O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

PF faz busca e apreensão na Global Gestão, alvo da CPI da Covid

30 de setembro de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
Polícia Federal realiza operação em empresa alvo da CPI (Foto: PF-MG/Divulgação)
Polícia Federal realiza operação em empresa alvo da CPI (Foto: PF-MG/Divulgação)
Por Flávio Ferreira e José Marques, da Folhapress

SÃO PAULOL – A Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Receita realizam operação de busca e apreensão nesta quinta-feira (30) na empresa Global Gestão em Saúde, um dos alvos da CPI da Covid, em investigação sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro e corrupção que envolve contrato com a Petrobras.

A medida, autorizada pela Justiça Federal, é a terceira ação policial em duas semanas em endereços relacionados a Francisco Emerson Maximiano. Ele é dono da Global e também da Precisa Medicamentos, que está sob apuração na comissão do Senado sob a suspeita de irregularidades na negociação para compra da vacina indiana Covaxin pelo governo Jair Bolsonaro.

Como revela a Folha de S.Paulo, Procuradoria e PF apontam suspeitas de pagamentos de propinas a políticos em troca de apoios na contratação de empresas de Maximiano pela estatal. Em delação que deu origem à operação, são citados o ex-senador Romero Jucá (RR) e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (RJ), ambos do MDB.

O contrato suspeito da Global com a Petrobras é de 2015, durante a gestão Dilma Rousseff (PT), cujo valor é de R$ 550 milhões.

Um grupo com cerca de dez integrantes da PF e Receita Federal chegou pouco depois das 6h ao prédio da Global e da Precisa, na área nobre comercial da cidade de Barueri, na Grande São Paulo.

Segundo a PF, cerca de 50 policiais federais e servidores da Receita Federal cumprem oito mandados de busca e apreensão na Grande São Paulo e na cidade de Passos (MG).

É a 14ª fase da Operação Descarte, iniciada em 2018 em São Paulo. É apurada a suspeita de lavagem de dinheiro com a movimentação que, segundo delação premiada, foi de R$ 3 milhões a R$ 4 milhões (em valores da época) entre os anos de 2014 e 2016.

A base das investigações é a delação dos advogados Luiz Carlos D’Afonseca Claro –que também é cantor e tem nome artístico de Lulli Chiaro- e Gabriel Claro, seu filho, firmada em 2019.

Em depoimento, Gabriel descreveu como a Global supostamente simulou a compra de sucata, como celulares antigos ou quebrados, por preços acima dos valores de mercado, com o objetivo de gerar dinheiro em espécie. Essa é a terceira operação policial nas duas últimas semanas com foco nas empresas de Francisco Maximiano.

No dia 17 de setembro, a Polícia Federal realizou operação de busca e apreensão de documentos em endereços da Precisa nas cidades de Itapevi e Barueri (ambas na Grande SP). A ação foi realizada sob a justificativa de que era necessário obter documentos principalmente relativos à negociação da Covaxin, que supostamente a empresa ocultava.

Quatro dias depois, a Global foi alvo da operação intitulada “Pés de Barro”, que apura supostas fraudes na venda de medicamentos de alto custo que a empresa fez ao Ministério da Saúde entre 2016 e 2018, na gestão de Ricardo Barros (PP-PR), atual líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados.

A Precisa é investigada pela suspeita de irregularidades na intermediação de um contrato no valor de R$ 1,6 bilhão do Ministério da Saúde para compra de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin.

O preço de cada dose foi de US$ 15, o valor mais caro entre os adquiridos pelo ministério. As suspeitas levantadas pela CPI da Covid levaram à rescisão do contrato. Francisco Emerson Maximiano e a Global são sócios da Precisa. A CPI apura as relações entre Maximiano e o deputado Ricardo Barros.

Em 2018, durante a gestão de Barros no Ministério da Saúde, no governo de Michel Temer, a Global assinou um contrato de fornecimento de remédios raros. A empresa obteve um adiantamento de R$ 20 milhões, mas não entregou os medicamentos.

Seis ex-funcionários que trabalharam na última década nas firmas de Maximiano relataram à Folha, sob a condição de anonimato, uma rotina de pagamento de salários em dinheiro vivo, grande circulação de malas, galpão sempre vazio, tempo ocioso para “ficar assistindo Netflix” no trabalho e figuração de diretores em dias de fiscalização.

Os trabalhadores também afirmaram não ter visto nenhum produto médico ou remédio no tempo em que atuaram nos escritórios das companhias. Eles dizem que as situações atípicas deixavam o ambiente pesado, pelo temor de estarem atuando em firmas de fachada dedicadas à lavagem de dinheiro.

Maximiano e as empresas negam a prática de quaisquer irregularidades em contratos do Ministério da Saúde.

A defesa do empresário afirma que todas as contas das firmas do grupo foram auditadas e aprovadas. Segundo ela, a título de exemplo, só a Precisa Medicamento emitiu mais de 400 mil notas fiscais referentes às vendas dos últimos anos, “muito antes da pandemia, seja para clientes privados ou públicos, em diversos estados do país”.

Segundo a defesa, “todas as operações financeiras realizadas pelo grupo foram legais e seguiram todos os critérios de integridade e compliance, com serviços prestados e comprovados”.

O deputado Ricardo Barros nega o envolvimento em quaisquer irregularidades no Ministério da Saúde ou em contratos públicos.

Notícias relacionadas

Sete a cada 10 brasileiros têm dificuldades para saber seus direitos

Entre usuários de internet, 32% foram alvos de tentativa de golpe

Sobreviver ‘foi um milagre’, diz professor esfaqueado 9 vezes

Governo lança operações Ocupação e Bairro Seguro em Manaus

Programa busca incentivar o consumo de peixe, como o tambaqui

Assuntos CPI da Covid, Global Gestão, Petrobras
Cleber Oliveira 30 de setembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Navio plataforma da Petrobras: lucro da petrolífera foi menor em 2023 (Foto: Agência Petrobras/Divulgação)
Economia

Margem Equatorial pode garantir mais 40 anos de petróleo para Petrobras

22 de agosto de 2026
Coque de petróleo é de alto valor e um dos maiores mercados é a China (Foto: Divulgação)
Economia

Petrobras exportará coque de petróleo por São João da Barra (RJ)

20 de agosto de 2026
Aloizio Mercadante alerta sobre excesso de subsídios no mercado mundial (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Economia

Mercadante defende que Petrobras atue na mineração de terras raras

18 de agosto de 2026
Navio sonda ODN-II será usado para perfurar poço na bacia da Foz do Amazonas (Foto: Foresea/Divulgação)
Economia

Petrobras encontra petróleo em águas profundas na Foz do Amazonas

15 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?