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Esporte

Projeção do COB é superar Rio-16 e fechar Jogos de Tóquio com 20 medalhas

21 de julho de 2021 Esporte
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Atletas do Brasil em Tóquio: busca por maior número de medalhas (Foto: COB/Divulgação)
Por Teófilo Benarrós de Mesquita da Redação

MANAUS – Dos sete campeões olímpicos na Rio 2016, cinco defenderão o titulo em Tóquio 2020 a partir desta semana. O boxeador Róbson Conceição, que se profissionalizou e ficou impedido de disputar Olimpíadas, e a judoca Rafaela Silva, suspensa por doping, serão os medalhistas de ouro brasileiros ausentes em Tóquio.

Nos esportes coletivos, o futebol e vôlei masculino buscam o bicampeonato. As duplas Alison Cerutti e Bruno Smith, no vôlei de praia, e Martine Grael e Kahena Kunze, na vela, também tentam repetir o desempenho.  Thiago Brás, no salto com vara, completa o time dos que buscam o segundo ouro olímpico seguido.

O objetivo traçado pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro) é bater a marca da Rio-2016 quando conquistaram 19 medalhas (7 ouros, 6 pratas e 6 bronzes), alcançado pelo menos 20 pódios em Tóquio.

Esporte com 22 medalhas olímpicas (4 ouros, 3 pratas e 15 bronzes), o judô tem seis atletas bem cotados. No masculino, categoria acima de 100 kg, David Moura (10º melhor no ranking) e Rafael Silva (7º), bronze em Londres 2012 e Rio de Janeiro, são apontados como favoritos.

No feminino aparecem com chances Ketelyn Nascimento (63kg), Maria Portela (70kg), Mayra Aguiar (78 kg) e Maria Suelen Altheman (acima de 78kg). As judocas estão entre as 8 melhores no ranking mundial e por isso só enfrentarão adversárias do mesmo nível (top 8) a partir das quartas-de-finais.

Modalidades estreantes em Tóquio, o surfe e o skate tem atletas favoritos ao pódio: Gabriel Medina e Ítalo Ferreira, campeões mundiais nas ondas e as skatistas Pamêla Rosa e Rayssa Leal, destaques nos circuitos internacionais.

No vôlei de praia feminino a dupla Ágatha e Duda, campeãs do Circuito Mundial, desponta com chances. Ana Marcela Cunha, na maratona aquática e Bruno Fratus, nos 50m livres, são esperança na natação.

Na ginástica artística, Arthur Zanetti, ouro em Londres-2012 e prata na Rio-2016 nas argolas, tenta aumentar a coleção de medalhas. Prata no solo na Rio-2016 e campeão mundial da barra fixa em 2019, Arthur Nory tem como principal obstáculo para chegar às medalhas as recentes contusões.

Vencedor de duas pratas e um bronze nos Jogos 2016, o canoísta Isaquias Queiróz é outro atleta indicado como provável medalhista em Tóquio, assim como a boxeadora Beatriz Ferreira, campeã mundial categoria leve, até 60 kg; Robert Scheidt na vela; Nathalie Moellhausen na esgrima; Henrique Avancini no ciclismo mountain bike; Hugo Calderano no tênis de mesa; e Alison Santos, no atletismo, 400m com barreiras.

A delegação, com 302 atletas, tem 18 medalhistas de competições anteriores. A primeira disputa de medalha nos Jogos Olímpicos de Tóquio ocorre sábado (24) na prova de tiro feminino, modalidade que o Brasil não tem participante.

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Assuntos COB, Comitê Olimpico Brasileiro, Jogos Olímpicos, Olimpiadas, Olimpíadas de Tóquio, Tóquio 2020
Redação 21 de julho de 2021
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