outubro, a pesquisa perguntou aos entrevistados sobre o risco de perder o emprego ou a principal fonte de renda nos 12 meses seguintes.

A possibilidade de ficar sem trabalho ou remuneração foi vista como improvável ou muito improvável por 58,7% do total. No sentido oposto, 41,3% dos entrevistados afirmaram que a perda seria provável ou muito provável.

O temor de ficar sem trabalho foi maior entre os profissionais com renda mais baixa, de até dois salários mínimos (47,5%), do que entre aqueles com renda acima de dois salários (20,4%).

Se a perda ocorresse, a maior parte das pessoas consultadas (66,5%) teria condições de se sustentar por até três meses. Os demais entrevistados (33,5%) conseguiriam bancar as despesas por mais de um trimestre.

A sondagem também buscou medir, na coleta de setembro, o quanto as pessoas estavam preocupadas com diferentes tópicos em um horizonte de cinco a dez anos, incluindo finanças, saúde, habitação e conhecimento.

A área de finanças foi aquela em que houve mais preocupação. “Não estar tão bem financeiramente quanto gostaria” foi o item com a maior proporção de entrevistados (67,6%) que escolheram a resposta “estou muito preocupado”. “Minha família não estar tão bem financeiramente” teve o segundo maior percentual (61,9%).

Notícias relacionadas

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

Escola deve ser suporte para identificar violência contra crianças e adolescentes

CFM aprova regras para uso do fenol, substância proibida pela Anvisa

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Assuntos carteira assinada, destaque, dinheiro, emprego formal, Salário mínimo, trabalhadores
Murilo Rodrigues 6 de dezembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

23 de maio de 2026
Os vereadores garantem direito aos ex-atletas em competições, como lugares privilegiados e entrada gratuita (Foto: Dircom/Divulgação)
Política

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

23 de maio de 2026
Dia a Dia

Escola deve ser suporte para identificar violência contra crianças e adolescentes

23 de maio de 2026
Saúde

CFM aprova regras para uso do fenol, substância proibida pela Anvisa

23 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?