
Do ATUAL
MANAUS — Em assembleia geral nesta terça-feira (16), o Asprom Sindical (Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus) aprovou paralisação de advertência contra o projeto de Reforma da Previdência da Prefeitura de Manaus. A mobilização está marcada para o dia 24 de setembro.
De acordo com o sindicato, a mobilização abrange os três turnos. A concentração será na CMM (Câmara Municipal dos Vereadores), onde os professores acompanharão a tramitação do projeto.
Os docentes também aprovaram indicativo de greve que ocorrerá caso o projeto seja aprovado na casa legislativa. O sindicato informou que será feita a comunicação oficial à Semed (Secretaria Municipal de Educação), à Prefeitura e à Câmara de Vereadores sobre o indicativo de greve.
A Asprom Sindical quer a retirada do projeto de tramitação. O sindicato convocou todos os professores a não comparecerem às escolas no dia 24 e a participarem da concentração na Câmara de Vereadores.
“E estamos convocando todos para aderirem à paralisação de advertência e paralisarem suas atividades docentes no dia 24. Neste dia não é para ir para a escola. A paralisação será na Câmara de Vereadores”, diz o comunicado.
A reforma altera regras da aposentadoria dos servidores municipais. Conforme a proposta, a idade mínima para os homens passa de 60 para 65 anos e, no caso das mulheres, de 55 para 62 anos. O tempo mínimo de contribuição também sobe para 25 anos para ambos os sexos.
Para professores, os homens precisarão comprovar 30 anos de trabalho público e as mulheres 25 anos. Será exigido no mínimo 10 anos de serviço público e 5 anos no cargo atual. A proposta prevê que as novas regras se apliquem apenas aos servidores que ingressaram após 31 de dezembro de 2003.
