O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Petrobras perdeu R$ 180 bilhões com ingerência em preços, diz executivo

11 de junho de 2019 Economia
Compartilhar

Julio Wiziack, da Folhapress

BRASÍLIA-DF – O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou nesta terça-feira, 11, que a melhor forma de derrubar preços de combustíveis no país é a concorrência e que a estratégia de não repassar os preços internacionais para o diesel e a gasolina causou prejuízo de R$ 180 bilhões para a estatal entre 2008 e 2018. As declarações foram dadas durante audiência pública na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados.

O executivo compareceu para prestar esclarecimentos aos deputados sobre a situação atual da petroleira e sua política de preços, principalmente no diesel, base de custo dos caminhoneiros que usam as ameaças de paralisações como forma de pressionar o governo a fazer controle de preços na Petrobras.

Castello Branco afirmou que, neste caso, a estatal pode “ajudar muito pouco”. Entre 2008 e 2018, a estratégia de não repassar integralmente os preços internacionais para os combustíveis causou perdas para a estatal de R$ 120 bilhões no diesel e de R$ 60 bilhões na gasolina.

Para o executivo, os preços do diesel, em uma lista com 160 países, estão na média mundial. “Pelo menos cem países têm preços mais elevados”, disse. “Aqui o problema são os impostos”, disse.

Mesmo assim, o executivo afirmou que decidiu segurar os reajustes por um período mais longo (trinta dias) e que vai manter o cartão caminhoneiro. Com ele, o motorista pode trocar combustível por dinheiro quando o preço do diesel cai, como forma de evitar perdas para o caminhoneiro.

Para ele, o problema do setor se deve a um descompasso entre oferta e demanda devido ao aumento acelerado da frota, “muito acima do crescimento do PIB”.

Segundo Castello Branco, nos últimos doze meses encerrados em abril, os licenciamentos de veículos pesados e semipesados cresceram 86,7% contra 6,6% de leves e semi-leves, modelos preferidos pelos caminhoneiros autônomos.

Uma de suas propostas, que deve ser levada ao governo, é estimular a conversão da maior parte da frota para motores movidos a gás natural. Com o aumento da exploração com o pré-sal, esse combustível será ainda mais barato, o que reduzirá drasticamente os custos no frete futuramente.

A estratégia da Petrobras de vender ativos para concentrar investimentos na exploração de petróleo e gás também foi alvo de críticas dos parlamentares que chamaram o plano de ‘desmonte’.

Castello Branco explicou que “é necessário tirar ativos que não são tão rentáveis e investir naqueles que trazem maior retorno”. “Não há desmonte, há simplesmente gestão de portfólio”, disse.

Segundo ele, a Petrobras irá investir US$ 105 bilhões e precisa vender algo entre US$ 30 bilhões e US$ 35 bilhões em ativos próprios que hoje não rendem o necessário. Dentre eles, está um conjunto de refinarias. Com mais dinheiro em caixa, será possível apressar investimentos no pré-sal.

A falta de recursos e a situação na estatal comprometeram o cronograma de investimentos. Segundo ele, o país ficou cinco anos sem leilões e,com isso, deixou de arrecadar mais de R$ 100 bilhões em royalties e participações especiais.

Outro problema é o elevado endividamento da estatal que, segundo Castello Branco, está em US$ 106 bilhões, dobro da média das dez maiores empresas do setor. “Pagamos juros elevados que consomem 25% de nossa geração de caixa”, disse. “Se os US$ 7 bilhões pagos em juros fossem investidos na produção teriam gerado US$ 3,3 bilhões em receitas, US$ 1,4 bilhão em tributos”.

Segundo o executivo, a produção do país está estagnada há uma década.

Notícias relacionadas

Bancos impulsionam consignado privado pelo Crédito do Trabalhador

Fim da escala 6×1: economistas alertam sobre envelhecimento e custo do trabalho

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Assuntos controle de preços, Petrobras
Cleber Oliveira 11 de junho de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Magda Chambriard programa Canal Livre, na Band News (Foto Wilson DiasABr)
Negócios

Petrobras cresce 16% e atinge lucro de R$ 6,2 bilhões em 3 meses

18 de maio de 2026
Refinaria Abreu e Lima
Economia

Refinarias da Petrobras operam com mais de 100% de capacidade

17 de maio de 2026
Plataforma Petrobras
Economia

Petrobras bate novo recorde de produção de petróleo e gás

1 de maio de 2026
Plataforma da Petrobras na Bacia de Campos: maior produção de petróleo (Foto: Petrobras/Divulgação)
Economia

Brasil bate recorde na exportação de petróleo no primeiro trimestre

20 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?