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Dia a Dia

PF combate esquema de pirâmide que causou prejuízo de R$ 4,1 bilhões

19 de outubro de 2022 Dia a Dia
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Policia Federal
Polícia Federal realizou prisões em condomínio no Rio de Janeiro (Foto: Divulgação)
Por Felipe Nunes, da Folhapress

SÃO JOSÉ DO RI PRETO – A Polícia Federal realizou a operação La Casa de Papel na manhã desta quarta-feira (19) contra uma organização criminosa suspeita de operar pirâmides financeiras em mais de 80 países. Segundo a investigação, o esquema envolve 1,3 milhão de vítimas, com prejuízo estimado em R$ 4,1 bilhões.

O grupo também é investigado por crimes contra o sistema financeiro nacional, evasão de divisas, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, usurpação de bens públicos, crime ambiental e estelionato.

A Justiça autorizou o bloqueio de US$ 20 milhões (cerca de R$ 105 milhões) e sequestro de dinheiro em contas bancárias, imóveis de altíssimo padrão, gado, veículos, ouro, joias, artigos de luxo, mina de esmeraldas, lanchas e criptoativos. Um dos investigados é dono de uma entidade religiosa que ajudava a divulgar o esquema para o fiéis.

Apontado como um dos líderes da rede Trust Investing, o músico e empresário Patrick Abrahão, marido da cantora Perlla, foi preso na manhã desta quarta em sua casa, localizada em um condomínio de luxo na zona oeste do Rio de Janeiro.

Segundo a investigação, o grupo utilizava as redes sociais como principal plataforma para atrair novos investidores e contava com apoio de uma entidade religiosa pertencente a um dos líderes para captar investidores. O esquema teria começado em 2019 e ainda estaria em funcionamento.

Patrick ostentava uma vida de luxo para seus milhões de seguidores nas redes sociais, ao lado de carros esportivos e em locais turísticos cobiçados, como Dubai, Cancún e alguns países da Europa.

A reportagem não conseguiu localizar a defesa do empresário até a publicação deste texto.

Somente o perfil do empresário no Instagram, onde publica dicas de investimento e até mensagens motivacionais, há mais de 3 milhões de seguidores.

Em um vídeo em seu canal no YouTube, que possui mais de 17 mil inscritos, Patrick conta ter começado no mercado de investimentos aos 12 anos com R$ 600. Após sofrer algumas frustrações, ele diz ter atingido o primeiro R$ 1 milhão aos 21 anos.

Em outros conteúdos, ele compartilha dicas de investimento para iniciantes e mostra trechos de mentorias que oferece para quem está em busca de “mudança de vida”.

Patrick também se apresenta como fundador da rede PP, um serviço de mentoria que afirma ter mais de 90 mil filiados em 54 países e que ajudou a formar mais de 100 milionários.

A polícia cumpriu outros cinco mandados de prisão preventiva de pessoas apontadas como líderes da organização. A Justiça Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, também expediu 41 mandados de busca e apreensão em endereços nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás, Maranhão e Santa Catarina.

“A investigação teve início na cidade de Dourados (MS), em agosto de 2021, com a autuação em flagrante de dois dos investigados, quando se deslocavam em direção à fronteira com o Paraguai com escolta armada. Na abordagem, foram encontradas esmeraldas avaliadas em US$ 100 mil [cerca de R$ 528 mil], que estavam ocultas e não tinham origem legal, pois estavam amparadas em nota fiscal cancelada” afirma a PF.

Promessas de lucro

As vítimas eram atraídas por promessas de lucro de 20% ao mês e de até 300% ao ano no mercado de criptoativos. Depois de entrar no esquema, eram influenciadas por supostas traders a atrair mais pessoas para a pirâmide, em um mecanismo que chamavam de “binário”.

O grupo que operava no Brasil alegava ser sócio de duas instituições financeiras legalizadas na Estônia, mas as investigações provaram que as empresas não existiam.

“Os investigados não tinham qualquer autorização para a captação e gestão dos recursos levantados no Brasil, na Estônia, ou em qualquer outro país, tendo ainda diversos alertas de órgãos financeiros em vários países, como Espanha, Panamá, dentre outros, no sentido da ausência de autorização e de que se tratava de esquema de pirâmide financeira”, informou a PF.

Esquema interrompido em Cuba

Segundo a PF, após a prisão de um dos líderes da organização criminosa em Cuba, os “fundadores” interromperam os pagamentos dos valores aos investidores cubanos sob a justificativa, divulgada nas redes sociais, de que o governo de Cuba teria impedido a empresa de ajudar o país.

Depois, começaram a impor dificuldades para realização dos pagamentos aos investidores lesados e, como forma de garantir seus lucros, passaram a estabelecer prazos cada vez maiores para que as vítimas pudessem resgatar o dinheiro.

Suposto ataque hacker

A investigação descobriu que os suspeitos anunciaram, no final de 2021, terem sido vítimas de um ataque hacker causando grande prejuízo financeiro ao grupo e impedindo que os investidores pudessem retirar o dinheiro. O argumento foi de que os pagamentos precisaram ser todos suspensos para a empresa passar por uma auditoria financeira.

Quem procurasse a polícia ou entrasse com uma ação contra o grupo ficaria sem receber o dinheiro de volta, teria ameaçado o CEO da empresa.

Inspirada em série espanhola

Segundo a PF, a operação recebeu o nome de La Casa de Papel porque alguns dos investigados têm nacionalidade espanhola. Assim como na ficção, o grupo criminoso tinha o plano de criar seu próprio banco e sua própria “casa da moeda”, por meio da fabricação de criptoativos. A ação também contou com apoio da Receita Federal e da ANM (Agência Nacional de Mineração).

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Assuntos La Casa de Papel, Operação da PF, pirâmide, pirâmide financeira, Polícia Federal
Valmir Lima 19 de outubro de 2022
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