O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Regras sobre viagem de ônibus geram impasse entre Fazenda e o Cade

21 de julho de 2023 Economia
Compartilhar
Regra para viagem de ônibus interestadual gera divergência no governo (Foto: Divulgação)
Por Lucas Marchesini, da Folhapress

BRASÍLIA – O Ministério da Fazenda criticou um entendimento do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) sobre a regulação do mercado de transporte interestadual de passageiros. A pasta aponta que a posição do órgão que deve promover a concorrência no Brasil acaba, na verdade, prejudicando a competição no setor.

O terreno da disputa entre o ministério comandado por Fernando Haddad (PT) e a autoridade antitruste é uma audiência pública da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

A agência precisa regulamentar uma mudança legal sobre o processo de autorização para novas linhas interestaduais de transporte de passageiro. A alteração legislativa criou a obrigação de se comprovar a existência de capacidade econômica e financeira para a liberação.

A dúvida está em quem ou o quê, exatamente, precisa ter tal capacidade. O Cade defende que seja considerada a capacidade da linha. Na prática, isso significa que o poder público definiria um número máximo de empresas operando o serviço a cada trecho.

“A livre competição do mercado e a livre concorrência não configuram uma política pública irrestrita, tendo em vista o risco de o serviço ser prestado com ofensa aos princípios […] da regularidade, continuidade, eficiência, segurança, atualidade, generalidade (universalidade), cortesia na prestação e modicidade das tarifas”, aponta ofício do Cade de 26 de abril deste ano.

Para o Cade, “delegar uma linha para um grande número de operadores pode levar a problemas de oferta e demanda, prejudicando a qualidade e a segurança do serviço prestado aos usuários”. “O excesso de oferta pode inviabilizar a prestação do serviço”, acrescenta.

Já a Fazenda entende que a avaliação da capacidade deve ser aplicada à empresa que quiser realizar o serviço. Nesse caso, se a companhia cumprir certos requisitos, pode oferecer a linha. Para a pasta, a posição do Cade é uma “forma de criar barreira à entrada”, que “pode gerar falhas de governo com prejuízos significativos aos usuários do serviço público que se pretende proteger”.

A pasta entende que a correção das falhas temidas pelo Cade pode ser feita na fiscalização da ANTT a partir de fatos concretos de falhas de mercado.

“Se houver imposição de barreiras à entrada para novos competidores no mercado, presume-se que a concorrência é restringida, podendo gerar situações de monopólio ou oligopólio”, conclui a Fazenda. A posição do ministério é posterior à do Cade e foi assinada em 4 de julho deste ano. A autarquia não respondeu aos questionamentos.

A posição do Cade é assinada pelo superintendente-geral do órgão, Alexandre Barreto. Não há a assinatura de outros técnicos no ofício enviado à ANTT. O superintendente é indicado pelo governo federal e Barreto foi escolhido para o posto pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na estrutura da autoridade concorrencial, a Superintendência-Geral funciona como uma primeira instância administrativa. Acima dela está o Tribunal Administrativo, composto pelo presidente e pelos conselheiros. De acordo com informações colhidas pela Folha, o assunto não foi discutido com o colegiado.

O Cade tem uma estrutura interna de assessoramento, o DEE (Departamento de Estudos Econômicos). Um ofício chegou a solicitar uma posição do DEE, mas Barreto não esperou o estudo para emitir a posição do Cade.

Já a posição da Fazenda é assinada pelo especialista em regulação, Mauro Sanjad, pela subsecretária de Regulação e Concorrência, Ana Patrizia Lira, e pelo secretário de Reformas Econômicas, Marcos Pinto.

A audiência pública da ANTT foi criada no ano passado e reaberta em 7 de julho deste ano após decisão do TCU (Tribunal de Contas da União). Ela se encerra em 12 de agosto deste ano.

Em 1º de agosto, a agência reguladora vai realizar uma sessão de audiência pública em sua sede, em Brasília.

O setor de transporte interestadual de passageiros tem batalhas intensas de diferentes lobbies. De um lado há as empresas tradicionais do setor. Do outro, novas entrantes como FlixBus e Buser.

Notícias relacionadas

Dívida Pública Federal fica estável em agosto e chega a R$ 9,29 trilhões

Governo cobra na Justiça gastos do SUS com tratamento de apostadores

AGU pede 72 horas para se manifestar sobre ações para liberar bets

Governo faz balanço de ações para frear alta nos combustíveis, incluindo multa de até R$ 500 milhões

MP junto ao TCU pede que proibição a bets só entre em vigor em 31 de dezembro

Assuntos Cade, Ministério da Fazenda, ônibus interestadual
Cleber Oliveira 21 de julho de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dário Durigan
Economia

Governo não devolverá outorgas às empresas de apostas, afirma ministro

26 de setembro de 2026
Ministério da Fazenda
Política

Ministérios informam limitação de despesas que incluem emendas

24 de setembro de 2026
iFood
Negócios

iFood anuncia que investirá R$ 24 bilhões em meio a disputas judiciais

16 de setembro de 2026
Dário Durigan, ministro da Fazenda
Economia

Fazenda autoriza empréstimo de R$ 1,4 bilhão ao Governo do Amazonas

8 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?