O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Saiba quais os três fatores que derrubam o dólar e atraem investidores

23 de março de 2022 Economia
Compartilhar
Negociações em dólar com o exterior caiu em fevereiro (Foto: Divulgação)
Valor do dólar em real caiu nesta quarta-feira (Foto: Divulgação)
Por Clayton Castelani, da Folhapress

SÃO PAULO – O dólar encostou na casa dos R$ 4,85 nesta quarta-feira (23), mantendo uma tendência de queda observada desde o início do ano. A desvalorização da taxa de câmbio resulta do alinhamento de condições conjunturais favoráveis à entrada da moeda americana no país. Ações baratas na Bolsa de Valores e juros altos atraem investidores estrangeiros para aplicações em renda fixa e variável.

A valorização de matérias-primas produzidas no Brasil, principalmente o petróleo, também faz o país despontar entre as alternativas para investidores interessados no setor de commodities.

O Brasil pode suprir parte da demanda por algumas das commodities exportadas pela Rússia, que enfrenta sanções por ter invadido a Ucrânia.
Entenda em três pontos como surgiu esse cenário favorável à queda do dólar:

1 – Real e Bolsa perdem valor na pandemia

Em março de 2020, o início da pandemia de Covid-19 marcou a disparada do dólar a partir de um patamar de R$ 4,50, para onde não retornou mais até o momento.

Em momentos de incerteza, investidores buscam abrigo nos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, considerados mais seguros. Países de economia emergente, como o Brasil, são vistos como arriscados e, por isso, os primeiros a sofrer com a saída de dólares rumo a economias mais sólidas.

O dólar se manteve acima dos R$ 5 até junho do ano passado, quando pela primeira vez na pandemia caiu à casa dos R$ 4,90. O recuo foi resultado da elevação da taxa básica de juros (Selic) pelo Banco Central, com o objetivo de tentar frear a inflação.

Quando o BC eleva a Selic, eleva a taxa de juros paga pelo Brasil em Títulos do Tesouro, o que atrai mais estrangeiros para o país, valorizando o real.

Esse período de dólar mais barato, no entanto, durou pouco. A turbulência política no país, com as manifestações de caráter golpista promovidas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) em 7 de setembro, fez o mercado reagir. O dólar saltou de R$ 5,17 para R$ 5,32 entre véspera e o pós-feriado do Dia da Independência do Brasil. A Bolsa de Valores aprofundou um movimento de queda.

Nos meses seguintes, o governo se empenhou em obter recursos para ampliar o valor mensal do Auxílio Brasil. O programa de distribuição de renda substituiu o Bolsa Família, criado durante a gestão do ex-presidente Lula, principal rival de Bolsonaro na disputa pelo Planalto em 2022.

Para cobrir a nova despesa, o governo burlou a regra do teto de gastos. A medida foi avaliada pelo mercado como uma ameaça à responsabilidade fiscal do país.

2 – Investidores globais buscam ativos baratos

Ao final de 2021, a inflação global assumiu o primeiro lugar no ranking de preocupações de investidores. O Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) estava a ponto de aumentar os juros de referência do país, que estavam zerados desde o começo da pandemia.

O encarecimento do crédito é a principal ação da autoridade monetária para conter a maior inflação registrada no país em 40 anos.

Antecipando-se à alta dos juros, investidores internacionais passaram a vender ações muito valorizadas durante a pandemia devido às políticas de estímulos adotadas durante a crise sanitária pelo Fed e outros bancos centrais de países desenvolvidos. Eles passaram a enxergar um cenário de desvalorização do mercado acionário devido à redução de liquidez provocada pelo aperto monetário.

Os juros americanos começaram a subir em março deste ano. A elevação de 0,25 ponto percentual, colocando a taxa de referência em um intervalo entre 0,25% e 0,50% ao ano, ainda representa pouco perto da inflação anual, que passa dos 7%.

