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Saúde

Profissionais de saúde são vacinados contra a dengue com vacina do Butantan

11 de fevereiro de 2026 Saúde
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O imunizante estará disponível em todas as salas de vacina do País a partir da 2ª quinzena de março (Foto: Paulo Pinto/ABr)
Vacina é de dose única e produzida pelo Instituto Butanta (Foto: Paulo Pinto/ABr)
Da Agência Gov

BRASÍLIA – Começou nesta quarta-feira (11) a vacinação contra a dengue para profissionais de saúde da Atenção Primária. A previsão é imunizar 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente do SUS (Sistema Único de Saúde). As primeiras 650 mil doses foram enviadas aos estados e o restante do quantitativo (550 mil doses) está previsto para os próximos dias.

A estratégia utiliza a vacina brasileira contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan, de dose única, tetraviral e 100% nacional. O início da vacinação pelos profissionais da Atenção Primária é um passo estratégico para proteger quem atua próximo à população – médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde das Unidades Básicas de Saúde.

“A vacinação está começando por toda a equipe multiprofissional cadastrada no SUS. São aquelas pessoas que batem na porta, visitam a casa das pessoas, observam se tem criadouro do mosquito da dengue, fazem o acompanhamento, a mobilização. Também são aqueles profissionais que estão na primeira porta de entrada quando tem casos de dengue”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A ampliação para outros públicos está prevista para o segundo semestre deste ano, acompanhando o aumento da capacidade produtiva do Instituto Butantan. O início da estratégia começará pelos adultos a partir de 59 anos, com ampliação gradual para faixas etárias mais jovens, até alcançar o público de 15 anos.

Com investimento de R$ 368 milhões, foram adquiridas 3,9 milhões de doses, representando todo o quantitativo disponível. O início da vacinação está sendo realizada com as primeiras entregas.

Para avaliar o impacto do imunizante na dinâmica populacional da dengue, foi adotada uma estratégia de vacinação que está em curso desde janeiro. A ação de aceleração da vacinação acontece em três municípios-piloto: Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Nessas localidades, o público-alvo é composto por adolescentes e adultos de 15 a 59 anos.

Parceria internacional

A vacinação da população em geral começa com o aumento da produção de doses, a partir de uma parceria estratégica entre Brasil e China, com a transferência da tecnologia nacional desenvolvida pelo Instituto Butantan para a empresa chinesa WuXi Vaccines. Com essa cooperação, a produção da vacina nacional poderá aumentar em até 30 vezes.

A vacina apresenta 74,7% de eficácia contra a dengue sintomática em pessoas de 12 a 59 anos, além de 89% de proteção contra formas graves e com sinais de alarme.

O desenvolvimento da vacina contra a dengue contou com investimento de R$ 130 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), além de aportes permanentes do Ministério da Saúde: pelo Novo PAC Saúde serão investidos R$ 1,3 bilhão na reforma e construção de quatro fábricas do Instituto Butantan.

O SUS também oferece a vacina contra a dengue do laboratório japonês, indicada para adolescentes de 10 a 14 anos e aplicada em duas doses. Desde a incorporação, em 2024, 7,4 milhões de doses já foram aplicadas. Entre 2024 e 2025, foram 11,1 milhões de doses distribuídas e 7,8 milhões aplicadas.

Saiba quais profissionais fazem parte do público-alvo nesta primeira etapa de vacinação:

Profissionais de saúde assistenciais e de prevenção

  • Médicos
  • Enfermeiros
  • Técnicos de enfermagem
  • Odontólogos
  • Equipes multiprofissionais (eMulti)
  • Agentes comunitários de saúde (ACS)
  • Agentes de combate às endemias (ACE)

Trabalhadores administrativos e de apoio das unidades de saúde

  • Recepcionistas
  • Seguranças
  • Profissionais da limpeza
  • Motoristas de ambulância
  • Cozinheiros
  • Outros trabalhadores atuantes nas unidades básicas de saúde (UBS)

Cenário epidemiológico

Em 2025, os casos de dengue no Brasil caíram 74% em relação a 2024. Apesar da redução expressiva, as ações de combate ao Aedes aegypti devem ser mantidas em todo o território nacional.

Ao longo do ano, foram registrados 1,7 milhão de casos prováveis da doença, frente a 6,5 milhões no ano anterior. O número de óbitos também apresentou queda significativa: 1,7 mil mortes em 2025, o que representa redução de 72% em comparação a 2024, quando foram contabilizadas 6,3 mil mortes.

A principal forma de combate à dengue, Chikungunya e Zika segue sendo a eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti. A vacinação se soma às ações de controle vetorial, uso de inseticidas, testes rápidos e tecnologias inovadoras.

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Assuntos Dengue, Instituto Butantan, profissionais de saúde, vacinação
Cleber Oliveira 11 de fevereiro de 2026
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