O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

PM do Amazonas tem mais sargentos que soldados e cabos, mostra relatório

6 de agosto de 2026 Dia a Dia
Compartilhar
PM novos soldados
Promoção de alunos a soldado da Polícia Militar do Amazonas: menos policiais na base operacional (Foto: Divulgação/Secom)
Por Feifiane Ramos, do ATUAL

MANAUS — A Polícia Militar do Amazonas tem mais que o dobro de sargentos em relação ao número de soldados na ativa. Dos 8.646 policiais militares em atividade no estado, 3.445 são sargentos e 1.403 são soldados, que integram a base operacional da corporação. Os dados constam no relatório Raio-X das Forças de Segurança Pública do Brasil, divulgado nesta quarta-feira (5) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

A diferença também aparece quando são considerados soldados e cabos, graduações que formam a base da carreira. Juntos, esses dois grupos somam 3.274 policiais (1.403 soldados e 1.871 cabos), número inferior ao de sargentos (3.445). Para o Fórum, esse tipo de composição está relacionado ao chamado “achatamento da pirâmide hierárquica”, fenômeno associado ao crescimento dos postos intermediários em relação à base operacional.

O estudo revela que o Amazonas acompanha uma anomalia verificada em 13 unidades da Federação, em que a quantidade de sargentos supera a soma de soldados e cabos. No panorama nacional, a Polícia Militar contabiliza 129.402 sargentos para 117.142 soldados na ativa, desequilibrando a execução do patrulhamento ostensivo.

“Há mais profissionais em uma posição intermediária de comando e supervisão do que na base da execução operacional, responsável pelo policiamento ostensivo direto. Essa distorção pode comprometer a lógica organizacional da corporação e tem o potencial de pressionar a capacidade de comando, encarecer a estrutura de pessoal e reduzir a eficiência da atividade-fim”, afirma o Fórum no relatório.

O desequilíbrio na composição da tropa é apontado pelo levantamento como um reflexo direto do crescimento dos postos intermediários, enquanto a base operacional não acompanha a reposição necessária.

O estudo cita que “tal fenômeno decorre, em grande medida, da combinação entre mecanismos de promoção automática por antiguidade, déficit crônico de concursos para o ingresso na base operacional e alongamento da expectativa de carreira”, fatores que, segundo o relatório, provocam “o esvaziamento progressivo do posto de Soldado em favor dos escalões intermediários”.

A análise utiliza como referência estudos de autores como Luiz Eduardo Soares, Jacqueline Muniz e Bengochea, que apontam impactos desse modelo sobre a capacidade operacional das polícias. Entre os problemas citados estão o aumento do custo da folha sem crescimento proporcional do efetivo nas ruas, a redução da presença ostensiva e a dificuldade de renovação institucional.

O relatório também cita que a estrutura brasileira se distancia do modelo observado em países desenvolvidos. Segundo o estudo, enquanto polícias estrangeiras mantêm a base operacional representando entre 60% e 70% do efetivo, o Brasil tinha apenas 28,9% do quadro formado por essa categoria em 2025.

Remuneração média

Com remuneração média bruta de R$ 12.192,30 na Polícia Militar, a 7ª maior do país e acima da média nacional de R$ 10.329,61, os dados mostram uma diferença expressiva entre os salários pagos aos policiais da base e aos oficiais de alta patente no Amazonas.

Entre os soldados, porta de entrada da corporação, o estado registra remuneração bruta média de R$ 7.435,29. O valor supera a média nacional da categoria (R$ 7.021,38), mas fica distante do Ceará, que lidera o ranking com R$ 11.609,65. Ainda assim, o soldo amazonense supera o pago em estados como Rio Grande do Norte (R$ 4.276,43), Piauí (R$ 5.103,10) e Paraíba (R$ 5.180,30).

À medida que a carreira avança, os vencimentos crescem significativamente. No Amazonas, a remuneração média é de R$ 9.544,35 para cabos, R$ 11.411,86 para sargentos, R$ 12.897,21 para subtenentes, R$ 17.253,93 para tenentes, R$ 24.638,47 para capitães, R$ 32.829,86 para majores, R$ 36.421,07 para tenentes-coronéis e R$ 39.812,63 para coronéis.

Nas patentes mais elevadas, o estado figura no topo dos salários do país. Os coronéis do Amazonas recebem, em média, R$ 39.812,63, ocupando a 4ª posição nacional, atrás apenas do Paraná (R$ 42.363,77), Goiás (R$ 40.963,08) e Mato Grosso (R$ 40.935,94). Entre os tenentes-coronéis, o Amazonas aparece no 3º lugar dos maiores vencimentos, atrás do Paraná (R$ 39.474,88) e do Mato Grosso (R$ 37.630,53). Já entre os majores, também figura na 3ª posição do país, superado por Goiás e Paraná.

O relatório ressalta que essa diferença acompanha a própria estrutura hierárquica das Polícias Militares brasileiras. “O dado revela que a média geral da PM mascara uma forte desigualdade interna: dentro da Polícia Militar, convivem a carreira mais bem remunerada e a carreira com a pior remuneração entre as forças de segurança pública”, cita trecho do estudo.

Segundo o estudo, essa estrutura ajuda a explicar o impacto sobre as contas públicas e a gestão das corporações, uma vez que “quanto mais alto o posto, maior a remuneração. Ou seja, a hierarquia não se sustenta plenamente na distribuição de pessoal, mas se mantém rigorosamente na estrutura salarial”. E completa: “esse descompasso produz impactos diretos sobre a folha de pagamento e torna a discussão sobre eficiência administrativa e sustentabilidade fiscal da estrutura da Polícia Militar ainda mais relevante”.

Notícias relacionadas

Analfabetismo cai de 4,8% para 4,3% no Amazonas

Turbojatos em Parintins só após restauração de 1,2 km de pista

Entenda como são instalados cabos de fibra ótica em rios da Amazônia

Incêndio destrói casa e deixa 4 adultos e 2 crianças desabrigados no AM

Justiça manda desembargador pagar R$ 54 mil a guarda que foi humilhado

Assuntos destaque, Fórum de Segurança Pública, PMAM, Policia Militar, Segurança
Feifiane Ramos 6 de agosto de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
2 Comments
  • Yan disse:
    7 de agosto de 2026 às 06:45

    Culpa disso é do governo. Que não faz concurso, e quando faz, não convoca, tem policiais que estão a mais tempo na graduação de cabo que passaram na graduação de soldado… Já eram pra ser 2° sargento e ainda são cabos… Isso impacta diretamente no poder aquisitivo desse profissional… Causando um impacto na sua motivação…

    Responder
  • Campos disse:
    7 de agosto de 2026 às 10:37

    Verifique também a quantidade de Coronéis na Polícia Militar do Amazonas, que supera o número de Coronéis do Estado de São Paulo. Os Sargentos tiveram que brigar na justiça para progredir na carreira, caso contrário ainda seriam cabos ou soldados.

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Analfabetismo cai de 4,8% para 4,3% no Amazonas

10 de setembro de 2026
Aeroporto Júlio Belém, em Parintins (Foto: Divulgação/Prefeitura de Parintins)
Dia a Dia

Turbojatos em Parintins só após restauração de 1,2 km de pista

10 de setembro de 2026
Cabos fibra ótica são revestidos para suportar pressão e corrosão nos rios (Imagem gerada por IA/Google)
Dia a Dia

Entenda como são instalados cabos de fibra ótica em rios da Amazônia

10 de setembro de 2026
Juiz sentença(Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Justiça manda desembargador pagar R$ 54 mil a guarda que foi humilhado

10 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?