Enquanto os juros não sobem o suficiente para tornar a renda fixa americana mais atraente, investidores globais passaram a procurar por ativos desvalorizados e com potencial de crescimento. Esse é o caso da Bolsa e da moeda brasileira, excessivamente depreciados nos últimos meses devido aos riscos internos e também pelos temores gerados pela pandemia.

Especialistas do mercado financeiro definem se as ações de uma empresa negociadas na Bolsa estão caras ou baratas por meio da relação entre o preço desses ativos e o lucro projetado pela companhia.

É com base nesse fundamento que analistas afirmam que há espaço para o crescimento da Bolsa e, consequentemente, para a queda do dólar à casa dos R$ 4,50, patamar anterior à pandemia.

3 – Juros e commodities atraem

A Bolsa de Valores brasileira tem dois segmentos com grande potencial para atrair investidores estrangeiros: commodities e finanças.
Petróleo e o minério de ferro formam o carro-chefe entre as matérias-primas exportadas pelo país, sendo a petrolífera Petrobras e a mineradora Vale as companhias com maior peso no Ibovespa, o índice de referência da Bolsa.

Essas commodities estão se valorizando há meses devido à expectativa de retomada das atividades econômicas conforme o avanço da vacinação reduz as chances de interrupções severas das cadeias de abastecimento.

Especialmente no caso do petróleo, a decisão dos países membros da Opep (cartel dos principais produtores de petróleo e derivados) de não acelerar o aumento da produção já vinha provocando altas nos preços desde o segundo semestre do ano passado. Mas foi a guerra na Ucrânia que fez o preço da commodity disparar ao maior nível desde 2008.

Depois de um período de forte oscilação, houve crescimento das ações das exportadoras brasileiras. A valorização das commodities passou a ser um fator importante para a queda do dólar. Essas mercadorias são negociadas em dólar e, naturalmente, representam uma porta de entrada para a moeda estrangeira. A alta do petróleo, porém, também está tornando a renda fixa ainda mais atraente.

Ao comunicar a elevação da taxa básica de juros (Selic) para 11,75% ao ano, na semana passada, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) também sinalizou a possibilidade de elevações ainda mais agressivas dos juros em um cenário de alta do barril do petróleo Brent. O preço atualmente ronda os US$ 120 (R$ 590).

Analistas apontam que, diante dessa colocação do Copom, a taxa Selic deverá fechar 2022 acima dos 13%.

O Brasil possui hoje um dos diferenciais de juros mais vantajosos do mundo. É assim que investidores classificam a relação entre a taxa de crédito e a expectativa de inflação, estimada por analistas consultados pelo Banco Central em 6,59% para este ano.

É uma condição que favorece o carry trade, que é como o mercado chama a prática de tomar crédito barato em países com juros baixos e aplicar em mercados com maior possibilidade de retorno.

Juros altos, por sua vez, têm potencial para valorizar ações dos grandes bancos brasileiros. Mais um fator que favorece a entrada de dólares na Bolsa brasileira.

Notícias relacionadas

Ministro revela que 56 mil sites e aplicativos de bets foram desativados

Renegociação de dívida rural incluirá perdas causadas por eventos climáticos

Governo adia fim de subsídio da gasolina com alta no preço do petróleo

Empresas aéreas lucraram R$ 4,3 bilhões em 2025, informa a Anac

Indústria de calçados e importadores dos EUA são contra tarifas ao Brasil

Assuntos Bolsa de Valores, Dólar
Cleber Oliveira 23 de março de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dólares
Economia

China amplia acordos na África para não depender do dólar

7 de julho de 2026
Amazônia
Geral

Como a volatilidade do câmbio em junho impacta o planejamento de quem viaja do Amazonas

26 de maio de 2026
Minerais críticos explorados no Brasil; país tem a segunda maior reserva global de terras raras (Foto: SGB/Divulgação)
Economia

Minerais críticos atraem pouco interesse de investidores

28 de fevereiro de 2026
Economia

Gasto de turistas estrangeiros no Brasil foi de R$ 3,7 bilhões em janeiro

25 de fevereiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?