O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Saúde

Saiba como identificar transtornos psiquiátricos em jovens e o que fazer

18 de abril de 2023 Saúde
Compartilhar
Casos de depressão nas universidades preocupam comunidade acadêmica que forma grupos para trabalhar prevenção (Foto: Divulgação)
Casos de depressão e transtornos podem ser identificados a olho nu (Foto: Divulgação)
Por Patrícia Pasquini, da Folhapress

SÃO PAULO – Transtornos psicológicos podem ser percebidos a tempo de tratar e evitar episódios como o ocorrido no dia 27 de março, na escola estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, zona oeste de São Paulo.

“As crianças e os adolescentes dão sinais, as pessoas que não veem ou não estão próximas a eles para enxergarem”, afirma Liliana Seger, psicóloga clínica e coordenadora do Grupo de Transtorno Explosivo Intermitente, do Programa do Ambulatório dos Transtornos do Impulso, do Instituto de Psiquiatria da USP.

Segundo a especialista, ficar mais quieto, irritadiço, mudar os hábitos, permanecer muito tempo no quarto, evitar sair de casa e os contatos sociais são alertas que podem indicar o desenvolvimento de transtorno de personalidade antissocial ou de conduta.

O transtorno de personalidade antissocial se caracteriza pela falta de empatia, mentira, irresponsabilidade, indiferença, impulsividade, agressividade e pelo desrespeito às leis. É diagnosticado na idade adulta.

O transtorno de conduta aparece na infância e adolescência. É marcado pelo egoísmo, insensibilidade, agressividade, crueldade com animais, mentira, brigas, ataques de birra constantes, desobediência familiar e na escola, furtos, prática de bullying, perseguição a colegas de classe.

As escolas devem chamar os pais para uma conversa e avisá-los sobre qualquer mudança no comportamento, de acordo com a especialista.

“Há projetos interessantes que poderiam ser feitos pelas escolas. Sentar-se com os professores, perguntar como eles percebem os alunos, se há comportamentos diferentes em aulas diferentes, e quais são os mais isolados”, explica a psicóloga.

Ela também ressalta que ambientes virtuais também podem dar pistas de comportamentos que indicam transtornos psicológicos. Entre eles estão postagens agressivas, que mencionam armas ou manifestam vontade de morrer.

“As dicas vêm, as crianças e os adolescentes é que estão cada vez mais sem o olhar da família. A família joga para a escola. O pai educa, cria e vai trabalhar. Dependendo da classe social, acaba dando muitas coisas, mas não olha para eles; ou os pais trabalham muito porque a sobrevivência é mais importante e nem olham para a cara do filho”, afirma Liliana Seger.

Quanto a casos de bullying, a psicóloga diz que, se a criança ou adolescente tem uma rede familiar com quem possa conversar ou uma escola que preste atenção, o problema é minimizado. “Infelizmente, as escolas não conseguem olhar para eles, individualmente. Não há matérias ou encontros que possam fazer com que os professores percebam as condutas dos alunos”.

Gabriela Malzyner, psicóloga, psicanalista e coordenadora do Núcleo de Infância e Adolescência do CEP (Centro de Estudos Psicanalíticos) de São Paulo, acrescenta que, “quando um jovem promove um ato como aquele [da escola estadual Thomazia Montoro] é denunciado um mal-estar social”.

Para a psicanalista, os pais precisam pedir ajuda, pois nem eles ou as escolas darão conta do problema sozinhos.

A especialista reforça, ainda, que o Estado deve enviar recursos psicossociais e educacionais às escolas. “Crianças e adultos desamparados socialmente ficam numa situação de vulnerabilidade psíquica e emocional tão grande que não têm competência para serem empáticos com o outro, porque não tiveram a marca da empatia. As pessoas são frutos de um meio, social ou familiar. E o meio modula o comportamento, as ações e a forma de lidar com o próximo”.

Notícias relacionadas

Ministério da Saúde lança ações para enfrentar efeitos da crise climática

Empresas devem cumprir norma para garantir saúde mental

Redes sociais deixam jovens ‘polarizados’ e em isolamento político, mostra estudo

Enamed é insuficiente para garantir medicina de qualidade; saiba porquê

Campanha defende política nacional de saúde mental climática

Assuntos Especialistas, Jovens, transtornos psiquiátricos
Murilo Rodrigues 18 de abril de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

jovens na politica
Política

Redes sociais deixam jovens ‘polarizados’ e em isolamento político, mostra estudo

30 de junho de 2026
(Foto: Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil)
Economia

Ocupação de pessoas 60+ sobe 53% em 10 anos; ritmo supera o dos jovens

11 de junho de 2026
Crianças vulneráveis; estudo identifica fragilidades de grupos sociais de jovens no país (Foto: Ministério do Trabalho/Divulgação)
Dia a Dia

Estudo identifica vulnerabilidades de 13 grupos de jovens no Brasil

28 de maio de 2026
Para se inscrever, é necessário que o aluno tenha perfil de liderança, excelência acadêmica e fale inglês (Foto: Reprodução/Facebook)
Dia a Dia

No Brasil, 75% dos jovens afirmam se preocupar com mudanças climáticas

24 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?