O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Projeto da Fiocruz possibilita alcançar meta de 100% de vacinação

3 de janeiro de 2023 Dia a Dia
Compartilhar
paralisia infantil
Método de vacinação da Fiocruz permite alcançar 100% do público-alvo (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Por Cláudia Collucci, da Folhapress

SÃO PAULO – Em menos de um ano, a cidade de Cuité de Mamanguape, a 64 km de João Pessoa (PB), quase dobrou a cobertura global de vacinas de rotina de suas crianças: saiu de 32%, em 2021, para 59% no início deste mês. Para alguns imunizantes, mais do que triplicou. A cobertura da pentavalente passou de 31% para 106%, a contra a paralisia infantil de 26% para 104%, e a tríplice viral, de 33% para 91%.

A Paraíba também foi o primeiro estado da federação a alcançar, em outubro último, a meta da campanha de vacinação contra a poliomielite, que é uma cobertura de 95%. O Amapá foi o segundo a atingir esse objetivo. No país como um todo, a taxa ficou abaixo de 60%.

Os dados desses dois estados são resultados de um projeto inédito que busca resgatar as altas coberturas vacinais realizadas pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) em parceria com o Ministério da Saúde e a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).

Após um diagnóstico das barreiras que enfrentam para cumprir metas de vacinação infantil, os municípios fizeram planos de ação e adotaram medidas como vacinação em creches, contratação e capacitação de profissionais para a imunização e reforço da comunicação com a comunidade no enfrentamento da hesitação vacinal e das fake news.

Lançado em dezembro de 2021, o projeto foi desenvolvido em 25 municípios da Paraíba e em 16 do Amapá. A iniciativa deu tão certo que, neste ano, o governo paraibano decidiu entendê-la a todos os 223 municípios do estado.

Os dados globais do projeto ainda estão sendo contabilizados e deve servir de modelo para uma série de mudanças na área da vacinação que a nova ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima, deve anunciar nos próximos dias.

O PNI (Programa Nacional de Imunizações), por exemplo, deverá se transformar em um departamento dentro da estrutura do ministério. Em 2021, a vacinação infantil no país chegou a seu pior nível em três décadas, com 68% de cobertura –contra 97%, em 2015. Com isso, houve a reintrodução do sarampo e há a ameaça de doenças já erradicadas, como a poliomielite, voltarem a fazer vítimas no país.

“A vacinação deixou de ser prioridade há muito tempo. Não há investimento, não há capacitação dos profissionais, muitas das pessoas que estão nas salas de vacinas não são contratadas, mudam a todo o momento, o que aumenta o risco de erros, de aplicação de vacinas erradas”, diz a pediatra Isabella Ballalai, vice-presidente da SBIm.

Para ela, o projeto mostra que as altas coberturas só serão retomadas se a vacinação estiver entre as prioridades dos gestores municipais. “A gente vê investimentos do Ministério da Saúde destinados à vacinação sendo usados pelos municípios em outras áreas da saúde”.

Além das parcerias com os gestores estaduais e municipais, o projeto conta com o apoio de vários atores, como universidades, escolas, igrejas, sindicatos, o MST (Movimento dos Sem-terra) e o Grupo Mulheres do Brasil.

Segundo a médica Maria de Lourdes de Sousa Maia, uma das coordenadora do projeto na Fiocruz, nos últimos anos houve um enorme distanciamento entre o PNI e a atenção primária à saúde, que executa as ações de vacinação nos municípios. “Isso gerou um desânimo muito grande na ponta do sistema”.

Os pesquisadores envolvidos no projeto detectaram vários problemas que atravancam as ações de imunização como a falta de computadores nas unidades de saúde e de carros para fazer busca ativa dos não vacinados, além da ausência de profissionais da enfermagem fixos nas salas de vacinação.

Maia afirma que também encontrou salas de vacina com horários reduzidos, o que dificulta o acesso. “Se o horário da vacina é das 8h às 17h, não dá para encerrar às 11h e mandar a pessoa voltar em outra hora. Muitas vezes, é na hora do almoço que alguém pode levar o filho para vacinar”.

Para Talita Alves de Almeida, gerente-executiva de Vigilância em Saúde da Paraíba, a sobrecarga dos profissionais da atenção primária também dificulta as ações de vacinação. Por exemplo: os técnicos de enfermagem que atuam na vacinação monitoram também os hipertensos, os diabéticos, fazem curativos e atendimentos domiciliares. As enfermeiras, que devem supervisionar a sala de vacina, fazem pré-natal, colhem exames citológicos, fazem teste de HIV entre outros.

“O profissional está lá na unidade, a unidade está aberta, mas ele está disponível naquele momento em que a mãe está esperando para vacinar o filho? A gente precisa rediscutir o papel desse profissional da enfermagem na sala de vacina”, diz.

Ela afirma que durante a campanha de vacinação contra a poliomielite, entre agosto e outubro, houve um monitoramento e uma comunicação diária com os profissionais e agentes de saúde para que os municípios atingissem as metas. “A gente ligava e dizia: você está com 70% de cobertura, suas crianças com menor cobertura são as de um ano. Onde estão elas? Na creche? Você já fez a vacina na creche?”

O diálogo com a população sobre a importância da vacinação aconteceu em vários espaços, como nas igrejas e nas escolas, e as unidades de saúde passaram a abrir aos sábados.

Com isso, dos 223 municípios do estado, só oito não alcançaram metas acima de 95% na vacinação contra a pólio, mas chegaram bem perto. E apenas um ficou com 83%. “Tivemos municípios que entre agosto e setembro saíram de 30% de cobertura e bateram em 95%”, conta Talita Almeida.

Há ainda dificuldades dos profissionais em lidar com os sistemas de informação. “Encontrei pilhas de papéis, com dados para serem digitados. Não adianta só fazer ‘lives’ com tutoriais sobre os sistemas. Tem que botar o pessoal numa sala com computador e treinar presencialmente”, diz Maia, da Fiocruz.

Também existem problemas na entrada dos dados dos municípios no sistema de informações do Ministério da Saúde. Em outubro, a estimativa era que havia uma defasagem de 30 milhões de doses entre as vacinas efetivamente aplicadas e as taxas que aparecem no Datasus.

Maia afirma que a equipe do projeto não encontrou falta de vacina em nenhum município. “Em muitos, as câmaras frias estavam muito cheias. Mas isso não costuma ser um bom indicador. Quer dizer que as vacinas não estão sendo aplicadas”.

Notícias relacionadas

Fausto Júnior e Alberto Neto apoiam adiar por 10 anos redução da escala 6×1

Familiares pedem que deputados acompanhem caso de PMs presos

Pandemia no AM: Justiça nega indenização coletiva contra hospitais

TRT-11 vai leiloar barco, bicicletas, terrenos e aeronaves no AM

Aumento na conta de luz para consumidores do AM será de 3,79%

Assuntos destaque, Fiocruz, paralisia infantil, vacina pentavalente, vacinação
Cleber Oliveira 3 de janeiro de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Fausto Júnior e Alberto Neto apoiam adiar por 10 anos redução da escala 6×1

19 de maio de 2026
Transferência de PMs presos mobiliza 100 agentes da segurança pública do Amazonas nesta terça em Manaus (Imagem: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Familiares pedem que deputados acompanhem caso de PMs presos

19 de maio de 2026
Dia a Dia

Pandemia no AM: Justiça nega indenização coletiva contra hospitais

19 de maio de 2026
energia
Economia

Aumento na conta de luz para consumidores do AM será de 3,79%

19 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?