
Apesar da Nasa afirmar que isso não significa que exista vida em Marte, o robô Curiosity descobriu nitrogênio no Planeta Vermelho. O componente foi encontrado na forma de óxido nítrico. O nitrogênio pode ter sido depositado em Marte através de impactos de meteoritos e raios em tempos passados. A descoberta mune os cientistas de mais pistas para decifrar se o planeta já abrigou vida ou já foi capaz de abrigar vida. Em dezembro do ano passado, o Curiosity detectou um pico de metano, gás que é produzido por bactérias ou micróbios.
O fim da teoria do Big Bang
Criada em 1931, a famosa teoria do Big Bang pode estar por um fio: a teoria data de 13,7 bilhões de anos e cientistas encontraram o quasar SDSS J0100+2802 com um buraco negro cerca de 900 milhões de anos mais jovem que o Big Bang. Logo, as novas especulações dão conta de que o tempo estimado do Big Bang é insuficiente para explicar a formação de várias coisas como esse quasar. Alguns dizem que o tal quasar é mais velho que o próprio Big Bang, dando sinais de que a reformulação da Física precisa acontecer de forma imediata.
Consórcio ganha torcida
A possível entrada do Brasil no consórcio da ESO, o maior de astronomia do mundo, rendeu uma grande torcida. Site da revista Galileu publicou opinião de astrônomos e cientistas brasileiros. Veja aqui e aqui.
Saliva de carrapato como possível cura do câncer: mais uma do Brasil
A professora de biologia Maria Izabel Camargo-Mathias liderou uma equipe de pesquisa da Unesp que conseguiu conter o crescimento de tumores através de um extrato da glândula salivar dos carrapatos fêmeas. O estudo foi publicado no fim do ano passado e ainda não se sabe qual a substância presente na saliva que é responsável pelo feito.
Cientistas assistem ao nascimento de estrela
Pesquisadores da Universidade Nacional Autônoma do México conseguiram captar, pela primeira vez, as transformações de uma estrela após o nascimento. O “bebê” das galáxias recebeu o nome de W75(B)-VLA2 e fica 4.250 anos-luz de distância da Terra.
Matéria escura ainda mais misteriosa
Pesquisadores da Universidade Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), na Suíça, em parceria com universidades do Reino Unido, analisaram o comportamento da matéria escura em colisões de aglomerados de galáxias. Eles descobriram que, se amatéria escura for mesmo formada por partículas subatômicas, elas não interagem muito entre si. Sabemos que a matéria escura corresponde a 85% do Universo e, mesmo os cientistas não sabendo muito o quê e como ela é, sua presença é sentida. E muito bem sentida, obrigada.
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